domingo, 10 de janeiro de 2021

Pedro Nilha quer apuramento para segunda fase do distrital

 

O Negrilhos Futebol Clube compete na Série B do Campeonato Distrital da II Divisão da Associação de Futebol de Beja, a série dos dérbis aguerridos e emotivos, entre os quatro clubes do concelho de Aljustrel.

 

Texto e Foto Firmino Paixão

 

Com os olhos postos na segunda fase do campeonato, o treinador Pedro Nilha avalia positivamente o percurso da equipa nesta primeira volta da prova. Lamenta as poucas opções que tem no plantel, queixa-se dos largos períodos sem atividade e sabe que está a competir numa ‘poule’ muito equilibrada, mas promete lutar pelos objetivos definidos para esta temporada de sacrifícios e incertezas.

 

Treina o Negrilhos há quatro épocas. As ultimas têm sido promissoras e, na presente, certamente que a ambição não será menor?

Sinceramente, não penso tanto na qualificação para a segunda fase como pensei na época passada ou há dois anos. E isso acontece devido a vários fatores. Neste momento temos vários atletas com que não podemos contar, devido à situação de pandemia, e são jogadores que nos fazem muita falta porque nós só temos atletas do concelho. No entanto, como é óbvio, temos a ambição de ganhar todos os jogos que disputamos. O Negrilhos entra em qualquer jogo, seja com equipas da I ou da II Divisão distrital, com o pensamento na vitória, mas existem sempre fatores que condicionam a nossa vontade.

 

Que objetivos trouxeram para esta época desportiva?

A segunda fase é sempre uma meta. Nós queremos estar sempre entre a elite do campeonato distrital e essa elite é formada pelas equipas que se qualificam para a segunda fase da prova. Sabemos que é muito difícil… quem conhece bem o meu plantel repara que entramos sempre com uma equipa base muito forte, mas depois não temos muito mais opções com a mesma qualidade. A pandemia tem-nos afastado alguns jogadores importantes.

 

Com duas vitórias e três empates, sem derrotas, o balanço desta primeira volta é positivo?

Sim, é muito positivo. Como sabe, há quatro anos que estou a treinar o Negrilhos mas, principalmente, nas últimas três épocas temos lutado sempre pela qualificação para a fase de subida, temos sido muito regulares. Sabemos que temos pela frente jogos muito difíceis, as equipas desta série são muito equilibradas. Temos um campeonato curto, bastante difícil, onde um pequeno deslize nos desvia logo dos nossos objetivos. Mas estamos cá, estamos na luta, ainda não perdemos nenhum jogo.

 

Nos primeiros três jogos só marcaram dois golos, nos restantes dois fizeram sete. Havia algum desacerto nas finalizações?

Isso não é fácil, sabe… jogando no campo onde marcámos dois golos, que foi em Santa Clara-a-Nova, um campo bastante difícil; depois tivemos o dérbi em Aljustrel, onde empatámos sem golos, depois um jogo aqui em casa, duríssimo, com o São Marcos que, para mim, é a equipa mais forte da nossa série. Tem sido assim, tem sido um percurso difícil porque os adversários são fortes e ainda noto na minha equipa alguma falta de consistência. Mas acredito que, até ao final do campeonato, as coisas vão melhorar, os golos e as vitórias irão aparecer como já aconteceu nos jogos com o Messejanense e com o Sete, triunfos que darão outro “oxigénio” à equipa.

 

O plantel é jovem embora tenha alguns jogadores mais experientes...

É uma equipa muito jovem, tenho aqui muitos miúdos que ainda andam na universidade, miúdos com quem trabalhei nos escalões de formação do Aljustrelense. São jovens com alguma qualidade, miúdos que estão a estudar, outros são mineiros ou têm outras profissões, mas penso que se a equipa se mantiver unida daqui a quatro ou cinco anos irá aparecer muito forte, porque os miúdos têm muita qualidade, faltando-lhes, talvez, alguma rotina. Depois temos outros jogadores mais experientes, como o Duarte Patrício e o Carlos Bruno… de resto são jovens.

 

O Duarte Patrício, pela sua veterania e pela sua longa experiência em campeonatos nacionais é a individualidade da sua equipa?

