Com
a mesma satisfação com que chegou à Seleção nacional feminina sub-17,
Sara Monteiro admite que se sente realizada cada vez que toca na bola.
A
defesa lusa admite que cada chamada à Equipa das Quinas é especial,
facilitando a integração num grupo que cada vez fica mais forte. "Para
mim, tal como para qualquer jogadora que cá está, cada chamada à Seleção
Nacional é especial, é como se fosse a primeira, é um orgulho enorme,
uma satisfação muito grande. Mas, há medida que o tempo passa, sinto que
o grupo fica mais unido e com mais vontade de trabalhar, por isso
quantas mais vezes for chamada mais fácil será integrar a equipa."
Já com os olhos postos na fase de qualificação para o Europeu (a disputar em Israel, no início de Agosto), Sara Monteiro garante que assim que as jogadoras disputarem o primeiro jogo toda a ansiedade desaparecerá. "Temos trabalhado cada vez mais concentradas com a equipa técnica para estarmos bem preparadas e para sabermos lidar com o nervosismo e ansiedade, porque afinal este será o maior desafio das nossas vidas. Todas estamos nervosas, mas todas trabalhamos para o mesmo, por isso será igual para todas e assim que começarmos a jogar tudo passa, porque a melhor forma de lidar com o nervosismo é jogar. Temos trabalhado bem durante estas três semanas e sabemos que os treinos têm sido preparados a pensar em nós e mesmo que não estejamos habituadas a esta carga física, sabemos que é para nosso bem e no final sairemos mais fortes".
Nestes meses de trabalho com a equipa técnica nacional, a internacional lusa diz que a motivação é a palavra chave na relação que estabeleceu com os treinadores. "Todos os dias os nossos treinadores nos dizem que se estamos cá é porque temos qualidade e isso faz com que nos sintamos elogiadas e motivadas, sentimo-nos bem connosco mesmas. Dizem-nos sempre para sermos felizes e nós somos felizes quando temos a bola", concluiu.
Já com os olhos postos na fase de qualificação para o Europeu (a disputar em Israel, no início de Agosto), Sara Monteiro garante que assim que as jogadoras disputarem o primeiro jogo toda a ansiedade desaparecerá. "Temos trabalhado cada vez mais concentradas com a equipa técnica para estarmos bem preparadas e para sabermos lidar com o nervosismo e ansiedade, porque afinal este será o maior desafio das nossas vidas. Todas estamos nervosas, mas todas trabalhamos para o mesmo, por isso será igual para todas e assim que começarmos a jogar tudo passa, porque a melhor forma de lidar com o nervosismo é jogar. Temos trabalhado bem durante estas três semanas e sabemos que os treinos têm sido preparados a pensar em nós e mesmo que não estejamos habituadas a esta carga física, sabemos que é para nosso bem e no final sairemos mais fortes".
Nestes meses de trabalho com a equipa técnica nacional, a internacional lusa diz que a motivação é a palavra chave na relação que estabeleceu com os treinadores. "Todos os dias os nossos treinadores nos dizem que se estamos cá é porque temos qualidade e isso faz com que nos sintamos elogiadas e motivadas, sentimo-nos bem connosco mesmas. Dizem-nos sempre para sermos felizes e nós somos felizes quando temos a bola", concluiu.
Fonte: FpF.pt
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