Jerónimo Duro, Manuel Serrano, Joaquim Alves dos Santos, António Vitória, Joaquim Cavaco, Francisco Fresco, João Mimoso, José Carlos Augusto, António Costa e José Manuel foram os rostos que deram corpo à fundação da Associação Cultural e Recreativa Zona Azul (Acrza) no dia 9 de outubro de 1975. Nascia uma nova coletividade em Beja e que cedo se dimensionou no tempo, cristalizando atletas em diversas disciplinas desportivas. Conheço bem a sua realidade. A sua envolvência. Aliás, a empatia registada na área da gestão dos meios é, e será sempre, intocável, opino. Insiste-se, e com razão, em enaltecer a Acrza como uma coletividade onde predomina a conceção de como se gere um clube em toda a linha. Com um património de certo modo valioso, construído por mestres de uma escola de dirigentes que fizeram história no conturbado mundo de ilustres mentores, o clube das Alcaçarias, como ousa ouvir-se na velha Pax Julia, embora eu próprio jamais compartilhasse essa profecia, ostenta no seu emblema, que é da cidade, uma bandeira que reflete um trabalho intenso ao longo de cada época desportiva. O número de atletas teima em progredir de ano para ano. Aplaudo, com justiça. Fonte fidedigna garantiu-‑nos que a Zona Azul depara-se atualmente com cerca de 600 atletas em atividade, distribuídos entre federados e não federados. Muita gente para uma cidade onde a componente física é por vezes relegada para um plano secundário. Todavia, a Acrza assume a sua condição de agremiação eclética. No passado dia 9, quarta-‑feira, nas comemorações da Gala do 38.º Aniversário, 14 atletas das diversas modalidades foram alvo de uma homenagem face ao estatuto de internacionais alcançado ao longo das suas carreiras. Uma honra para os atletas, para a Zona Azul, para a região e, naturalmente, para Beja. Bem-haja a vossa luta quotidiana e parabéns pelos sucessos acumulados!
Fonte: http://da.ambaal.pt/
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