Não, a minha equipa vale pelo coletivo. O que o Duarte que acrescenta a esta equipa é a vasta experiência que tem, é um jogador que já passou por muitas situações de jogo, sabe os momentos certos para comandar a equipa, para a organizar dentro do campo, sabe falar com os jovens e fazê-los entender os momentos do jogo, é realmente uma mais-valia para a nossa equipa. É um jogador fundamental, precisávamos mesmo de mais um ou dois jogadores como ele.

 

Ocupam o terceiro lugar, a dois pontos do líder. Existe margem para subirem na tabela?

Penso que sim. Cada jogo é para ganhar, vamos encontrar muitas dificuldades, temo-las sentido ao longo deste percurso, veja o caso do jogo com o Messejanense em que estivemos a ganhar por 3-0 e, no segundo tempo, sofremos dois golos de bola parada… são situações que motivam muito o adversário e nos tiram tranquilidade. Mas queremos, de facto, pontuar e subir na tabela.

 

Está confiante que o campeonato chegue a bom termo?

Espero bem que sim. Tanto eu como os meus jogadores estamos habituados a competir e a ganhar, mas noto-os um bocadinho ansiosos, se calhar com algum medo, mas isso faz parte do momento que vivemos. O problema são as paragens prolongadas… torna-se difícil para toda a gente, vamos ver se as coisas normalizam.

 

É uma equipa muito jovem, tenho aqui muitos miúdos que ainda andam na universidade, miúdos com quem trabalhei nos escalões de formação do Aljustrelense. São jovens com alguma qualidade, miúdos que estão a estudar, outros são mineiros ou têm outras profissões, mas penso que se a equipa se mantiver unida daqui a quatro ou cinco anos irá aparecer muito forte, porque os miúdos têm muita qualidade

Fonte:  https://diariodoalentejo.pt/

Paulo Capela: Messejanense quer chegar à divisão principal

 

A subida do Messejanense ao escalão principal do futebol distrital foi um objetivo que o clube confiou ao técnico Paulo Capela. O atual contexto não permite que seja já esta época, mas essa ambição permanece intacta.

 

Texto Firmino Paixão

 

Na última época desportiva, quando os campeonatos foram cancelados, o Grupo Desportivo Messejanense estava qualificado para disputar a 'poule' de subida de divisão. “Teria sido o nosso ano”, garante o técnico Paulo Capela, assegurando que “estávamos preparados para que fosse o ano de afirmação do Messejanense”. O objetivo permanece incólume, não esta época, com um plantel de recurso que se junta, apenas, para disputar os jogos, mas, logo que termine este contexto de pandemia, o projeto será retomado. Ocupam o 5º posto da Série B, a quatro pontos do líder.

 

Está pela terceira época consecutiva no Messejanense, as anteriores foram bem-sucedidas, seguramente que esta não fugirá à regra?

Esta época, as coisas estão um bocadinho mais difíceis. Não estamos a treinar e depois temos encontrado algumas contrariedades e falo, por exemplo, de certo tipo de arbitragens, com atitudes que não compreendemos. Os árbitros deviam estar aqui para ajudar e não para fazer parte dos resultados. Este ano não conseguiremos estar à altura do que fizemos na época passada, não treinamos, por causa da pandemia sentimos algumas dificuldades no recrutamento de jogadores e optámos por cumprir calendário. No próximo ano, sim, vamos preparar as coisas.

 

Com todo esse quadro de dificuldades que enumerou, que objetivos traçaram para esta época?

O nosso objetivo é fazer um campeonato dentro de um quadro que não passasse pela desistência, nem pela paragem, que motivaria o abandono de alguns jogadores do plantel. Tínhamos muitos jogadores da época passada que queríamos manter connosco e que vimos sair. Alguns foram para clubes de maior dimensão e isso também aconteceu pelo mérito deles, e do nosso trabalho, e ficámos felizes por isso. Tentámos encontrar outras soluções mas, derivado à crise por que temos estado a passar, não o conseguimos e então optámos por fazer uma época mais tranquila.

 

Não fazem nenhum treino durante a semana. Os jogadores reúnem-se apenas para jogar ao sábado?

