Depois disto, que há a dizer? Apenas que o Farense disputou o pior jogo da
época, sem chama, sem fio de jogo, sem nada. Normalmente nas outras equipas, quando
há mudança de treinador, os jogadores empertigam-se, arranjam forças extra e
normalmente acabam por fazer jogos positivos, mas desta vez nada disso aconteceu.
Nem o facto do adversário ter ficado reduzido a 10 unidades à meia hora de jogo,
motivou os jogadores da casa para algo mais que não fosse deixar correr o tempo, sem
nunca forçar o ritmo de jogo que foi definido pelo adversário.
Com o que se passou em campo, o empate até acaba por ser um resultado
positivo, só possível porque o adversário não quis jogar.
Claro que o Farense ainda criou mais 3 ou 4 ocasiões de golo nítido, mas como é
hábito falhou-as naturalmente. O que vale é que o Adelaja ainda não se habituou a atirar
todas as bolas para fora e acertou na baliza, correspondendo a um cruzamento de Ibukun
que se isolou na única jogada em que os médios tentaram meter uma bola nas costas da
defesa contrária.
Como esta semana chegou um novo treinador, espero que seja capaz de explicar
aos jogadores como se joga para ganhar, como se defende e ataca, como deve ser a
atitude...
Se olharmos para a ficha do jogo constatamos que o Farense teve 7 (SETE)
cartões amarelos, o que contradiz tudo o que eu disse sobre a passividade e falta de
empenho dos jogadores... Só o árbitro saberá explicar, pois eu não...
Mas continuamos com confiança a acreditar que este mau momento já passou...
Crónica de Eduardo Roque
Crónica de Eduardo Roque

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