sexta-feira, 8 de maio de 2020

Eduardo Barão: Vocação


“O meu pai jogou futebol de cinco, chegando até a jogar na primeira divisão. E eu sempre tive o ‘bichinho’ da bola. A vocação foi descoberta num dia de praia, em tempo de férias. O meu pai é que ia sempre para a baliza, porque eu não gostava. Um dia fartou-se e fez com que fosse eu o guarda-redes. Comecei a atirar-me e até a ‘voar’ para a bola, como se costuma dizer. E pronto, estava identificada a minha vocação”.

Texto: Firmíno Paixão


Eduardo Barão, atual guarda-redes do Despertar Sporting Clube, de Beja, nasceu no dia 20 de maio de 1984, em Caldas da Rainha. Identifica-se como “um homem simples, pacato, reservado, humilde, trabalhador, amigo e perfeccionista”. Tudo o que faz tenta que seja bem feito, reforça o atleta que, logo aos cinco anos de idade, foi viver para o concelho de Pombal, revelando que “apesar de todas as dificuldades que tive na minha infância, sempre fui uma criança feliz. Tentei sempre ver o lado positivo das circunstâncias da vida. Por isso, é difícil enumerar todos esses momentos de felicidade”. A viver numa região claramente eclética ao nível da oferta desportiva, Eduardo Barão recorda que a sua aposta recaiu apenas no futebol, apesar de ser o basquetebol a sua modalidade preferida, seguidor fiel dos jogos do campeonato norte-americano (NBA). “Nunca se proporcionou essa experiência [de jogar basquetebol]”. Outra qualidade que possui e que não enumerou na autoavaliação anterior é a capacidade de reconhecer os próprios erros. “Não passei do 11º ano de escolaridade. É o meu erro do passado, mas estou a tentar corrigi-lo. Concorri à universidade através do programa de acesso para maiores de 23 anos e consegui entrar no curso de gestão de empresas. Falta arranjar tempo para o terminar, mas penso que será num futuro próximo”. A trabalhar na Somincor, numa função administrativa e à superfície, por ora, lá vai conciliando os compromissos profissionais com os desportivos. Como já se leu, foi um pouco “empurrado” pelo próprio pai para entre os postes de uma baliza, mas rapidamente percebeu que esse era o lugar onde sentia que podia ter melhor desempenho. “Um jogador tem que saber as suas limitações”, refere. “É a posição onde me sinto confortável e onde as minhas características físicas se adequam. Também é a posição que combina perfeitamente com a minha mentalidade e personalidade”.


O primeiro equipamento que vestiu tinha o emblema da Naval 1º de Maio, da Figueira da Foz. “Tinha 11 anos, ainda não era federado, nem pensava nisso. Só jogava futsal no desporto escolar, no Instituto D. João V. Na brincadeira, fomos fazer um torneio na Costa de Lavos, perto da Figueira da Foz. Correu bem, ganhámos o torneio e eu fui eleito o melhor guarda-redes. Estava lá um dirigente da Naval que foi falar com o meu pai. Experimentei e fiquei. Começou por aí o meu percurso no futebol federado”, recorda. A família assumia os custos com a deslocação entre o Louriçal, onde vivia, e a Figueira da Foz. Era muita despesa, por isso, em dado momento, trocou de camisola: “O Sporting de Pombal ia buscar-nos à escola e, no final do treino, deixava- nos em casa. A nível futebolístico também fiquei a ganhar porque estávamos no campeonato nacional de iniciados e jogávamos contra a minha antiga equipa. Fui muito bem tratado em Pombal. Será sempre o clube do meu coração. Como me considero de Pombal, então sim, joguei cinco épocas no clube da minha terra. Não nos seniores, mas nos escalões de formação”. Sem ter renovado o compromisso com os pombalenses, ruma ao sul e começa uma nova aventura nas planícies do Campo Branco: “Vim passar férias para casa da minha avó, em São Marcos da Ataboeira, a terra natal do meu pai. O futebol está no sangue desta família. Tenho primos que jogam e todos eles com muita qualidade”. Sem clube para continuar a carreira, pediu informações sobre qual seria o melhor projeto. “Disseram-me que era o Castrense. Fui lá treinar, acabei por ficar, mas era o terceiro guarda-redes, com o Abelha e o João Paulo”. Sem grandes oportunidades de jogar, rumou ao São Marcos, para “um clube de pessoas sérias e com um coração tremendo. Foi o melhor que me podia ter acontecido.