Não fazemos nenhum treino e depois ainda temos jogadores acima dos 35 anos, como o Candeias, o Paulo Serrão, que jogaram muitos anos no Mineiro Aljustrelense. Estão muito ligados ao desporto e gostam muito de jogar, mas o nosso objetivo é mesmo participar.

 

Esses atletas mais veteranos, que passaram pelo Mineiro e por outros clubes, constituem um importante capital de experiência?

Foi precisamente para não ficarmos parados esta época que fomos buscar jogadores com essa experiência, para que o campeonato não se tornasse doloroso em termos de resultados... e de outras situações. Para o ano, se tudo correr bem, como nós estamos a pensar, poderemos ficar com sete ou oito jogadores que sejam realmente uma mais-valia para este plantel e tentaremos ir buscar outros tantos que façam a diferença, para conseguirmos igualar a qualidade do plantel do ano passado, para repormos o objetivo da última época, que era a subida de divisão.

 

João Candeias, Paulo Serrão, Rubenilson, Adilson, são as individualidades do seu plantel?

São jogadores determinantes. São atletas a quem passamos a mensagem daquilo que se pretende em cada jogo e que eles interpretam claramente. Como não treinamos, apenas planeamos cada jogo durante a semana, no dia do jogo deixamos essa mensagem e, nesse aspeto, naturalmente que esses jogadores são fundamentais, porque transportam para dentro do campo, com enorme competência, tudo aquilo que é pretendido.

 

Tem um plantel curto, provavelmente pelas dificuldades que já enumerou e com uma média de idades elevada. Isso favorece a estratégia?

É favorável, por um lado, mas desfavorável por outro, porque estes campeonatos revelam-se um bocadinho pela dureza física, campos pelados, equipas muito agressivas, e estes atletas, pela sua qualidade, não vão muito nesse tipo de choque, mas destacam-se mais pela experiência e isso é que conta. Movimentam-se dentro do campo como se tivessem outra vez 15 anos e isso é importante. Espero que continuem com essa vontade, com essa frescura, para que, no próximo ano, possamos fazer aquilo a que nos propomos, que é lutar pela subida de divisão.

 

O balanço da primeira volta do campeonato é positivo ou podiam ter ido um pouco mais além?

Penso que podíamos ter feito um pouco mais. Mais quatro pontos. Talvez os dois que nos faltaram no jogo com o Desportivo de Sete, em que fomos claramente superiores e podíamos ter ganhado. Nos três jogos que perdemos, pelo menos em dois o empate era o resultado mais justo, porque foram jogos em que talvez não merecêssemos ter vencido mas, na verdade, também não merecíamos ter perdido. Seriam mais quatro pontos e era por aí que seguiríamos.

 

Não será esta época, mas o Messejanense está focado em chegar à divisão principal?

Claro, este ano não, como tenho dito, mas talvez a médio prazo. Na época passada tínhamos essa estrutura preparada. Quando vim para Messejana foi com a missão de, em duas ou três épocas, colocar a equipa nesse patamar. Como referi, na época anterior, teria sido a nossa oportunidade mas, este ano, com uma "razia" de jogadores e as consequentes alterações no plantel, não era possível. Vamos ter refazer esse trabalho, portanto, este ano não somos favoritos. Não temos equipa para isso, porque nem conseguimos trabalhar durante a semana.

 

Tem esperança que este campeonato chegue ao fim?

Na realidade, estamos a viver numa época de muitas incertezas e essa é outras das dificuldades por que estamos a passar. A Associação de Futebol de Beja tem atravessado algumas dificuldades, os clubes também, fazemos um jogo e depois estamos duas ou três semanas sem jogar, mas tem sido igual para todos, não somos só nós. É muito complicado e muito difícil para as equipas manterem um ritmo competitivo. Vamos ver, esperemos que isto chegue ao fim.

Fonte:  https://diariodoalentejo.pt

Associação Columbófila de Beja inicia campanha desportiva

 

A Associação Columbófila do Distrito de Beja já tem no terreno a campanha desportiva 2021, com o mesmo calendário e as mesmas linhas de voo das campanhas mais recentes. A III Feira Ibérica da Columbofilia será um dos maiores certames que vai ocorrer em Beja.

