Os iniciados do Juventude de Évora realizaram hoje o segundo jogo de
preparação da temporada tendo recebido no relvado natural do Estádio
Sanches de Miranda a formação do Despertar de Beja. A equipa treinada
por Hugo Cansado empatou 1-1 num bom jogo de treino com as duas equipas a
experimentarem várias situações de jogo. O Juventude marcou primeiro
por intermédio de António Carvalho golo apontado na primeira parte. O
Despertar conseguiu a igualdade já na segunda parte.
sábado, 5 de agosto de 2017
Noticias do Futebol do Distrito de Evora
Luís Ramos vai treinar São Bartolomeu do Outeiro
Luís
Ramos será o treinador do GDC São Bartolomeu do Outeiro. Como jogador
teve passagens pelo Cortiço, Alcaçovenseo, Machede, Aguiar, Renascente,
Sport Lisboa e Évora e Juventude, como treinador teve o ano passado nos
juvenis dos Canaviais onde foi campeão distrital e fez a fase de
manutenção no Campeonato de Portugal Prio pelo Sporting Viana do
Alentejo, em ambos os casos como adjunto. Inicia agora a sua carreira
como treinador principal e desejamos as maiores felicidades para a a
época 2017/2018 !
Fonte: https://www.facebook.com/GDC-São-Bartolomeu-do-Outeiro-854360151273811/
Fonte: https://www.facebook.com/GDC-São-Bartolomeu-do-Outeiro-854360151273811/
Ivanildo reforça Juv. Évora
O avançado de 20 anos da Guiné Bissau Ivanildo Nhaga assinou pelo
Juventude e é mais um reforço para a equipa treinada por João Guerra. O
atleta que tem vinculo com o Sporting Farense foi cedido ao Juventude de
Évora.
Ivanildo esteve na temporada passada ao serviço do GDRCanaviais ,
anteriormente o avançado fez formação e jogou no Futebol Benfica.
Curiosamente Ivanildo na temporada 2015/16 então ao serviço do Futebol
Benfica fez grande parte dos seus treinos da temporada com os juniores
do Juventude que nessa temporada disputaram o Campeonato Nacional devido
a estar a viver em Évora onde estuda na Universidade.
Fonte: http://futebol-evora.blogspot.pt/
Sporting enfrenta Steaua Bucareste no play-off

Liga dos Campeões
Os leões vão discutir o acesso à fase de
grupos da Liga dos Campeões com a formação romena. O primeiro jogo será
em Alvalade, a 15 de agosto, sendo que a deslocação à Roménia será a 23
do mesmo mês.
O Sporting já conhece o adversário no play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. A formação leonina vai enfrentar o Steaua Bucareste, segundo ditou o sorteio desta sexta-feira, realizado em Nyon, na sede da UEFA.
O primeiro encontro desta luta por um lugar na liga milionária será realizado em Alvalade, a 15 de agosto, sendo que a eliminatória será encerrada em Bucareste, a 23 do mesmo mês.
Eis o resultado completo do sorteio:
Caminho dos Campeões
Qarabag (Azerbaijão) – Copenhaga (Dinamarca)
Apoel (Chipre) – Slavia Praga (República Checa)
Olympiakos (Grécia) – Rijeka (Croácia)
Celtic (Escócia) – Astana (Cazaquistão)
Hapoel Beer-Sheva (Israel) – Maribor (Eslovénia)
Caminho da Liga
Istambul Basaksehir (Turquia) – Sevilha (Espanha)
Young Boys (Suíça) – CSKA Moscovo (Rússia)
Nápoles (Itália) – Nice (França)
Hoffenheim (Alemanha) – Liverpool (Inglaterra)
Sporting (Portugal) – Steaua Bucareste (Roménia)
Fonte: FpF.PT
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Francisco Gaitinha, um percurso de quase quatro décadas ligado ao judo
“Quando chego ao dojo e visto o kimono potencio todos aqueles sentimentos que fazem parte do Código Moral do Judo, a gentileza, a coragem, a sinceridade, a honra, a modéstia, o respeito, o autocontrolo e a amizade”, confessou Francisco Gaitinha, conhecido judoca bejense.