A partir daí foi sempre a subir, representando clubes de topo no nosso distrito, onde consegui conquistar vários títulos”. Muito crítico relativamente ao seu desempenho, reconhece ter tido “bons jogos” mas, acrescenta ter sido sempre aos “menos conseguidos” que deu maior importância. “Com esses é que tinha que aprender e melhorar”. De resto, nestes 15 anos em palcos alentejanos, diz ter tentado sempre “assumir um comportamento exemplar com adversários, adeptos e árbitros”. Recentemente foi chamado à seleção distrital. “Era um objetivo que tinha. Foi com muito orgulho que representei a nossa Associação de Futebol de Beja”, confessa Eduardo Barão, feliz com o seu percurso desportivo: “O futebol faz parte da minha vida há mais de 20 anos. Já são muitos momentos de alegria e de tristeza, mas todos vividos duma forma muito intensa. Quando isto tudo acabar vão ficar as recordações futebolísticas e as amizades que fazemos neste mundo do futebol”. Mas fica a dúvida. Se tivesse continuado na região centro, teria conseguido chegar a um clube de maior expressão nacional? “Possivelmente teria. Ficará sempre essa dúvida, mas foi uma decisão que tomei. São escolhas que fazemos na vida e não me arrependo de as ter tomado. Considero-me um homem feliz”. Falta-lhe, contudo, realizar um sonho: “Gostava de ter voltado a Pombal. Nem que fosse para defrontar o Sporting de Pombal, na Taça de Portugal”.
Fonte: https://diariodoalentejo.pt/

Moura, Juventude e Crato no Campeonato de Portugal


Texto Firmino Paixão

A Federação Portuguesa de Futebol aprovou nesta quarta-feira, aquilo a que chama “um plano de emergência e reestruturação do terceiro escalão do futebol sénior masculino português”. 

O plano, ancorado aos objectivos de “assegurar o maior número possível de projectos equilibrados, aumentar a competitividade, melhorar a qualidade de jogo, aproximar os adeptos do futebol e criar espaços de desenvolvimento para o jovem jogador português na transição dos Sub/19 para os seniores”, o que, em termos práticos, vem criar uma III Liga, deixando o Campeonato de Portugal como quarta divisão do futebol nacional.

Assim, na temporada 2020/21 o Campeonato de Portugal terá 96 equipas (oito séries de 12 equipas), colectivo que será constituído por dois clubes vindos da Liga Pro, 70 que já permaneciam neste patamar, 20 que ascendem das competições regionais e quatro novas equipas B. 

O primeiro classificado de cada série terá acesso directo à 2ª Liga, do 2º ao 5º subirão à 3ª Liga e as últimas quatro equipas de cada série descem aos distritais. A decisão tem um impacto directo, e justo, assinale-se, na promoção do Moura Atlético Clube, como representante do distrito de Beja, do Juventude Sport Clube (Évora) e do Futebol Clube do Crato (Portalegre). 

O Mineiro Aljustrelense e o Lusitano de Évora SAD estão entre os setenta clubes que permanecem neste campeonato. Nas três épocas seguintes, assegura também a FPF, “a III Liga e o Campeonato de Portugal verão o número de clubes reduzir-se até aos 76”.
Fonte:  https://diariodoalentejo.pt

Jorginho: "Sinto que sou o jogador de referência do FC Castrense"