 

Texto Firmino Paixão

 

Confiante na melhoria das condições epidemiológicas, Bruno Helena, presidente da Associação Columbófila do Distrito de Beja, revela ao "Diário do Alentejo" que a próxima campanha desportiva começará em fevereiro: “Já fizemos o recenseamento e agora vamos trabalhar nas inscrições”. O dirigente acrescenta: “Uma das promessas eleitorais que temos vindo a cumprir é não mexer no calendário, não é essa a nossa preocupação. O nosso problema nunca serão os calendários, nem as linhas de voo, temo-las mantido sempre. O que nos preocupa é reforçar a nossa organização, criar mais e melhores infraestruturas e deixar a melhor imagem da columbofilia”. Bruno Helena promete que a III Feira Ibérica da Columbofilia será um sucesso.

 

Em que medida é que a columbofilia tem sido afetada pela atual pandemia de covid-19?

Como todos os desportos, a columbofilia também acabou por ser penalizada. Mas não tanto como outras modalidades, porque a columbofilia teve uma oportunidade diferente, sendo um desporto praticado a partir da casa de cada um, as autoridades ficaram mais sensibilizadas e conseguimos até arrancar antes de outras competições.

 

O calendário competitivo acabou por ficar mais curto porque se disputaram apenas as provas de velocidade e meio fundo.

Sim, como não foi permitida a realização de provas fora do território nacional e a quilometragem dentro do país era insuficiente para realizarmos provas de fundo, fizemos apenas seis provas de velocidade e outras seis de meio fundo.

 

A campanha está fechada, estão apurados os vencedores, houve surpresas ou nem por isso?

Não, temos um grande lote de columbófilos e existe ali um conjunto de seis ou sete concorrentes que andam sempre a lutar pelos títulos... há os crónicos, mas acabou por não existiram grandes surpresas, porque são columbófilos que também estão habituados a ganhar.

 

O Instituto Português da Juventude e Desporto tinha dado parecer negativo à realização de competições, mas a columbofilia é um desporto onde o risco de contágio é mínimo. Estou correto?

Pela parte das aves estava mais do que provado que não existiriam contágios. Tivemos sempre em conta as orientações da Direcção-Geral da Saúde, especialmente nos encestamentos, e correu tudo dentro da normalidade, porque estamos a falar de um espaço de meia hora em que estamos em segurança. Como referi, esta é uma modalidade desenvolvida a partir de casa de cada columbófilo, sem quaisquer problemas de contágio.

 

O maior risco ocorreria nos momentos de encestamento das aves e, provavelmente, muito menos nas soltas…

Exatamente, nas soltas não existe risco de nenhuma espécie, poderia eventualmente existir nos encestamentos, mas todas as coletividades tomaram medidas, foram dadas orientações muito rigorosas, prevendo o distanciamento e com vários horários de encestamento para os diferentes columbófilos. Nunca encestaram à mesma hora, dividiram-se em vários grupos e as coisas correram muito bem.

 

Tendo em conta os riscos existentes e a inexistência de provas de fundo, registaram-se alguns abandonos?

Houve alguns abandonos, mas essa foi uma proposta apresentada pela própria associação. Talvez fossemos a única associação do país a não obrigar nenhum columbófilo a participar... só o faria quem se apresentasse realmente em condições, além de psicológicas, físicas e também financeiras, porque com esta pandemia houve muita gente que ficou desempregada. A columbofilia, à semelhança de todos os desportos, já é um bocadinho cara e, às vezes, as pessoas não têm disponibilidade financeira para a praticar em determinado momento.

 

Os concorrentes que se dedicam mais à disciplina de fundo terão sentido alguma frustração?

Há sempre uma grande paixão pelo fundo, pelas provas de maior distância. Mas como não se podia passar a fronteira, não podíamos contrariar essas orientações, não havia muito mais a fazer do que ficarmos na velocidade e no meio-fundo. Foi um impedimento que não estava na mão da associação resolver.

 

Quais os apoios que a associação disponibilizou às coletividades, nestes tempos difíceis? Criou-se o projeto "Asas Solidárias"…

Nestes três anos em que lideramos a associação, temos tido a como primeira preocupação mantermos os columbófilos que cá estão. Desde o início que temos essa postura. Têm sido três anos sem aumentarmos as taxas, com a associação a trabalhar no limite. Temos jogado com alguma folga financeira que tem existido, para não aumentarmos os custos aos columbófilos e tentarmos mantê-los connosco. Por outro lado, este ano, a federação e as associações, no âmbito do projeto "Asas Solidárias", distribuíram, por todas as coletividades, material sanitário para proteção dos concorrentes. 