Texto e foto Firmino Paixão
“São regras fundamentais” assegurou. “São normas comportamentais que nos devem guiar, não só quando estamos no tapete, mas que fazem parte dos nossos hábitos diários, por isso, confesso que me sinto outra pessoa. Quando pisamos o tapete sentimo-nos realizados, só privilegiamos a amizade”.
Uma carreira longa e ímpar dedicada a uma modalidade que serviu como atleta, árbitro e dirigente. Uma história de vida contada na primeira pessoa: “Comecei a trabalhar aos 12 anos na Fotopax, aos poucos fui descobrindo que o meu patrão, Manuel Fonseca, era praticante de judo. Um dia perguntei-lhe se poderia experimentar. Nesse tempo era complicado, era um desporto algo elitista, mas ele autorizou-me, o meu pai também. Aos 14 anos comecei a praticar judo e não mais parei”, revelou, com alguma saudade, recordando: “O meu primeiro mestre foi o fotógrafo Manuel Fonseca, foi ele que me deu a mão para eu abraçar esta modalidade, e hoje sinto uma verdadeira paixão pela modalidade, aliás, o Judo Clube de Beja é a minha segunda casa, é aqui que me sinto bem”.
Como atleta teve uma carreira prestigiante. Foi campeão nacional e subiu a vários pódios de torneios nacionais e internacionais, com relevo para os que tributam a carreira e a memória de Kiyoshi Kobayashi, que venera com enorme respeito e gratidão, pelo que o mestre japonês fez, também, pelo judo bejense. Francisco Gaitinha subiu progressivamente na hierarquia do dojo bejense, mas fez questão de acentuar: “Quando chegou a Beja o médico cirurgião Vítor Costa, no ano de 1982, incentivou-nos a competir de uma forma mais intensa. Começámos a participar em competições de uma forma mais regular, na altura existiam algumas limitações, mas o mestre Vítor Costa deu um impulso muito grande para que nós participássemos em provas, ainda hoje o faz. É um exímio campeão e um grande treinador, saudamo-lo sempre que está presente, porque é uma pessoa muito conhecedora do judo”.
Pelo gosto e dedicação pela modalidade foi, com naturalidade, que Gaitinha progrediu na graduação: “Cheguei ao cinto negro, atualmente sou 4.º dan, este ano estou a treinar e a aperfeiçoar determinadas katas para chegar ao 5.º dan, que é o topo dos cintos negros, depois, o seguinte será o 6.º dan, que é a graduação que tem um cinto branco e vermelho, uma das máximas que ambicionamos e a mais alta que temos em Beja, que é a do doutor Vítor Costa”.
Francisco Gaitinha, hoje com 52 anos, enveredou mais tarde, em 1989, pela carreira de árbitro. Foi juiz estagiário, regional e nacional, chegando à elite em 2002 e galardoado em 2007, pela Federação Portuguesa de Judo, com o título de “Árbitro elite do ano”. Durante 20 anos integrou a Comissão Nacional de Arbitragem e atualmente preside à recém-criada Associação Nacional de Árbitros.
O seu currículo de bons serviços prestados ao judo não ficaria completo se não enveredasse ainda pela carreira de treinador: “Fiz os cursos de 1. º e 2.º grau, dei aulas em vários clubes no Baixo Alentejo, fui diretor técnico da Associação de Judo de Beja durante 26 anos, treinador de judo na Escola Superior de Educação durante três anos e há 27 anos no meu clube”. O seu clube, o Judo Clube de Beja, emblema a que tem dedicado uma vida e que serve com uma invulgar polivalência: “Há 22 anos que sou presidente do Judo Clube de Beja, o mais antigo de Portugal, é um orgulho enorme estar à frente deste clube, tenho aqui feito um pouco de tudo, naturalmente, com a ajuda dos meus colegas de direção, melhorámos o ginásio, eliminámos um pilar que estava no meio da sala e aumentámos o espaço de treino, construímos balneários, climatizámos as instalações, temos uma sala de musculação, um espaço de sauna, temos uma sede que nos orgulha, qualquer pessoa pode frequentar, deixar os miúdos a praticar judo e ao mesmo tempo fazerem sauna ou musculação”.