O capitão do FC Castrense passa em revista a época de 2019-2020, abruptamente concluída devido à pandemia de Covid-19, em que cumpriu o 250º jogo com a camisola do clube e celebrou o 100º golo pelo emblema de Castro Verde. Quanto à prestação da equipa, Jorginho admite que a expectativa era que esta fizesse melhor do que fez. "As nossas expectativas eram que [a época] fosse um bocadinho melhor e tínhamos a esperança que, nesta fase final, melhorássemos e isso se reflectisse na classificação. Mas tendo a época acabado a meio, não deu para melhorar essa posição", reconhece em entrevista ao "CA".
A época 2019-2020 chegou ao final mais cedo, devido à Covid-19. Sente que esta foi a decisão correcta?
Sim! Tendo em conta aquilo que vivemos e a situação em que estamos, foi claramente a decisão mais acertada. Primeiro que tudo está a saúde de todos nós e depois sim a parte desportiva. Por isso, creio que foi a melhor decisão.

E que balanço se pode fazer da prestação do FC Castrense nesta temporada?
Podia ter sido melhor. As nossas expectativas eram que [a época] fosse um bocadinho melhor e tínhamos a esperança que, nesta fase final, melhorássemos e isso se reflectisse na classificação. Mas tendo a época acabado a meio, não deu para melhorar essa posição…

O que faltou?
Faltaram diversas coisas! Houve uma mudança de paradigma que não tem sido assim tão fácil de assimilar, pois o FC Castrense era um clube habituado a ganhar e agora vê-se nesta situação de não ganhar com tanta regularidade. Depois começa a faltar confiança, os resultados acabam por não ser tão positivos e isso leva a que andemos pelo meio da tabela e não lá por cima.

A aposta na juventude tem condicionado o sucesso desportivo mais imediato da equipa?
Num primeiro momento sim. Mas esperamos que daqui para a frente isto seja ultrapassado e é com estes jovens que queremos voltar lá acima. Este é o caminho que a direcção entendeu seguir e concordo com ele, porque é dos jovens que temos que fazer o futuro. Mas neste primeiro momento sabíamos que ia ser complicado andar lá por cima.

Em termos pessoais, pode dizer-se que esta época foi marcante para o Jorginho: cumpriu o 250º jogo com a camisola do FC Castrense e celebrou o 100º golo ao serviço do clube. São números de respeito parta qualquer um…
É de facto uma época que me vai marcar por esses números. Não é qualquer um que chega a esses números num clube e eu tenho a felicidade de, em oito épocas e meia em Castro Verde, ter já 250 jogos feitos em 252 possíveis e ter feito 100 golos, que acho que é um número bastante bonito… Portanto, posso dizer que foi uma época positiva por isso.

Os actuais responsáveis pelo FC Castrense falam muito na necessidade de devolver a mística ao clube. Pelo seu percurso no FC Castrense, sente que transporta consigo essa mística?
Sim, sinto que sou o jogador talvez mais acarinhado pela massa adepta e sou visto como um jogador de Castro [Verde]. Este ano houve uma aposta da direcção em fazer regressar alguns jogadores, o que faz com que as pessoas também acompanhem um pouco mais o clube, porque são jogadores da terra. Mas sinto que sou, se calhar, o jogador de referência do Castrense actualmente pelos anos que tenho de clube.

Está com 33 anos. Como é que avalia aquilo que tem sido a sua carreira até ao momento?
Tem sido uma carreira engraçada. Nos poucos anos que joguei no distrital fui quase sempre campeão – tirando estes últimos dois anos no Castrense. Nesse aspecto, penso que o balanço é positivo. Depois, nos nacionais, tenho um título da 3ª divisão pelo Mineiro e participei em alguns campeonatos da 2ª divisão B. Penso que tenho uma carreira bastante positiva.