 

Não se realizou a exposição distrital, também não haverá exposição nacional, mas a ausência maior para a Associação de Beja foi a não realização da Feira Ibérica?

As exposições foram todas canceladas. A nível internacional também não se realizaram as Olimpíadas. Infelizmente também não será possível reunirmo-nos para consagrar os vencedores, como vinha sendo habitual. Entregámos os prémios aos campeões, não como nós gostaríamos, mas deixámo-los nas coletividades e entregámos um cabaz de Natal a todos os columbófilos que participaram nesta campanha de 2020. Tudo aponta para que, em 2021, possamos organizar a III Feira Ibérica em Beja. Tudo dependerá da evolução da pandemia, mas tenho muita esperança que seja possível concretizá-la e torná-la num dos maiores certames que se realizarão na cidade de Beja.

 

Classificações da campanha 2020

 

Zona Norte - Velocidade: 1º Luís Brito (Asas de Beja).2º José Ameixa (Asas de Beja). 3º Jacinto Fialho (Asas de Beja.) Meio Fundo: 1º José Luís Dores. 2º Luís Brito (Asas de Beja). 3º Graça & Graça (Asas de Beja).

 

Zona Sul – Velocidade: 1º Pedro Rosa (Asas Verdes/Castro Verde). 2º Paulo Bárbara (Asas Verdes). 3º Olaria Mestre (Asas Alentejanas). Meio Fundo: 1º António Coelho (Asas Verdes). 2º António Barros (SC Ouriquense). 3º Paulo Bárbara (Asas Verdes).

Fonte:  https://diariodoalentejo.pt

Suspensas provas de futebol nos distritos de Beja e Évora

 

A Associação de Futebol de Beja suspendeu as provas de futebol e futsal agendadas para os dois próximos fins de semana, devido ao agravamento da situação relativa à pandemia de covid-19.

 

Em comunicado, a direção da associação refere que decidiu suspender a atividade desportiva, nomeadamente as provas de futebol e futsal, nos fins de semana de 09 e 10 e de 16 e 17 de janeiro, "devido ao agravamento da situação pandémica provocada pela doença covid-19".

 

Segundo a associação, os jogos agendados para aqueles dois fins de semana vão ser "recalendarizados para datas posteriores" e que "serão oportunamente comunicadas".

 

A direção da associação recomenda aos clubes filiados que suspendam os treinos de todos os seus atletas e outras atividades, incluindo jogos não oficiais, nos dois próximos fins de semana.

 

Também a Associação de Futebol de Évora (AFE) anunciou a suspensão dos campeonatos distritais de futebol e futsal, com efeitos imediatos e até ao final deste mês, devido ao aumento de casos do novo coronavírus na região.

 

Em comunicado, a AFE indicou que a decisão foi tomada numa reunião da direção da associação, realizada esta tarde, na qual foi analisado “o agravamento da situação pandémica no país em geral e no distrito em particular”.

 

“Da análise efetuada, verifica-se igualmente um agravamento de casos nos filiados que disputam os nossos campeonatos distritais”, salientou a AFE, indicando que a situação será reavaliada no final deste mês.

 

Esta decisão foi tomada depois de sete presidentes de câmaras municipais do distrito de Évora terem exigido a “suspensão urgente” dos campeonatos organizados por esta associação de futebol, devido à “escalada sem precedentes” de casos do novo coronavírus que provoca a doença da covid-19. A exigência consta de uma carta subscrita pelos autarcas de Alandroal, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas e Viana do Alentejo e enviada por correio eletrónico à AFE.

Fonte:  https://diariodoalentejo.pt/

Autarcas de Évora exigem suspensão dos distritais de futebol

 

Sete presidentes de câmaras municipais exigiram a suspensão urgente dos campeonatos distritais organizados pela Associação de Futebol de Évora (AFE), durante este mês, devido à "escalada sem precedentes" de casos do novo coronavírus na região. A exigência consta de uma carta subscrita pelos autarcas de Alandroal, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas e Viana do Alentejo e enviada por correio eletrónico à AFE.