Francisco Gaitinha sabe que “sem respeito não há confiança” e que “a amizade é o mais puro dos sentimentos”, princípios consagrados no Código do Judo e assegurou: “Somos irmãos uns dos outros, somos todos amigos, não foi por acaso que a Unesco distinguiu o judo como o melhor desporto de formação para crianças e jovens, como o desporto mais completo e que promove os valores da amizade, participação, respeito e esforço para melhorar”. Mas sempre recorda que: “Tenho muitos atletas que subiram ao pódio como campeões, mas tenho muito mais atletas que foram campeões na vida social”.
Fonte: http://da.ambaal.pt
Moura Atlético Clube tem os reais objetivos desportivos bem guardados
O Campeonato de Portugal está prestes a começar e a equipa do Moura Atlético Clube já regressou ao trabalho, com o plantel mais forte e capaz de concretizar o objetivo de assegurar a manutenção.
Texto e foto Firmino Paixão
O treinador Tiago Raposo mantém-se na liderança do grupo. Uma continuidade que considera natural e justificada pela “boa época desportiva que conseguimos e por existir um bom relacionamento entre a equipa técnica e o clube”. Numa casa por onde, em tempo recente, passaram inúmeros treinadores, a renovação de Tiago Raposo indicia o regresso da estabilidade, como o próprio admitiu: “Conseguimos transmitir essa segurança à direção e, realmente, existe muita estabilidade no seio do clube, não só desportiva, mas em todas as áreas”.
Continua a ser um clube apetecível para qualquer jogador ou treinador?Realmente é um clube muito apetecível. Não me meto muito nessa parte das contratações, além daquilo que vou dialogando com o presidente, mas sei que houve muita gente a oferecer-se, houve inúmeros treinadores que quiseram vir para cá, o que é normal. Contudo, eu e o presidente estamos em sintonia, mantemos a mesma linha, que é um sentimento de confiança e estabilidade. Estive sempre tranquilo, nada me afetou, assim como a direção e o presidente sabem que eu estou tranquilamente focado neste projeto.
Regressaram ao trabalho com renovada motivação?Regressámos com muita ambição e com o objetivo prioritário de conseguirmos a manutenção o mais rapidamente possível. Neste ano descem seis equipas e pode haver aqui um certo alarme, mas sei que tenho aqui muita qualidade. Naturalmente que queremos resolver rapidamente essa questão da manutenção, pensando jogo a jogo e tentando ganhar o maior número deles. Se ganharmos todos os jogos ficaremos mais perto de o conseguir. Pela minha parte, preferia que isso acontecesse já em dezembro, depois aí pensaríamos noutra coisa.
Pensar noutra coisa será lutar por algo mais do que a manutenção?Vamos ver, não quero colocar a fasquia muito alta. Tenho os meus objetivos pessoais bem delineados e quando refiro pessoais, refiro-me à equipa técnica. Os objetivos do grupo também estão bem definidos, mas é uma coisa que guardamos para nós e que gostamos de ter bem fechadinha a sete chaves. Sabemos da exigência deste campeonato, temos de ter uma dose de humildade muito elevada porque vamos defrontar grandes equipas. Se não estivermos focados nas dificuldades que vamos sentir em todos os jogos, rapidamente cairemos na metade negativa, e isso não queremos. Os argumentos são trabalho, humildade e respeito pelos adversários, disputando cada jogo como se fosse uma final.
