quinta-feira, 27 de abril de 2017

Classificaçoes da Arbitragem em primeira mao da AFbeja

Arbitros C3 e Elite Futebol de Onze
1º Tiago Cordeiro 8,413.Indicado para provas Nacionais
2º Filipe mestre 8,349 Indicado para porvas nacionais.
3º Ricardo Diogo 8,233
6º Gonçalo ramos 8,072Indicado para provas Nacionais.

Arbitros C3 Futebol de Onse
1º Luis ralha matos 8,304
2ºEdgar Gaspar 8,279
3º Luis lameira 8,272

Arbitros C 4 Futebol 11
1º Nelson Hermozilha 8,341sobe C3
2º Artur Janeiro 8,265Sobe C3
3º Marcos Assuncao 8,218 Sobe C3
4º Alexandre Borralho 8, 039 Sobe C3
5º Ricardo Guerreiro Sobe c3

Albitros C 5 Futebol 11
1º Francisco pereira 8,290Sobe C4
2º Rui Faria 7,929Sobe c4

Arbitros CJ dFutebol de 11
1º Alexandre seasifredo 8,420
2º Ricardo graca 8,330
3º Joao Sousa 8,220

Classificação Arbitros de Futsal 
1º Mario Janeiro 8,278 Indi9cado para provas nacionais
2º Eduardo Leao 8,096Suplente para porvas nacionais.
3ºAdao Henriques 7,997

Observadores de Futebol de Onze
1º Jorge cecilia 9,808
2º Jaime medeiros 9. /66
3º Jorge Fontes 9,733
Fonte: AFbeja.com

Cavaleiro vence Taça da Amizade

A equipa do CDC Cavaleiro, do concelho de Odemira, foi a grande vencedora da Taça da Amizade na época 2016-2017, organizada pela Delegação de Beja da Fundação Inatel.
Na final disputada em Albernoa, no concelho de Beja, a formação do Litoral Alentejano bateu o FC Albernoense por 4-3 nas grandes penalidades, após se ter registado uma igualdade a duas bolas no tempo regulamentar.

Fonte:  http://www.jornalsudoeste.com

Fábio Costa e José Sousa vencem Troféu José Poeira

Os jovens Fábio Costa e José Sousa estiveram em grande plano no último fim-de-semana, vencendo as duas corridas do Troféu José Poeira 2017, que decorreu no concelho de Odemira e contou para a Taça de Portugal de Juniores em ciclismo.
No sábado, 22, teve lugar um contra-relógio de 23,4 quilómetros com partida e chegada na Zambujeira do Mar, com Fábio Costa (da equipa CC Barcelos/AFF/Orbea/Onda) a ser o mais rápido. Ao pódio subiram ainda Pedro Lopes (Seissa/KTM Bikeseven/Matias e Araújo/Frulact) e Pedro Lopes (Alcobaça CC/Crédito Agrícola), segundo e terceiro classificados, respectivamente.
No domingo, 23, teve lugar uma prova em linha de 129 quilómetros entre Vila Nova de Milfontes e Odemira, ganha por José Sousa (Silva & Vinha/ADRAP/Sentir Penafiel). O atleta nortenho cortou a meta à frente de Pedro Lopes (Seissa/KTM Bikeseven/Matias e Araújo/Frulact), que foi segundo com o mesmo tempo, e José Bastos (Mato Cheirinhos/Vila Galé/Etopi), terceiro com mais oito segundos.
O Troféu José Poeira 2017 foi uma organização da Federação Portuguesa de Ciclismo, em parceria com a Câmara de Odemira.

Fonte:  http://www.jornalsudoeste.com

Uma decisão adiada


Nunca o provérbio “até ao lavar dos cestos é vindima” teve tanta propriedade. O título de campeão distrital da primeira divisão da Associação de Futebol de Beja será decidido na última jornada da prova.

