Futebol - Sub-17
Melhorar processos
Com
quatro dias de trabalho e uma vitória no jogo-treino diante dos
Iniciados B de Rio Maior, Susana Cova fez um balanço positivo de mais um
estágio.
Depois de garantida a
presença na segunda fase de qualificação para o Europeu, a Seleção
Nacional feminina sub-17 esteve concentrada em Rio Maior para mais um
estágio de preparação que ficou concluído na manhã desta quinta-feira.
Admitindo um arranque de estágio menos positivo, Susana Cova considera que a avaliação do trabalho é bastante agradável, tendo em conta a resposta das jogadoras.
"Partimos para estes dias de trabalho com o intuito de observar as jogadoras, procurar soluções e saber quando optar por esta ou aquela solução, mas no início do estágio ficamos um pouco preocupados. A maioria das jogadoras tem de fazer exames médico-desportivos, de avaliação morfológica e física, que lhes permitem subir de escalão e a verdade é que muitas delas ainda não tinha realizado esses exames. Outras, não tinham ainda avançado com a preparação nos clubes nem tinham cumprido o plano individual que determinámos. Ao final do primeiro e segundo dias, os indíces físicos estavam abaixo do expectável, mas a verdade é que voltaram a surpreender-nos no que à assimilação de conteúdos e pressupostos diz respeito e aplicaram-nos na perfeição no jogo-treino. Esperamos que depois destes dias, as jogadoras tenham percebido que é importante seguirem o plano de preparação individual para estarem ao nível das restantes companheiras."
Até ao arranque da qualificação, em outubro, a treinadora nacional afirma que ainda há alguns processos a aperfeiçoar e que serão estes os momentos ideais para o fazer. "Decorrente da avaliação que fizemos no primeiro apuramento, traçámos um plano de aperfeiçoamento de determinados aspetos ofensivos e defensivos, quer nas transições quer na própria organização, bem como alguns esquemas táticos. Neste estágio focámo-nos no setor defensivo e no próximo já tentaremos explorar mais as transições defesa-ataque com um adversário diferente."
Admitindo um arranque de estágio menos positivo, Susana Cova considera que a avaliação do trabalho é bastante agradável, tendo em conta a resposta das jogadoras.
"Partimos para estes dias de trabalho com o intuito de observar as jogadoras, procurar soluções e saber quando optar por esta ou aquela solução, mas no início do estágio ficamos um pouco preocupados. A maioria das jogadoras tem de fazer exames médico-desportivos, de avaliação morfológica e física, que lhes permitem subir de escalão e a verdade é que muitas delas ainda não tinha realizado esses exames. Outras, não tinham ainda avançado com a preparação nos clubes nem tinham cumprido o plano individual que determinámos. Ao final do primeiro e segundo dias, os indíces físicos estavam abaixo do expectável, mas a verdade é que voltaram a surpreender-nos no que à assimilação de conteúdos e pressupostos diz respeito e aplicaram-nos na perfeição no jogo-treino. Esperamos que depois destes dias, as jogadoras tenham percebido que é importante seguirem o plano de preparação individual para estarem ao nível das restantes companheiras."
Até ao arranque da qualificação, em outubro, a treinadora nacional afirma que ainda há alguns processos a aperfeiçoar e que serão estes os momentos ideais para o fazer. "Decorrente da avaliação que fizemos no primeiro apuramento, traçámos um plano de aperfeiçoamento de determinados aspetos ofensivos e defensivos, quer nas transições quer na própria organização, bem como alguns esquemas táticos. Neste estágio focámo-nos no setor defensivo e no próximo já tentaremos explorar mais as transições defesa-ataque com um adversário diferente."
Fonte: FpF.Pt
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