Tem um grupo mais forte e com mais soluções?O objetivo foi tornar o grupo mais forte. Já no ano passado houve uma escolha assente em algumas restrições financeiras que existiam, que se mantêm, mas fizemos escolhas com calma e não só no defeso, já o vínhamos fazendo desde janeiro com o último campeonato em curso. Referenciámos alguns alvos, fomos trabalhando com calma e conseguimos fechar praticamente o plantel. O planeamento é um dos nossos pontos fortes, não deixámos nada para a última hora. Escolhemos jogadores com qualidade desportiva e humana, porque privilegiamos essas condições. A qualidade desportiva trabalha-se, aperfeiçoa-se, mas a humana não se molda, ou se tem ou não.
O novo formato do campeonato é do seu agrado?Sim, agrada-me porque assegura muito mais a verdade desportiva, que agora será mais pura. O campeonato tem um molde semelhante aos campeonatos profissionais. O exemplo deve vir de cima. Atualmente é uma prova de resistência e não uma prova de velocidade como foi antes.
Abre o campeonato em Moura, com o Farense, será um bom jogo mas, na época passada, a equipa fazia melhores resultados fora de casa.Gosto sempre de começar em casa. No ano passado a equipa tinha mais à vontade fora de casa do que aqui em Moura. Os nossos adeptos são muito exigentes e a equipa era muito jovem, quando as coisas não saíam bem logo nos primeiros minutos, os adeptos ficavam impacientes e os jogadores ficavam algo nervosos. Fora de casa, sem essa pressão, controlavam o jogo mais facilmente mas, este ano, o grupo é mais experiente, temos outra qualidade.
Plantel do Moura Atlético Clube
Guarda-redes: Igor Landim e Gilson (ex-Sporting Viana); Defesas: João Tavira, Mamadi, Moussinga (ex- Amiens/França); Lucas e Pedro Almeida (ex--Mafra). Médios: Tó Miguel, Bruno Gomes, Bruno Torres, João Pinto (ex-Vila Franca Rosário) e Rafael Santos. Avançados: Miguel Lopes (ex-Malveira), Edmilson Viegas (ex-Gafetense), Bryan (ex-Amiens/França) e Drogba (ex-Sporting Bissau).
Fonte: http://da.ambaal.pt
Atlético Aldenovense
Em 20 de agosto de 1947, e justamente sob a égide do capitão Alcino Pires, fundou-se o Atlético Clube Aldenovense, constituindo-se a novel agremiação como a 11.ª filial do Atlético Clube de Portugal, dado que a afinidade ao emblema de Alcântara surgia intrinsecamente ligada à passagem como dirigente do então militar pelo grémio lisboeta. Porém, a sequência expectável da sigla foi efémera, uma vez que ao visitarmos a documentação existente na AF Beja reparamos que na ficha de inscrição como filiado, com data de 19 de novembro de 1947, três meses depois, já consta como Clube Atlético Aldenovense. De entre as várias pesquisas efetuadas não se apurou, ao certo, a legitimidade da modificação. Existem opiniões diversas, e já escassas, mas não pautadas por uma lícita credibilidade. Comenta-se que a dúvida terá permanecido às expensas diretivas do secretário-geral de nome Francisco Mendes, o homem a quem foi incumbida a tarefa em redigir os estatutos. Mas, o tempo atual não passa pelo recurso, embora sempre propício, a ilustres memórias passadas, mas para debitar pareceres sobre a recente situação que assolou a coletividade de Aldeia Nova de São Bento, hoje vila, com a ausência de listas a proporem-se para dar continuidade ao elenco cessante. É certo que o marasmo não agradava a ninguém, urgia uma adequada alternativa que pusesse fim ao pseudodrama observado. Assim, à quinta assembleia-geral fez-se luz e Manuel Luís Nunes, um homem que na qualidade de presidente levou, época 2000/2001, o Atlético a campeão distrital da primeira divisão, a avançar com uma lista e tudo ficou, finalmente, resolvido. Com a experiência desportiva que a vida nos concede, a que se junta um rol de dificuldades conhecidas que o mundo do dirigismo amador atravessa, aceita-se a indecisão constatada restando a certeza que nestas horas de hesitação há sempre alguém que assuma carregar às costas com o desarticulado andor e, numa leve arrumação de cargos entre antigos e novos diretores, conduza o profeta Maomé à montanha. E foi neste contexto que o povo da bola na localidade tranquilizou, sendo certo que o Atlético Aldenovense permanecerá no palanque desportivo regional bejense com as formações de seniores, juvenis, infantis e benjamins.