Texto e foto Firmino Paixão


O empate a duas bolas entre o Vasco da Gama de Vidigueira e o castrense deixou tudo como dantes. As duas equipas estão separadas por três pontos, a uma jornada do final do campeonato, e iguais, também, no que respeita ao número de golos marcados e sofridos nos jogos disputados entre si (0-0 e 2-2), que é o primeiro critério de desempate.
O segundo será o melhor coeficiente de golos em todo o campeonato e, nesse caso, a vantagem é da equipa de castro Verde, que tem os mesmos 75 golos marcados que o Vasco da Gama, mas tem, apenas, 12 sofridos, contra os 17 da equipa vidigueirense. Então, o que faz falta para decidir o título?
Na próxima jornada o Futebol Clube castrense recebe o Aldenovense e um simples empate consagra-o como campeão. O Vasco da Gama joga no Penedo Gordo e só chegará ao título se vencer esse jogo e o castrense perder, ainda assim, a turma de Vidigueira teria de anular o diferencial de golos que atualmente existe entre ambos. São probabilidades, porque a lógica será o triunfo do conjunto de castro Verde e a celebração do título com os seus adeptos. Importa assinalar que o Milfontes ganhou pontos aos dois primeiros e só já não reentra na discussão do título porque está em desvantagem nos resultados com o castrense (2-2 e 0-1). O Piense ganhou em Beja e sentenciou a mais do que provável despromoção do Desportivo, até por via indireta, com o que se passa na série G do Campeonato de Portugal.
O campeonato regressa no dia 7 de maio e no domingo joga-se a quarta eliminatória da Taça Distrito de Beja, com o seguinte quadro de jogos: Desportivo de Almodôvar-Odemirense; castrense-Cabeça Gorda.
Jogos da 25.ª jornada, Odemirense-Renascente, 1-2; Saboia-Despertar, 3-3; Alde-novense-Guadiana, 1-1; Vasco da Gama-castrense, 2-2; Almodôvar-Penedo Gordo, 3-0; Serpa-Milfontes, 1-3; Desportivo Beja-Piense, 1-2. Classificação: 1.º castrense, 64 pontos. 2.º Vasco da Gama, 61. 3.º Milfontes, 61. 4.º Almodôvar, 53. 5.º Serpa, 43. 6.º Penedo Gordo, 41. 7.º Renascente, 32. 8.º Guadiana, 29. 9.º Odemirense, 27. 10.º Despertar, 24. 11.º Piense, 21. 12.º Aldenovense, 20. 13.º Desportivo Beja, 12. 14.º Saboia, 9. Próxima jornada (7/5): Despertar-Odemirense; Guadiana-Saboia; castrense- -Aldenovense; Penedo Gordo--Vasco da Gama; Milfontes--Almodôvar; Piense-Serpa; Renascente-Desportivo Beja. 

Fonte: http://da.ambaal.pt

Acreditem até ao fim


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O Mineiro Aljustrelense joga no domingo no terreno do líder Casa Pia, numa altura em que só estão nove pontos em disputa. O Moura confirmou a manutenção e jogará no Estádio da Tapadinha (Atlético).
As coisas não estão fáceis ali para as bandas de Aljustrel. Os resultados não aparecem e já existe algum desânimo entre os tricolores. Perderam pontos em momentos cruciais e vão perder mais três na “secretaria” mercê do processo disciplinar relativo ao jogo, em casa, com o Farense, que (não) terminou com incidentes entre os jogadores. A equipa já se viu ultrapassada pelos Armacenenses, seu adversário direto na luta pela manutenção automática. Só uma boa resposta do plantel (leia-se três vitórias) nos três jogos que ainda têm que disputar poderá amenizar a difícil situação em que a equipa se colocou. Sim, em que a equipa se colocou, foi mesmo isso. Em Moura o sentimento é de missão cumprida, com a manutenção já garantida, após um brilhante triunfo na Malveira. No domingo jogam no terreno do Atlético e sabe-se lá se não conseguirão pontuar, para chegarem à liderança da série H. É que o Moura que joga fora de casa é uma equipa mais desinibida do que aquela que se vê no seu terreno.
Resultados da 10.ª jornada série G: Loures-Casa Pia, 2-0; Oriental-Fabril, 5-0; Sporting Viana-Armacenenses, 0-2; Aljustrelense-Sintrense, 0-1. Classificação: 1.º Casa Pia, 30 pontos. 2.º Sintrense, 30. 3.º Oriental, 27. 4.º Loures, 27. 5.º Armacenenses, 20. 6.º Aljustrelense, 18. 7.º Fabril, 11. 8.º Sporting Viana, 5. Próxima jornada (30/4): Sintrense-Oriental; Casa Pia-Aljustrelense; Loures-Sporting de Viana; Fabril-Armacenenses. Série H: Lusitano Vila Real- -Atlético, 1-2; Malveira-Moura, 0-2; Pinhalnovense-1.º de Dezembro, 2-2; Barreirense-Almancilense, 4-2. Classificação: 1.º Lusitano Vila Real, 26 pontos. 2.º Moura, 25. 3.º Almancilense, 19. 4.º Pinhalnovense, 19. 5.º 1.º de Dezembro, 19. 6.º Malveira, 17. 7.º Barreirense, 15. 8.º Atlético, 13. Próxima jornada (30/4): Pinhalnovense-Malveira; 1.º de Dezembro-Barreirense; Al-mancilense-Lusitano Vila Real; Atlético-Moura. FP