 

Confirmando a receção da carta, o presidente da Associação de Futebol de Évora, António Pereira, indicou que vai reunir esta tarde a sua direção para tomar uma decisão sobre o assunto, adiantando que "o mais provável" é que os clubes filiados na AFE sejam convocados para uma reunião onde será discutida e votada a suspensão dos campeonatos distritais.

 

Na carta, os sete autarcas assinalam que se verifica no distrito de Évora "uma escalada sem precedentes do número de casos de covid-19", e alertam que, devido ao Natal e ano novo, "é expectável" que a situação continue durante este mês. "A maioria dos concelhos do distrito já apresentam um grau de risco entre o elevado e o extremamente elevado", realçam, considerando que "as medidas adotadas pelos municípios só serão eficientes se obtiverem uma transversalidade total nas comunidades".

 

Segundo os subscritores do documento, existem "vários atletas, treinadores, dirigentes e respetivas famílias com casos de covid-19", pelo que "não está criado um clima de segurança" que permita manter as competições desportivas. "Foram contactados os clubes desportivos das nossas áreas territoriais" para se pronunciarem sobre o assunto e os mesmos mostraram-se "favoráveis" à suspensão temporária dos campeonatos, acrescentam.

 

Os sete autarcas pediram um parecer ao delegado de Saúde Pública distrital, no qual o responsável considera que "as movimentações de grupos de atletas e de público, os contactos daí resultantes e os associados à prática da modalidade constituem fator de risco que é conveniente evitar".

Fonte:  https://diariodoalentejo.pt

Noticias do juventude de Evora

 

Informação | Juventude Sport Clube

Devido a dois casos de Covid ocorridos com jogadores da equipa sénior do Juventude Sport Clube, resultantes de cadeias de contágio externas ao clube e distantes de Évora, fomos obrigados, em articulação com as autoridades de saúde de Évora, a suspender a actividade de treino normal e habitual.

Ontem, mais de vinte elementos, entre jogadores e staff, foram testados por indicação do Sr Delegado de Saúde de Évora.

Com muita alegria, soubemos hoje que  TODOS os testes efectuados resultaram negativos.

Por indicação superior , os treinos regressam na próxima terça feira e o nosso próximo jogo será em Aljustrel, dia 17.

O Futuro é Azul🔵⚪️

#forçadevontade #juventudedeévora #ofuturoéazul #juventudesc #évora #forçajuventude #campeonatodeportugal




Luto

O Juventude Sport Clube endereça um abraço de solidariedade a toda a familia, amigos e estrutura do FC Alverca Futebol SAD, pelo falecimento do seu atleta Alex Sandro dos Santos Apolinário.

Estamos juntos!




2.1.21

⚽ 2020/2021 - Abraham Adelaja ⚽

Hoje apresentamos mais um reforço o ponta de lança Adelaja, de 32 anos, notabilizou-se ao serviço do Farense onde ainda jogou na II Liga. 

Conta também com passagens pelo Mafra, Felgueiras, Marinhense e Fátima. 🔵 ⚪️

Bem-vindo Adelaja.


O Futuro é Azul

#forçadevontade #juventudedeévora #ofuturoéazul #juventudesc #évora #forçajuventude #campeonatodeportugal

domingo, 3 de janeiro de 2021

Bola de trapos, edição de 31 de dezembro de 2020 no Diário do Alentejo

 

