Um percurso, uma corrida, um convívio e uma preocupação, assim se apresentam as Brisas do Atlântico, a que não falta a missão de solidariedade. Mais do que um sucesso, uma referência no Sudoeste.
Texto e foto Firmino Paixão
Um milhar de participantes reunidos em torno do objetivo de usufruir a beleza da costa vicentina, através da competição ou do mero lazer e de ajudar em causas sociais (a receita será dirigida a famílias carenciadas). Almograve foi uma vez mais o ponto de partida da maioria das atividades: cicloturismo, Btt, patinagem de velocidade, desporto adaptado, pedestrianismo, atletismo e run & bike. De Milfontes saiu a primeira etapa do Campeonato Nacional de Kayak Mar e realizou-se a pesca desportiva.
“Um evento que já tem pergaminhos e conta com muitos adeptos. Uma prova muito bonita, num ambiente natural que se aconselha a qualquer cidadão. Alguns vêm competir, outros apenas participar e penso que foi uma excelente ideia o alargamento do leque de modalidades que foram consideradas nesta prova. As Brisas são, de facto, já uma referência no Sudoeste de Portugal”, referiu José Alberto Guerreiro, presidente da Câmara de Odemira.
Num concelho que promove eventos de grande importância e dimensão será que no plano desportivo as Brisas do Atlântico querem ocupar a liderança? O autarca esclareceu: “A par de um conjunto de grandes eventos desportivos, as Brisas serão certamente um dos primeiros. Estou a lembrar-me das provas do 25 de Abril, o Crosse dos Cavaleiros também é uma boa referência. Diria que esta está integrada num conjunto de quatro provas que são as principais e que querem expressar a ideia de que o concelho de Odemira, pela sua valência de natureza, pela extensão territorial e também pela sua dinâmica desportiva e recreativa, afirma-se com um conjunto de provas que são o espelho dessa dinâmica”.
Mas as Brisas encerram uma componente de solidariedade que é mobilizadora, insistimos, e o autarca odemirense completou: “As Brisas também têm, de facto, este efeito de solidariedade, são uma prova que tem uma dimensão que ultrapassa a própria atividade desportiva e recreativa, e que já ganharam o reconhecimento popular, mas também o reconhecimento local e regional”, concluiu José Alberto Guerreiro, antes de partir também para a sua prova de pedestrianismo.
Um recorde nacional em patinagem de velocidade No plano desportivo destacaram-se os seguintes atletas, como vencedores das diferentes provas, com relevo para o recorde nacional dos 20 quilómetros em patinagem de velocidade batido pelo atleta do Roller Lagos. Atletismo (20km): 1.º Luís Feiteira (RB Runing), 1.02.15h. Patinagem de velocidade (20km) – seniores masculinos: 1.º Diogo Marreiros (Roller Lagos), 32.43m (recorde nacional); seniores femininos: 1.ª Ana Oliveira (Aljezurense), 46.38m. Kayak mar absoluto e K2 (23km): 1.º Sérgio Jesus/
/Nuno Silva (CN Milfontes), 1.42.14h. K1: Luís Ventura (CC Setúbal), 1.47.31h.
Fonte: http://da.ambaal.pt
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