Fonte:  http://da.ambaal.pt

Um tempo de desafios


O Fórum Arbitragem 2017 trouxe ao Baixo Alentejo os dirigentes de topo da arbitragem nacional. Uma jornada de reflexão em torno das principais preocupações sentidas pelos árbitros de futebol em Portugal.

Texto e foto Firmino Paixão

O Conselho Nacional de Arbitragem, representado ao mais alto nível pelo seu presidente, José Fontanelas Gomes, e vice-presidentes Lucílio Batista, Paulo Costa e João Ferreira, reuniu-se em Odivelas (Ferreira do Alentejo) com os presidentes dos 20 conselhos regionais das associações distritais de futebol do continente e ilhas.
O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), Luciano Gonçalves, e o líder do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, Joaquim Evangelista, associaram-se ao debate, que versou temas como “O desenvolvimento da arbitragem no futebol feminino e no futsal”, a “Proteção da arbitragem”, a apresentação e discussão de “Quotas nos quadros de árbitros” e a “Apresentação de propostas de alteração ao regulamento de arbitragem da federação portuguesa de futebol”.
Na sessão de abertura do evento participaram José Gomes (presidente do CA da FPF), Aníbal Reis Costa (presidente do município de Ferreira do Alentejo) e Pedro Xavier (presidente da Associação de Futebol de Beja). Oportunidade para José Gomes referir que a organização teve um inexcedível contributo da AF Beja e do município de Ferreira do Alentejo, antes de se dirigir aos representantes dos conselhos regionais referindo: “O vosso envolvimento é fundamental para continuarmos a percorrer o nosso caminho de uma forma coerente, convicta e objetiva. Somos privilegiados por fazer o que nos apaixona, trabalhamos todos os dias para levarmos o setor da arbitragem a patamares de credibilidade e prestígio cada vez mais elevados”. Por isso, destacou: “Quase um ano após a eleição dos novos órgãos sociais do conselho de arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol posso dizer-vos que tenho muito orgulho na vossa resiliência e no vosso caráter, sobretudo se tivermos em conta todas as contrariedades que enfrentámos nesta época 2016/17”. No entanto, reconheceu José Gomes, “durante este primeiro ano à frente do conselho de arbitragem não conseguimos estar tão próximo de vocês como gostaríamos, tem sido um ano de adaptação a novas funções muito exigentes e com desafios que, reconheço, são dos mais exigentes do futebol português”. Lembrou depois: “Como é importante o trabalho que fazem no recrutamento de novos árbitros este é um ponto fundamental sem o qual a arbitragem não pode crescer, nem afirmar-se. E tão importante como recrutar é ser capaz de reter os jovens que chegam à arbitragem, também aqui há muito a fazer. Por último, criar condições para que os árbitros evoluam e possam atingir os seus sonhos, melhorar a formação e as condições que rodeiam a função de árbitros. Não ignoro que, infelizmente, Portugal vive um período em que as críticas às arbitragens são excessivas, desproporcionadas e muitas vezes descabidas”. E acusou: “O trabalho dos árbitros é utilizado, muitas vezes, como escudo para os maus resultados desportivos e frustrações pessoais. Este discurso, cada vez mais agressivo e irresponsável, é prática comum que tem grande influência nos adeptos e neste campo é justo reconhecer que temos muito a fazer”.
O presidente da AF Beja, Pedro Xavier, congratulou-se com a realização do fórum nesta região, sublinhando o empenho de Luís Cabral, presidente do Conselho Regional de Arbitragem, para que o mesmo aqui se concretizasse, e afirmou: “Estes fóruns são importantes para unir as pessoas, para que se troquem ideias e para comparar o que se faz a nível nacional com o que se faz a nível regional e, penso que, nos últimos anos, temos evoluído muito e temos crescido ao nível do recrutamento e ao nível da formação, e podemos fazer mais, mas também ao nível do melhoramento técnico dos nossos árbitros”.
O autarca anfitrião, Aníbal Costa, aproveitou para saudar todos os participantes neste Fórum de Arbitragem e justificou a disponibilidade do município para o acolher, lembrando: “São investimentos desta natureza que promovem o concelho na sua melhor vertente”. E sublinhou que estão num território que está “no centro do que é importante”, justificando o lema com o forte crescimento económico que o concelho tem registado nos últimos tempos, através de “um forte investimento na agricultura e nas agroindústrias, do azeite, da uva de mesa, dos frutos secos e outras culturas de excelência a nível nacional de internacional”, fatores que atribuiu à existência do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, perspetivando também a necessidade de conclusão da A26 e de dinamização do aeroporto de Beja.

