SELEÇÕES MAIS TITULADAS NÃO MARCAM PRESENÇA
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A
19.ª edição do Mundial Sub-20 promete espetáculo mas arranca já com
dois handicaps: as ausências de Argentina, recordista de títulos
(seis) e Brasil, atual detentor do troféu. Estas são igualmente as duas
seleções com mais conquistas na prova - o escrete triunfou em cinco
ocasiões - e, assim sendo, a Turquia sentirá um vazio sem as jovens
estrelas que estes dois países lançam regularmente para o "planeta
futebol".
Desta forma, Portugal chega à Turquia com o estatuto de seleção mais bem sucedida, graças aos seus dois títulos, conquistados em 1989 e 1991. Depois da surpreendente prestação na última edição, onde apenas caiu na final frente ao Brasil, a Seleção Nacional tentará repetir a gracinha através de uma geração de enorme talento, composta por nomes como Bruma, Ricardo ou João Mário. Juntamente com Espanha, França e Inglaterra, Portugal é um dos favoritos mas atenção aos conjuntos sul-americanos, nomeadamente o Paraguai, que conta com o benfiquista Derlis.
E se há dois anos a Colômbia viu nascer a Geração Coragem, hoje a Turquia prepara-se para conhecer uma das castas mais prometedoras do futebol português. Os 21 convocados têm escola, experiência e, claro, talento de sobra. Ilori, André Gomes e Bruma. Trio maravilha à parte, não falta quem prometa atingir semelhante estatuto. E aqui entram as águias Bruno Varela e João Cancelo, o portista Tiago Ferreira, os leões Mica, João Mário e Esgaio, o bracarense Tomás Dabó e o vimaranense (agora dragão) Ricardo, que conquistou a Taça de Portugal nas barbas do Benfica, mas não foi o único a celebrar um troféu nacional.
Entre os eleitos há espaço para campeões nacionais: da 1.ª Liga, Tozé, pelo FC Porto; da 2.ª, Rafael Veloso, Ricardo Alves e Tiago Silva, pelo Belenenses. Entre portas, sobram José Sá, promessa do Marítimo B, e Kiko, com a chancela da escola setubalense. Lá de fora, os “consagrados” Edgar Ié e Agostinho Cá e a (agradável) surpresa Aladje.
Desta forma, Portugal chega à Turquia com o estatuto de seleção mais bem sucedida, graças aos seus dois títulos, conquistados em 1989 e 1991. Depois da surpreendente prestação na última edição, onde apenas caiu na final frente ao Brasil, a Seleção Nacional tentará repetir a gracinha através de uma geração de enorme talento, composta por nomes como Bruma, Ricardo ou João Mário. Juntamente com Espanha, França e Inglaterra, Portugal é um dos favoritos mas atenção aos conjuntos sul-americanos, nomeadamente o Paraguai, que conta com o benfiquista Derlis.
E se há dois anos a Colômbia viu nascer a Geração Coragem, hoje a Turquia prepara-se para conhecer uma das castas mais prometedoras do futebol português. Os 21 convocados têm escola, experiência e, claro, talento de sobra. Ilori, André Gomes e Bruma. Trio maravilha à parte, não falta quem prometa atingir semelhante estatuto. E aqui entram as águias Bruno Varela e João Cancelo, o portista Tiago Ferreira, os leões Mica, João Mário e Esgaio, o bracarense Tomás Dabó e o vimaranense (agora dragão) Ricardo, que conquistou a Taça de Portugal nas barbas do Benfica, mas não foi o único a celebrar um troféu nacional.
Entre os eleitos há espaço para campeões nacionais: da 1.ª Liga, Tozé, pelo FC Porto; da 2.ª, Rafael Veloso, Ricardo Alves e Tiago Silva, pelo Belenenses. Entre portas, sobram José Sá, promessa do Marítimo B, e Kiko, com a chancela da escola setubalense. Lá de fora, os “consagrados” Edgar Ié e Agostinho Cá e a (agradável) surpresa Aladje.
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