Futebol - Seleção A
Sem derrotismos
Mesmo
sabendo que a qualificação para o Mundial 2015 não será fácil, Neide
Simões assume postura combativa e garante que Portugal não baixa os
braços.
A sub-capitã da
Equipa das Quinas fez a antevisão do jogo agendado para esta
quarta-feira, diante da formação albanesa, e, depois de já estar traçado
o perfil da adversária, garante que só a vitória interessa. "Estamos
cientes que não será um jogo fácil, apesar de o parecer, mas o que conta
é estarmos unidas em torno do mesmo objetivo como estamos e o que nos
interessa é simplesmente a vitória. Já percebemos que a Albânia será uma
equipa 'chata', muito fechada na defesa e que nos vai obrigar,
teoricamente, a sermos mais ousadas, a atacar mais, mas estamos a
preparar-nos para isso mesmo."
Destacando o contributo que a habitual capitã Edite Fernandes, a contas com uma lesão, tem dado à equipa, Neide Simões explica que o mais importante neste momento é dar continuidade ao legado deixado e construir uma equipa forte. "É normal que a ausência de algumas pessoas, que eram importantes para o grupo como a Edite, se faça sentir, mas, neste momento, temos de deixar isso de parte e, enquanto capitãs, temos de trabalhar de forma a que o grupo se mantenha tão forte como era até agora. O nosso principal intuito, sejamos capitãs ou não, é construir um grupo unido e que reme para o mesmo lado de forma a conseguirmos as tão ansiadas vitórias e penso que estamos a ser bem sucedidas."
Olhando para a classificação do grupo 5, onde Portugal partilha a pontuação com a Albânia - com três pontos -, a guardiã lusa defende uma postura combativa e garante que a formação lusa não baixará os braços até ao final da qualificação para o Campeonato do Mundo de 2015. "Matematicamente o sonho não é impossível, por isso não podemos deixar de acreditar numa qualificação apenas por termos passado por dois jogos mais complicados. Acreditamos sim [na qualificação] e mesmo que matematicamente não fosse possível, não deixaríamos de lutar, porque isso significaria adotar uma postura derrotista que não possuímos. Lutar até ao final, querer sempre mais é aquilo que nos move."
Fonte: FpF.Pt
Destacando o contributo que a habitual capitã Edite Fernandes, a contas com uma lesão, tem dado à equipa, Neide Simões explica que o mais importante neste momento é dar continuidade ao legado deixado e construir uma equipa forte. "É normal que a ausência de algumas pessoas, que eram importantes para o grupo como a Edite, se faça sentir, mas, neste momento, temos de deixar isso de parte e, enquanto capitãs, temos de trabalhar de forma a que o grupo se mantenha tão forte como era até agora. O nosso principal intuito, sejamos capitãs ou não, é construir um grupo unido e que reme para o mesmo lado de forma a conseguirmos as tão ansiadas vitórias e penso que estamos a ser bem sucedidas."
Olhando para a classificação do grupo 5, onde Portugal partilha a pontuação com a Albânia - com três pontos -, a guardiã lusa defende uma postura combativa e garante que a formação lusa não baixará os braços até ao final da qualificação para o Campeonato do Mundo de 2015. "Matematicamente o sonho não é impossível, por isso não podemos deixar de acreditar numa qualificação apenas por termos passado por dois jogos mais complicados. Acreditamos sim [na qualificação] e mesmo que matematicamente não fosse possível, não deixaríamos de lutar, porque isso significaria adotar uma postura derrotista que não possuímos. Lutar até ao final, querer sempre mais é aquilo que nos move."
Fonte: FpF.Pt
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