Fonte:  http://da.ambaal.pt/

Memórias


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José Saúde


As inóspitas clausuras que o tempo ousou armazenar levam o homem a exercitar memórias que transmitem fulgor à geração atual que vive o presente e desconhece, presumivelmente, as raízes da existência do universo desportivo. E é nesta base de argumentos que elaboro narrativas que visam enaltecer crenças passadas que interferem com a evolução do fenómeno no presente. Recorro a imagens hermeticamente guardadas no espólio dos mais antigos que sugerem mirar ditosas aventuras que faziam do desporto um hino à liberdade, não obstante o grau “artístico” que a proeza impunha numa sociedade que se via maniatada a débeis preconceitos regimentais. A minha praia foi sempre o futebol, mas não escondo, porém, que outras circunstâncias havia que preenchiam vidas de jovens que se dedicavam efusivamente a um prodígio onde se sentiam endeusados. Falemos de uma das vertentes da patinagem que se afirmou na velha Pax Julia e que conhece agora eloquentes prazeres competitivos a que acresce o profícuo desenvolvimento de infraestruturas próprias: o hóquei em patins. Conheci o tempo em que o exíguo ringue do jardim público de Beja concentrava um leque de atletas cuja finalidade era a prática da modalidade. Em noites quentes de Verão o espaço concentrava um catálogo de gentes que se regalavam a presenciar os desafios citadinos, assim como o refrescar de corpos sedentos para um merecido descanso após mais uma árdua jornada de trabalho. O lago, ali mesmo ao lado e onde o “tio” Augusto era o seu timoneiro-mor, expelia viçosas ondas de frescura que o breu da noite agradecia. No interior do ringue a rapaziada esboçava mais uma jogada de ataque com um artesanal stick que entretanto se afigurava como uma arma crucial para o evoluir da jogatana. Sob uma iluminação ténue, as equipas entregavam-se à luta e o final do dérbi remetia o abnegado espetador para o campo da imprevisibilidade. Numa brochura espiada sobre as equipas que nesse tempo se defrontavam, destacamos o Ateneu, o Pax Julia e o Despertar. Memórias que a idade humana jamais esquecerá!

Fonte: http://da.ambaal.pt/

Recuperar a dinâmica


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O Sport Clube Serpa – Patinagem Artística organizou o 1.º Torneio de Patinagem Artística Serpa Terra Forte, competição que reuniu cerca de 80 patinadores em representação de sete clubes.