Esteve na 2ª divisão B com o Mineiro Aljustrelense e também com o Atlético de Reguengos. Nunca houve possibilidades de ir mais além?
Temos sempre essa expectativa, mas sabendo que não é fácil. Se calhar, actualmente, seria mais fácil, pois os tempos são outros. Hoje há mais procura por atletas do Campeonato de Portugal. No meu tempo não era fácil passar de uma 2ª B para a 2ª divisão ou para a 1ª Liga. Era muito complicado…

Qual o momento mais marcante da sua carreira?
Destaco dois momentos. O primeiro no Mineiro, no primeiro ano em que vou para Aljustrel e nos sagramos campeões nacionais da 3ª divisão. Creio que não é nada fácil a um clube da nossa região ser campeão nacional. E o segundo momento é aqui no FC Castrense, no ano em que ganhámos os três títulos – campeonato, taça e supertaça – no distrital [de 2016-2017]. Foi a minha melhor época em termos pessoais.

O futuro do Jorginho continua a passar pelo FC Castrense?
Sim, o meu pensamento é esse. Não estou a pensar em sair do FC Castrense, pois tenho o meu trabalho na secretaria do clube e o futuro creio que passará pelo clube. Tenho tido alguns convites, mas a prioridade é o FC Castrense e o trabalho que tenho ali.

Ainda espera voltar a ser campeão distrital em Castro Verde?
Sim, claro que sim! Espero ser um dos 'velhotes' a ser campeão ao lado destes jovens.

Fonte:  http://www.correioalentejo.com

Jorginho: Jovens com menos "compromisso"

A experiência e tarimba de Jorginho levam-no a criticar a postura de alguns dos jovens que actualmente jogam na 1ª divisão distrital de Beja.
"Há muitos jovens actualmente que vêem o futebol com menos responsabilidade e isso por vezes reflecte-se dentro de campo. Os jogadores que hoje são os mais velhos encaravam isto de maneira diferente quando eram jovens", observa o capitão do FC Castrense.
"Hoje em dia não há aquele compromisso e aquela responsabilidade que havia antigamente. Nalguns atletas, claro, pois há outros jovens com mais compromisso do que alguns dos atletas mais velhos que por aí andam", acrescenta Jorginho, considerando que é esta realidade que faz com que a competitividade das equipas e do campeonato distrital tenham "vindo a baixar" ao longo dos últimos anos.

Fonte:  http://www.correioalentejo.com/

Adiamento: Cursos de Suporte Básico de Vida e DAE

Dada a atual conjuntura, as sessões de formação agendadas têm agora novas datas.
06 maio 2020
Associação
Tendo em conta a atual conjuntura, provocada pela Covid-19, as sessões de formação em SBV-DAE agendadas para abril e maio, em Beja foram adiadas. Já foram, entretanto, apontadas novas datas: 6 de junho, 4 e 18 de julho, 1 e 22 de agosto.
A realização dos cursos dentro das novas datas está, naturalmente, dependente de uma evolução positiva desta conjuntura.
Fonte: AFBeja.com

Condições de regresso da Liga NOS avaliadas

FPF
Comissão Permanente de Calendários reuniu com médicos dos clubes do escalão principal e da Unidade de Saúde e Performance da FPF.
A Comissão Permanente de Calendários reuniu-se esta quinta-feira com a presença dos representantes dos médicos dos clubes da Liga NOS e da Unidade de Saúde e Performance da FPF.
O encontro de trabalho serviu para, em conjunto, procurar afinar detalhes sobre as condições de retoma da Liga NOS, na sequência da reunião de quarta-feira com a Direção-Geral de Saúde.
Ficou definido que ao Grupo de Trabalho já identificado pela FPF juntar-se-á a Diretora Executiva de Competições da Liga Portugal, Helena Pires, o consultor da Liga Portugal e médico, Filipe Froes, e, em representação de todas as Sociedades Desportivas, o Diretor Clínico do Sporting CP, João Pedro Araújo.
Fonte: FpF.PT

