Depois dos dois primeiros estágios da época, a
treinadora nacional fez um balanço do trabalho desenvolvido, destacando a
evolução na aprendizagem das jovens jogadoras.
Futebol Fem. – Sub-16
A Seleção Nacional feminina sub-16 encerrou, esta
quinta-feira, o segundo estágio da época e já com o pensamento na
participação no Torneio de Desenvolvimento da UEFA, no início de maio.
Depois de um primeiro contacto com as rotinas e formas de estar da Seleção Nacional, durante o mês de março, Susana Cova mostrou-se satisfeita com a disponibilidade das jogadoras para absorverem os ensinamentos transmitidos.
"No primeiro estágio, tentamos transmitir às jogadoras bastante informação, o que é sempre muito complicado para quem ouve tudo pela primeira vez. Tentamos incutir uma identificação com os valores nacionais, transmitir as noções de rigor, disciplina e responsabilidade que são exigidas ao nível do trabalho com as seleções, além daquelas relacionadas com os aspetos técnico-táticos. Como eram muitas normas e orientações, no primeiro estágio sentimos alguma dificuldade nesta adaptação e deixámos-lhes indicações para o que era necessário melhorar no imediato. Neste segundo estágio sentimos que as jogadoras estavam mais disponíveis para tudo que havia sido transmitido e houve uma melhor adaptação", explicou.
Ultrapassado o entrave inicial da adaptação, a técnica garante que o balanço deste segundo estágio é positivo, mas o futuro do grupo é ainda difícil de prever. "É um grupo praticamente renovado, poucas são aquelas que alguma vez trabalharam connosco ao nível das Seleções Nacionais e por isso o esforço de adaptação teve de ser maior. Apesar dos modelos e ideias de jogo serem transversais, existem sempre formas de liderar diferentes e que têm de se adaptar também ao tipo de grupo com que trabalhamos. Foi um estágio muito positivo, com metade das jogadoras ainda do escalão de sub-15 e a outra metade sub-16, mas ainda é cedo para perspetivar alguma coisa. O que é certo é que as jogadoras mostraram que estão no sentido que nós pretendemos, ou seja, estão disponíveis para receber informação, para aprender, para aplicar novos conceitos e, sobretudo, prontas para trabalhar colocando o espírito de grupo acima do individual."
Perspetivando a derradeira competição da época, o Torneio de Desenvolvimento da UEFA, Susana Cova explica que as decisões não estão totalmente tomadas, graças à qualidade das jogadoras. "Felizmente, deram-nos dores cabeça positivas e vão obrigar-nos a ponderar algumas situações. Temos uma jogadora nas sub-17 que ainda poderá dar o seu contributo a este grupo, mas teremos de avaliar o rendimento dela durante o Torneio da UEFA desse escalão para depois decidirmos se poderá integrar as sub-16 em maio. O grupo geral, obviamente, sairá deste lote de 36 jogadoras que estão referenciadas para este grupo e que temos vindo a acompanhar."
Fonte: FpF.PT
Depois de um primeiro contacto com as rotinas e formas de estar da Seleção Nacional, durante o mês de março, Susana Cova mostrou-se satisfeita com a disponibilidade das jogadoras para absorverem os ensinamentos transmitidos.
"No primeiro estágio, tentamos transmitir às jogadoras bastante informação, o que é sempre muito complicado para quem ouve tudo pela primeira vez. Tentamos incutir uma identificação com os valores nacionais, transmitir as noções de rigor, disciplina e responsabilidade que são exigidas ao nível do trabalho com as seleções, além daquelas relacionadas com os aspetos técnico-táticos. Como eram muitas normas e orientações, no primeiro estágio sentimos alguma dificuldade nesta adaptação e deixámos-lhes indicações para o que era necessário melhorar no imediato. Neste segundo estágio sentimos que as jogadoras estavam mais disponíveis para tudo que havia sido transmitido e houve uma melhor adaptação", explicou.
Ultrapassado o entrave inicial da adaptação, a técnica garante que o balanço deste segundo estágio é positivo, mas o futuro do grupo é ainda difícil de prever. "É um grupo praticamente renovado, poucas são aquelas que alguma vez trabalharam connosco ao nível das Seleções Nacionais e por isso o esforço de adaptação teve de ser maior. Apesar dos modelos e ideias de jogo serem transversais, existem sempre formas de liderar diferentes e que têm de se adaptar também ao tipo de grupo com que trabalhamos. Foi um estágio muito positivo, com metade das jogadoras ainda do escalão de sub-15 e a outra metade sub-16, mas ainda é cedo para perspetivar alguma coisa. O que é certo é que as jogadoras mostraram que estão no sentido que nós pretendemos, ou seja, estão disponíveis para receber informação, para aprender, para aplicar novos conceitos e, sobretudo, prontas para trabalhar colocando o espírito de grupo acima do individual."
Perspetivando a derradeira competição da época, o Torneio de Desenvolvimento da UEFA, Susana Cova explica que as decisões não estão totalmente tomadas, graças à qualidade das jogadoras. "Felizmente, deram-nos dores cabeça positivas e vão obrigar-nos a ponderar algumas situações. Temos uma jogadora nas sub-17 que ainda poderá dar o seu contributo a este grupo, mas teremos de avaliar o rendimento dela durante o Torneio da UEFA desse escalão para depois decidirmos se poderá integrar as sub-16 em maio. O grupo geral, obviamente, sairá deste lote de 36 jogadoras que estão referenciadas para este grupo e que temos vindo a acompanhar."
Fonte: FpF.PT
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