Texto e foto Firmino Paixão

Oitenta patinadores nas categorias de benjamins, infantis, iniciados, cadetes e juvenis exibiram-se em Serpa para dar conteúdo à primeira edição do Torneio Serpa Terra Forte organizado pelo Sport Clube Serpa – Patinagem Artística, sob orientação das treinadoras Ana Paulino e Susana Romão. Participaram atletas do CD Olhanenses, SCM Aljustrelense, PC Tavira, GDR Canaviais, Real Farense, CP Vidigueira e SC Serpa.
Ana Paulino revelou ao “Diário do Alentejo”: “A organização deste torneio sempre foi um desejo nosso, para proporcionarmos alguns momentos de competitividade aos nossos patinadores mais novos, porque eles nunca participam em provas e estes momentos são bons para eles participarem, para conviverem e disfrutarem de uma experiência que, seguramente, foi muito importante para todos eles”.
O clube tem muitos jovens em idade de iniciação que, desta forma, acabam por ter um primeiro contacto com a competição propriamente dita e este pode ser o primeiro de muitos torneios que o clube organizará com este critério, proporcionado aos seus patinadores o contacto com realidades diferentes. “Esperamos que sim”, garantiu Ana Paulino. E adiantou: “Espero que possamos manter esta organização, dada a importância que tem para os nossos jovens e para o clube, além de que a presença das pessoas aqui ao longo de dois dias acrescenta mais dinâmica à cidade”.
O clube tem cerca de meia centena de atletas, e, segundo a treinadora, “está a recuperar o dinamismo e a cativar mais jovens para a modalidade. Esperemos que este processo de desenvolvimento se mantenha, retendo os que cá estão e que apareçam mais jovens para patinar. Eu e a Susana Romão estamos muito entusiasmadas com o trabalho que estamos a desenvolver, esperamos que os resultados sejam bons, porque gostamos muito do que estamos a fazer neste clube”.

Fonte:  http://da.ambaal.pt/

Uma tripleta do Despertar


E se mais houvesse, mais haveriam de conquistar. O Despertar Sporting Clube venceu as três competições de futsal da Associação de Futebol de Beja em seniores masculinos: Campeonato, Taça Distrito e Supertaça.

Texto e foto Firmino Paixão

A Supertaça do Distrito de Beja realizou-se no Pavilhão Municipal de Cuba e, apesar da forte oposição do Núcleo Sportinguista de Moura (finalistas vencidos da Taça Distrito), os bejenses fizeram, uma vez mais, a diferença e venceram por 4-2.
No final da partida Vítor Apolo, capitão da equipa do Núcleo Sportinguista de Moura, comentou: “Foi um jogo bem disputado. A sorte caiu, mais uma vez, para o lado do Despertar, foram uns dignos vencedores e estão de parabéns”. Comparando com a partida em que as mesmas equipas disputaram a final da Taça Distrito, Apolo considerou: “Hoje não entrámos tão bem no jogo e eles foram felizes nos momentos em que marcaram os golos”. Terminada a temporada, os leões de Moura já olham para o futuro: “Para o ano cá estaremos de novo com a cabeça erguida e com nossa habitual dedicação”.
No lado dos vencedores, o capitão Miguel Romão, que nesta época já ergueu três troféus, disse: “O jogo de hoje ficou um bocado aquém do que as duas equipas tinham feito na final da Taça. Mas fomos claramente superiores e vencemos, mas eles também estão de parabéns por terem atingido estes momentos competitivos”.
Quanto ao somatório de triunfos neste final de época, o guarda-redes despertariano concordou que “foi uma época perfeita em termos de resultados. As coisas nem sempre correram bem, mas acabávamos por ganhar, por isso, podemos dizer que a época foi feita de bons resultados. Mas há sempre coisas a melhorar. Conquistámos três troféus? Ora bem, foi para isso que trabalhámos ao longo da época, com muita dedicação, muito unidos, e chegámos aqui com a sensação de dever cumprido, porque conseguimos as metas que nos propusemos no início da época. Estamos muito felizes e vamos descansar”.

Fonte:  http://da.ambaal.pt/

O pulsar do ciclismo


O ciclista Valdemar Teixeira (Extremosul/ /Clínica de Pera) venceu a 10.ª Volta ao Concelho de Almodôvar em Bicicleta, uma organização da Câmara Municipal de Almodôvar com o apoio da Casa do Benfica local.