José Saúde
Memórias
É na memória do homem que habita a sua nobreza! Aliás, são fundadas nessas memórias que reencaminhamos a narrativa para o plural, viajando por atalhos onde só os corajosos expõem os “corpos às balas”, servido uma comunidade que, a espaços, reclama acidentais danos. Cito, com cortesia, a Associação de Futebol de Beja (AFBeja), fundada a 30 de março de 1925, registando-se que nos anais da sua estrutura “reza” que a primeira “Acta” foi lavrada a 2 de março de 1926. O inicial elenco diretivo fora composto por uma comissão administrativa que integrava os nomes do tenente-coronel António Henriques de Meneses Soares, presidente, Artur da Silva Dias, vice-presidente, Guilherme Castelão de Almeida e João Brandão Soares, 1º e 2º secretários, Joaquim António do Monte, tesoureiro, António dos Reis Perianes e José Raposo Coroca, vogais. Libertando o pó que jazem em verídicas historietas do jogo da bola sul alentejana, observa-se que os trabalhos preparatórios, que visaram a organização da ambicionada associação, ocorreram na sede do “Foot-Ball Clube Glória ou Morte”, localizada na Rua do Touro nº 13, em Beja. O primeiro presidente da AFBeja foi Artur da Silva Dias (1926-1929), um homem que assumiu, em simultâneo, o cargo de delegado da Federação Portuguesa de Futebol Amador. No deambular pelas enviesadas memórias do tempo é legítimo trazer à estampa personalidades que superintenderam, com lealdade, o honrado pelouro: Dr. António Fernando Covas Lima (1936-1938/1946-1947/1952- 1960); Raul Guerreiro Lampreia (1938-1939/1941- 1943); Vicente Cruz Oliveira (1939-1941); Dr. Luís de Lima Faleiro (1943-1945); Dr. José Gonçalves Fagulha (1948-1951); Manuel Inácio Lopes de Melo Garrido (1961-1975); José Manuel de Encarnação Nobre (1978-1979); Padre Virgílio da Ascensão Abrantes Ferreira (1979-1982); José António Candeias Vieira (1983-1989); Dr. Casimiro Mendes Heitor (1989-1992); Dr. Fernando Manuel Marques Dionísio (1992-2009); Dr. José Luís Ramalho (2009-2015) e Pedro Manuel de Castro Meireles Viana Xavier (2016-2020). E tomando em conta a diversidade de homens que se entregaram de corpo e alma a uma causa onde os proveitos recolhidos recaem, somente, por contemplar os filiados a troco de indeclináveis canseiras, eis-nos perante a reeleição de Pedro Xavier na presidência na AFBeja, a qual teve lugar no pretérito 22 de dezembro. Sabemos, porque é real, que os tempos que decorrem são de uma brutal anormalidade, a covid-19 é uma pandemia que trouxe gigantescas alterações aos calendários competitivos, sendo que tudo resvalou para uma profunda incerteza. Todavia, o trabalho feito no interior da sede, situada na Rua Eça de Queiroz, em Beja, manteve-se sempre hirta e pronta para servir desmesuradamente todos os seus associados. Neste contexto, fixemo-nos nas memórias da AFBeja, onde a idoneidade prevalece inalterável, sendo o novo elenco formado por gente capaz para levar a “carta a Garcia”.
Fonte: facebook de JOse saude

Covid-19: Surto com 12 infetados na equipa sénior do Moura Atlético Clube

 

Foto | ArquivoFoto | Arquivo

Um surto de covid-19 com nove jogadores e três elementos do 'staff' infetados foi detetado na equipa de futebol sénior do Moura Atlético Clube.

 

Após detetada a infeção num jogador, foram feitos testes de despiste do vírus que provoca a doença covid-19 aos restantes jogadores e elementos da equipa, o que permitiu confirmar as restantes 11 infeções, explicou Luís Jacob, presidente do clube desportivo de Moura.

 

Segundo o responsável, após a confirmação do surto, todas as atividades da equipa foram suspensas, porque, além dos infetados, vários jogadores estão em isolamento profilático, uns até sábado e outros até ao dia 07 de janeiro. Por isso, disse, o clube está a tentar adiar os dois próximos jogos da equipa marcados para domingo e dia 10 de janeiro.

 

O próximo jogo da equipa, incluído na 10.ª jornada da série H do Campeonato de Portugal, está marcado para domingo, às 11:00, no estádio do Moura Atlético Clube, frente ao Mineiro Aljustrelense. Já o jogo da equipa marcado para dia 10 de janeiro, às 15:00, frente ao Clube Desportivo Pinhalnovense, está incluído na 11.ª jornada.

Fonte:  https://diariodoalentejo.pt/

Assembleia da República aprovou a retoma gradual das competições

A Assembleia da República aprovou dois projetos de resolução apresentados pelo Partido Comunista Português e pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, que preveem a retoma da prática desportiva e a normalização gradual das competições. O público ainda ficará ausente dos recintos desportivos.