Fonte: http://da.ambaal.pt
O Campeonato Nacional de Juniores abre com o Milfontes em Pinhal Novo: O foco na formação
Comprometida com o sucesso alcançado, na época passada, no Campeonato Nacional de Juniores (2.ª Divisão), a equipa do Praia de Milfontes já vem preparando os novos desafios com elevada motivação.
Texto e foto Firmino Paixão
João Carlos Gameiro, treinador dos Juniores do Clube Desportivo Praia de Milfontes, sabe que, à medida que a equipa vai melhorando a sua prestação, as pessoas também exigirão mais e melhor, aliás, confessa mesmo que: “Nós próprios, equipa técnica e jogadores, também exigimos cada vez mais do nosso trabalho”. O treinador lembrou mesmo que “a época passada foi fantástica, talvez o momento mais alto da história do Praia de Milfontes até ao presente”.
A expectativa para o próximo campeonato é elevada?Sim, as melhores possíveis, sabendo que tivemos algumas baixas de jogadores que subiram a seniores, porque eram juniores de segundo ano, mas temos um bom grupo e, apesar de termos poucos jogadores, tentaremos fazer o melhor possível, pelo menos, tentar repetir o que fizemos na última época.
Provavelmente ainda terão atletas em férias, embora estejamos em presença de um clube do litoral?O nosso problema não é tanto devido a férias, o problema é que muitos destes miúdos já trabalham, têm ocupações sazonais que são típicas do período de verão. Essa é a maior dificuldade de pré-epoca, por isso temos trabalhado com menos jogadores. É complicado, há muitos que não têm podido treinar, realmente a época começa muito cedo, mas tem mesmo que ser assim, não há nada a fazer.
Conseguiu reforçar o plantel ou nem por isso?Temos poucos reforços, nós já tínhamos basicamente os melhores jogadores da nossa região, é muito difícil garantirmos outros reforços que não sejam jogadores da terra ou das zonas limítrofes. Temos três ou quatro novos jogadores, neste momento não conseguimos ter mais.
Sendo a única equipa do distrito nesta competição, estão limitados ao nível da realização de jogos treino…É um facto, não temos aqui na região nenhuma equipa que comece a trabalhar tão cedo e isso limita-nos muito e impede que iniciemos a época com os nossos índices competitivos próximo do desejado. Os primeiros jogos da época, que ainda deveriam ser de preparação, serão já em plena competição.
Terão os olhos postos na manutenção?A nossa meta é, claramente, a manutenção, mas o que pretendemos é que estes jogadores compitam no campeonato nacional. O principal objetivo é que eles passem por esta vivência, porque jogar um jogo no nacional equivale a jogar muitos num campeonato distrital.
Espera encontrar muitas dificuldades?Na verdade, neste ano o campeonato será ainda mais difícil, até porque o campeão distrital de Beja, o Aljustrelense, não quis ir ao campeonato nacional; o campeão distrital de Évora, o Calipolense, de Vila Viçosa, foi para a série de cima; e desceram equipas de Lisboa que vieram da 1.ª Divisão, portanto, será uma prova extremamente difícil.
Lamenta que o distrito de Beja não tenha outro representante na prova, nomeadamente o campeão distrital na época passada?
É triste, mas é um espelho daquilo que tem sido o nosso futebol distrital. Os clubes não conseguem criar condições para competir a nível distrital, quanto mais num campeonato nacional. Mas também já me apercebi que os clubes preferem disputar um campeonato distrital a ganhar com regularidade, do que competirem no nacional sem ganhar tantas vezes, mas melhorando a qualidade dos jogadores e promovendo as suas terras.