Texto e fotos Firmino Paixão


Uma vitória (com 19 segundos de vantagem) na primeira etapa, entre Almodôvar e Santa Clara-a-Nova (87 quilómetros), um décimo primeiro lugar, a nove segundos do vencedor, na tirada entre Rosário e Poço de Ourique (59 quilómetros), e um nono, com o mesmo tempo do vencedor, na terceira etapa, um circuito de 10 voltas (45 quilómetros) em Almodôvar, foram o bastante para Valdemar Teixeira conquistar a 10.ª Volta ao Concelho de Almodôvar em Bicicleta. Um triunfo justo, resultado do bom trabalho desenvolvido pela equipa de São Bartolomeu de Messines, especialmente David Belo, campeão nacional que, na derradeira etapa, protegeu bem o seu chefe de fila, conduzindo-o ao triunfo final, com escassos cinco segundos de vantagem sobre Filipe Oliveira (Chão das Donas), o vencedor da terceira tirada.
“Estou muito feliz com esta vitória”, confessou o camisola amarela. “Foi uma prova muito dura, desgastei-me muito para controlar os adversários mais diretos, mas contei com uma preciosa ajuda dos meus companheiros de equipa e repare que não é todos os dias que temos um campeão nacional a trabalhar para nós”.
Quanto ao seu futuro na modalidade, assumiu: “O profissionalismo é algo muito difícil, tenho o meu trabalho, tenho um restaurante que é o meu ganha-pão, o ciclismo, hoje em dia, é para disfrutar e estar com os amigos”.
À beira do pódio, o “Diário do Alentejo” ouviu, também, a opinião de António Bota, presidente do município de Almodôvar, entidade que organizou o certame, numa terra onde o ciclismo pulsa com intensidade no coração das suas gentes.
O autarca sublinhou que “esta 10.ª volta veio, mais uma vez, provar a qualidade do ciclismo em Almodôvar”: “Tivemos casa cheia, apesar dos diferentes eventos que este fim de semana ocorreram em Almodôvar. Correram aqui ciclistas de grande nome nos dois dias de duração da prova, foi pena que o nosso Manuel Caetanita não tenha estado capaz de correr, porque, recentemente, teve uma queda que o impossibilitou de competir, mas todos os outros que cá estiveram, os que representaram Almodôvar e os que representaram equipas de fora, estiveram à altura do bom nome e do prestígio que Almodôvar tem e consagra no ciclismo”. O autarca recordou ainda: “Em julho vamos ter mais uma prova, o Campeonato Ibérico de Masters e, neste ano, somamos cinco provas de ciclismo”.
Quinze equipas e cerca de centena e meia de corredores, uma presença muito interessante, concordou: “Não se pode exigir mais para a modalidade nos tempos que correm, porque existem muitas dificuldades financeiras das pessoas e das empresas, mas penso que, de facto, estas pessoas não vêm só por vir a Almodôvar, uma das grandes razões porque vêm aqui é porque a nossa terra tem muito prestígio no ciclismo e toda a gente sabe que sabemos receber e estar no nosso lugar e aquilo que fazemos, fazemo-lo com o coração”.
Competiram duas equipas da terra, o Clube Desportivo de Almodôvar e a Casa do Benfica, mas o autarca lembrou: “Temos também uma Escola de Formação de Ciclismo, que é aquilo que mais orgulha o município e eu, enquanto líder da autarquia, sinto um grande orgulho nessa escola de formação”.


Vencedores 1.ª Etapa – Valdemar Teixeira (Extremosul). 2.ª Etapa – Fábio Ferreira (A-do-Barbas). 3.ª Etapa – Filipe Oliveira (Vulcal).Camisola amarela: Valdemar Teixeira (Extremosul), 4.41.38 horas. Camisola verde (pontos): Filipe Oliveira (Vulcal). Camisola bolas (montanha): Filipe Oliveira (Vulcal). Camisola branca (juventude): Valdemar Teixeira (Extremosul).  Camisola vermelha (master 30): João Portela (Asfic). Camisola laranja (master 40): Rui Rodrigues (Asfic). Camisola azul (master 50): José Afonso (Bicineves). Camisola rosa (master 60): Joaquim Barreiros (UC Alentejo). Equipas: 1.ª CPR A-do-Barbas.

Fonte:  http://da.ambaal.pt