 

Texto Firmino Paixão

           

A proposta dos comunistas, projeto 759/XIV/2, aprovada com a abstenção do PS, PSD e CDS-PP, recorda que “as restrições impostas à atividade desportiva e à presença de público nos eventos desportivos, afetaram gravemente o movimento associativo popular, o desporto de competição, a formação desportiva e o desporto de alto rendimento, com consideráveis perdas financeiras e impactos na economia nacional”, sublinhando as graves dificuldades financeiras que afetaram varias associações desportivas e pequenos clubes, provocadas pela interrupção da sua atividade e a consequente perda de receitas.

Já o documento apresentado pelos Verdes, projeto nº 783/XIV/2, aprovado com a abstenção do PS, convergia na recomendação ao Governo para a urgente criação de “um programa de incentivo à prática desportiva e à retoma gradual das competições para as camadas jovens e de formação e o desporto para deficientes”, sugerindo também a criação de “apoios destinados ao movimento associativo desportivo que permitam dar resposta aos impactos da pandemia e manter os clubes, associações e coletividades em funcionamento, com o objetivo de retomarem a sua atividade de modo progressivo”.

Em suma, as duas iniciativas legislativas abrem caminho para o regresso das competições nos escalões de formação nas diversas modalidades, para a criação de ferramentas de apoio financeiro ao movimento associativo e para o regresso do público aos recintos desportivos. A bola fica, agora, nos pés da tutela.

Recorde-se que, com exceção aos escalões seniores profissionais e não profissionais, todas as restantes competições não estão autorizadas, sendo apenas permitido o treino desportivo em conformidade com as apertadas orientações da Direção-Geral de Saúde, especialmente quanto ao distanciamento social o que, na prática, inviabiliza a atividade de um conjunto alargado de modalidades, com especial incidência naquelas onde podem ocorrer contactos corpo a corpo ou mesmo face a face.

São muitos ainda os clubes e associações que mantêm a sua atividade desportiva suspensa nestes escalões, outros fazem-no com imensas condicionantes, de onde decorre um natural abandono de jovens praticantes. Os clubes, na verdade, não têm admitido grandes perdas de atletas ao nível da formação, mas um artigo publicado no “Jornal de Notícias” estimava que os clubes tenham perdido cerca de 173 mil jovens praticantes federados desde o início da crise epidemiológica. Uma quebra, refere ainda aquele diário, estimada em mais de 78 por cento de atletas nas principais modalidades coletivas: andebol, basquetebol, futebol, futsal, hóquei em patins e voleibol. O matutino ouviu mesmo o psicólogo Jorge Silvério relatar que “a inatividade desportiva provocada pelo coronavírus terá consequências futuras nas áreas da saúde, económica e social”, algo que levou o presidente da Confederação de Desporto de Portugal, Carlos Cardoso, a garantir que “não havendo competição, os jovens ficam desmotivados e desaparecem do desporto, seguirão por outros caminhos, optarão por outras áreas que não a desportiva e isso terá reflexos profundos na sociedade”.

Fonte:  https://diariodoalentejo.pt/

Cursos de Treinadores UEFA C e UEFA B: Inscrições abertas

 

As inscrições estão abertas até 11 de janeiro (UEFA C) e 12 de janeiro (UEFA B). Os cursos arrancam na última semana de janeiro.

30 dezembro 2020
Associação

Já estão abertas as inscrições para os Cursos de Treinadores UEFA C e UEFA B. Os registos devem ser submetidos através dos formulários eletrónicos disponíveis até dia 11 de janeiro, no caso dos candidatos ao Curso de Treinador UEFA C e até dia 12 de janeiro, no caso dos candidatos ao Curso de Treinador UEFA B.

O Curso de Treinador UEFA C tem início agendado para dia 25 de janeiro. No dia seguinte, arranca também o Curso de Treinador UEFA B.

Para mais informações, os candidatos devem entrar em contacto com o Gabinete Técnico da Associação de Futebol de Beja, através do endereço de e-mail gabtecnico@afbeja.com

 

Curso de Treinadores UEFA C

Regulamento do Curso

Formulário de Inscrição


Curso de Treinadores UEFA B

Regulamento do Curso

Formulário de InscriçãoFonte. AFbeja.com