Plano de reestruturação para o terceiro escalão

Competições
Definido formato e medidas de apoio.
A Direção da Federação Portuguesa de Futebol aprovou esta quarta-feira um amplo plano de emergência e reestruturação do terceiro escalão do futebol sénior masculino português, resultado da reflexão dos últimos seis meses com as associações e demais sócios FPF.
O plano tem os seguintes principais objetivos:
  1. Assegurar o maior número possível de projetos equilibrados;
  2. Aumentar a competitividade;
  3. Melhorar a qualidade de jogo;
  4. Aproximar os adeptos do futebol local;
  5. Criar espaços de desenvolvimento para o jovem jogador português na transição dos sub-19 para os seniores e garantir um formato adequado ao que se prevê venha a ser a próxima época, no quadro da pandemia COVID-19.
A FPF decidiu criar em 2021/22 uma nova prova, designada para já «III Liga», que servirá de acesso à LigaPro.
Na época 2020/21 competirão no Campeonato de Portugal as seguintes 96 equipas: duas vindas da Liga Pro, 70 que permanecem, 20 que ascendem das competições regionais e 4 novas equipas B.
Nas três épocas seguintes, a «III Liga» e o Campeonato de Portugal verão o número de clubes reduzir-se até 76.
A FPF acordou com o Sindicato dos Jogadores que os profissionais destas competições terão como valor de remuneração base o salário mínimo nacional.
Além desta medida, a taxa de jogo sofrerá uma redução significativa e haverá ajustes no valor de inscrição de jogadores.



Definidos os moldes em que decorrerão as competições nacionais não profissionais de futebol na época 2020/21 e 2021/22, a FPF continuará agora a estudar os formatos e calendários das provas de futsal nas próximas temporadas.
Fonte: FpF.PT

Baile da Pinha adiado (de novo) para data posterior

COMUNICADO
BAILE DA PINHA 2020

A direção do Alvorada Futebol Clube de Ervidel, vem por este meio comunicar aos sócios, adeptos, simpatizantes, aos Reis, Vassalos e a toda a população em geral, que deliberou ADIAR o «Baile da Pinha 2020», de 30 de maio de 2020 para data a comunicar oportunamente, em virtude de não ser possível a realização do baile em condições de segurança na referida data, segundo as orientações da Direção Geral de saúde.

Ervidel, 05 de Maio de 2020

O Presidente da Direção

= Vitorino Manuel Fernandes Cavaco =

NOticias do Juventude de Evora

Juventude com direito a subida ao CNS


6.5.20

JUVENTUDE DE ÉVORA pode subir ao Campeonato de Portugal

Depois de muita incertezas e noticias veinculadas por diversos canais de comunicação hoje chegou o comunicado oficial da Federação Portuguesa de Futebol em que são validadas as subidas ao Campeonato de Portugal de 20 equipas provenientes dos Campeonatos Distritais. Neste enquadramento o Juventude é a equipa que aparece como representante da AF Évora.
O Campeonato de Portugal 2020/21 será composto por 12 series de 12 equipas cada.
Na temporada 2021/22 o quadro competitivo será profundamente alterado.
Está de parabéns toda a equipa técnica, jogadores, corpo clinico e responsáveis da equipa de futebol senior que muito justamente e dentro de campo garantiu esta ascensão ao Campeonato de Portugal !..

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Mineiro Aljustrelense admite desistir do Campeonato de Portugal

Apesar de ter garantido a manutenção na competição, o Mineiro Aljustrelense está a "ponderar seriamente" a possibilidade de vir a desistir da sua participação na Série D do Campeonato de Portugal na temporada de 2020-2021. Em declarações ao "CA", o presidente do emblema tricolor admite esta hispótese, ainda que garanta que a desistência do nacional não é, para já, "um dado adquirido".
Segundo Rui Saturnino, na base da eventual decisão estará a questão financeira, uma vez que o clube não poderá contar com grande parte das receitas que previa, efeito da pandemia de Covid-19 que afecta o país.
"Um dos maiores patrocinadores não poderá continuar connosco. Depois, as festas no concelho e os torneios que desportivos que organizamos foram cancelados. No total, estamos a falar de um montante superior a 30 mil euros em receitas que não vamos ter", observa o presidente do Mineiro Aljustrelense.
A par disto, acrescenta Rui Saturnino, está a eventual quebra nas receitas de quotização, "que também deverão baixar". 

Fonte: http://www.correioalentejo.com