O Milfontes tem um historial recente na área da formação mas já colocou as equipas de juvenis e juniores em campeonatos nacionais…A direção do clube tem apostado o máximo possível nessa área. Procuramos formar bons jogadores, no sentido de possuirmos uma base de formação boa, até para podermos alimentar a nossa equipa sénior porque, afinal, o que se pretende é que estes miúdos cheguem a seniores e possam representar melhor o clube no campeonato distrital, com o objetivo de chegarmos um dia ao campeonato nacional de seniores.
Seria desejável que o primeiro fosse em Milfontes, mas abrem o campeonato no Pinhal Novo?Se pudéssemos jogaríamos todos os jogos em casa, mas tal não é possível. No ano passado fomos quatro vezes ao terreno do Pinhalnovense e ganhámos em três ocasiões. O que ficou para trás não nos dará pontos nesta época, será difícil, mas vamos com a confiança de fazermos o melhor possível. Se não confiarmos em nós próprios não conseguiremos transmitir esse sentimento aos outros, se formos confiantes teremos mais hipóteses de as coisas nos correrem melhor.
Plantel do Praia de Milfontes
Guarda-redes: Francisco Pacheco e Tiago Lança; defesas: Ricardo Alves, Leonardo Silva (ex-Renascente), Marcos Gonçalves, João Alfeirão, Diogo Pereira (juvenil), Tago Raposo e Vítor Fragoso; médios: Tomás Rosa, Tomás Fortuna, Marlon Victor, André Viana, Lindionson Silva (juvenil) e Paulo Alfeirão (juvenil); avançados: Alexandre Portela, David Custódio, António Martins (ex-Renascente) e António Guerreiro. Equipa técnica: João Gameiro, Carlos Viana (adjunto) e Leonel Nené (treinador guarda-redes).
Fonte: http://da.ambaal.pt
Sporting de Cuba disputa o primeiro jogo no recinto do Estoril Praia: Uma equipa de qualidade
O Sporting Clube de Cuba estreia-se, dentro de dias, no Campeonato Nacional de Juvenis. A qualidade do plantel é um dos principais argumentos para que o técnico Ricardo Vargas esteja muito confiante.
Texto e foto Firmino Paixão
O título de campeão distrital e a grande época que fizeram no último ano, diz o treinador, “fica para a história, o que está feito está feito e já ninguém se lembrará daquilo que conquistámos”, no entanto, Ricardo Vargas recordou: “Ganhámos o direito de disputar o campeonato, quanto a mim, mais exigente, no futebol de formação”. Humildade e respeito pelos adversários são os requisitos dominantes, para uma época em que o treinador deposita muita confiança.
Será um campeonato muito difícil…Vamos ter o privilégio de disputar um campeonato muito competitivo. Temos consciência que vamos encontrar equipas com outros argumentos, clubes que procuram outros desafios, mas isso não nos retrairá nem desviará o nosso pensamento daquilo que pretendemos. Devemos ser humildes e reconhecer que os outros poderão ser mais fortes, mas a nossa ideia é disputarmos os pontos em todos os jogos, como os olhos nos olhos nas metas que perseguimos. Não iremos a qualquer campo com medo e à espera do que o jogo nos dará, isso não, iremos disputar o jogo pelo jogo.
Está muito otimista quanto ao futuro?Temos muita ambição e só assim é que podemos chegar a algum lado. Não vale a pena lamentarmo-nos que vamos apanhar este ou aquele clube. Não estaremos totalmente preparados logo nos primeiros três ou quatro jogos, porque temos muita gente de férias, contudo, queremos conquistar logo o respeito e a admiração dos outros clubes. Estou com este grupo há seis anos, sei que tenho aqui muita qualidade e sei que encontraremos equipas muito competitivas, muito duras, mas os meus jogadores são os meus jogadores e eu tenho total confiança na qualidade dos atletas que representarão o Sporting de Cuba.
