A 4º vitória do Farense na 5ª jornada do Campeonato Nacional da 3ª divisão, foi bastante mais suada do que se previa, atendendo à tabela classificativa que mostrava um Farense com 3 vitórias e um empate, enquanto que o aljustrelense apenas tinha um empate. O Farense iniciou o jogo em ritmo acelerado, tentando chegar ao golo o mais depressa possível, no entanto o Aljustrelense que defendeu sempre muito bem, opôs-se tenazmente a que tal acontecesse, até porque os alas Farenses hoje se mostraram completamente desinspirados, falhando sistematicamente cruzamentos atrás de cruzamentos. E apenas aos 33 minutos, uma entrada rápida pela esquerda o ala Farense conseguiu fugir ao defensor Aljustrelense e cruzar na direcção de Vila que fez o único
golo da partida.
O Farense, apesar do golo manteve-se no ataque até metade da 2ª parte, altura em que os treinadores começaram as substituições e o Aljustrelense começou a ameaçar a baliza de Serrão, sem no entanto criar demasiado perigo, mas adivinhava-se que algo poderia acontecer pois a equipa de Aljustrel, muito superior fisicamente ao adversário, não desistia de tentar o empate, nomeadamente à custa de bolas paradas em que a superioridade dos homens de Aljustrel era bem nítida. O Farense tremeu e estve quase a baquear, já nos descontos quando um homem de Aljustrel apareceu na cara de Serrão, mas não foi totalmente feliz pois ao ser acossado por um adversário acabou por deixar a bola escapar na direcção da baliza, mas o guarde redes farense estirou-se bem e conseguiu segurar a vitória.
Finalmente, é de realçar que no último lance do jogo, todos os jogadores do Aljustrelense se colocaram na área do Farense e no ressalto, a bola sobrou para Justo que fez um enorme sprint em direcção à baliza adversária, acompanhado pelo Guarda Redes do Mineiro, um defesa e por Igor. Chegado à área adversária, como o G. redes já estava na baliza enviou a bola para Igor que permitiu a defesa ao guarda redes, assim terminou o jogo, com um suspiro de alivio para os locais que já estavam pouco confiantes...
Cronica de Eduardo Roque

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