Apesar de algumas limitações na preparação da equipa?Estes campeonatos são preparados tendo em conta os interesses de outras equipas, porque ao fim de duas ou três jornadas surgem os jogos das seleções e os jogadores têm que estar preparados, mas também não nos podemos agarrar a isso. Se queremos estar nesta prova temos que estar preparados para isso. Mas por causa das férias existirá uma descompensação em termos dos trabalhos preparatórios, mas cabe-nos a nós, treinadores, com o tempo, equilibrar essas carências. Queremos que os nossos adversários olhem para o Sporting de Cuba como uma equipa com qualidade, porque, na verdade, estes atletas tem-na e, por isso, queremos que nos considerem uma equipa muito difícil de superar.
Quais os objetivos propostos? A manutenção, claro?A meta é jogo a jogo. Queremos entrar em todos os campos com o objetivo de vencer, não dando para vencer, pelo menos, não perder, mas sempre com todo o respeito pelos adversários. Estou satisfeito com o calendário, começamos a prova no terreno do Estoril Praia, mas iniciar um campeonato em casa seria sempre melhor. Prevejo que três dos quatro piores jogos desta fase inicial serão na casa dos adversários. Mas será estimulante para nós, vamos conhecer outros campos, jogando no terreno de equipas como o Benfica, Belenenses, Estoril, é um estímulo enorme, como seria uma motivação extra, recebermos essas equipas na nossa casa.
Tem sido invulgar uma equipa da região estar mais do que uma época consecutiva neste campeonato?Já há alguns anos que isso não acontece mas nós queremos ficar este ano. Vamos lá, ganhámos o direito a competir nesta prova e com o nosso trabalho temos que conquistar o direito a ficar lá. Não sabemos o que vai acontecer, mas o nosso objetivo passa pela manutenção, mas cumprindo aquilo que é a meta para estes jogadores, sem inventarem nada, sem mudarem nada daquilo que é o nosso modelo de jogo e perfil de jogadores, cumprindo tudo isso, tal como estamos a trabalhar, garantiremos a manutenção.
Plantel Juvenis S.C. Cuba
Transitam: Andrei Rus, Diogo Mestre, Artur Silva, Rafael Baião, Pedro Baião, Afonso Palma, Ricardo Cardoso, Rodrigo Caixinha, Vasco Simão, Diogo Camacho, Pedro Guerreiro, Duarte Malheiro, João Carlos, Afonso Mira, Gonçalo Tatinha. Sobem de escalão: João Luís, Daniel Lança, Miguel Furtado. Aquisições: Zé Miguel (ex-Vidigueira), Francisco Mosca (ex-Despertar), João Ameixa (ex-Despertar). Equipa técnica: Ricardo Vargas, José Borracha (adjunto).
Fonte: http://da.ambaal.pt/
Novo Campo Artur Jorge já tem relvado sintético
ESTÁDIO DO SPORTING CLUBE ARCOENSE JÁ TEM RELVADO SINTÉTICO
As obras de construção do relvado sintético, no campo de futebol do
Sporting Clube Arcoense, estarão concluídas ainda durante o mês de
agosto.
Após celebração de um Contrato-Programa entre a Câmara Municipal de
Estremoz e o Sporting Clube Arcoense, arrancaram no dia 26 de maio, as
obras para colocação de relvado sintético e respetivo furo de
abastecimento de água para rega. Trata-se de um investimento que ascende
aos 234.000€, tendo o Município financiado esta obra em 210.000€, no
âmbito do referido Contrato-Programa.
Prevê-se que as obras estejam concluídas em meados de agosto, pelo que
se realizará a inauguração do novo "Campo Artur Jorge", antes denominado
Estádio 12 de Julho, no dia 19 deste mês.
Esta intervenção irá melhorar as condições para a prática desportiva na
freguesia de Arcos e no concelho de Estremoz, sendo um passo importante
na história do Sporting Clube Arcoense e dos seus sócios e atletas.
Fonte: Facebook do Município de Estremoz
Publicada por
Ricardo Siquenique
Fonte: http://futebol-evora.blogspot.pt/
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