Nos
últimos 20 anos, o FC Castrense beneficiou de um quadro social acima da
média e, também, de apoios muito importantes, seja da Câmara Municipal
ou das empresas a operar na órbita da Somincor. Esse quadro, todavia,
funda-se em larga medida numa alargada massa associativa e na sua
condição económica, que é relativamente estável e permite um apoio
regular ao clube.
Nesta hora de conquista de mais um título de futebol distrital, vale a pena destacar essa realidade e vincar que o Castrense beneficia de condições que não são comparáveis às de outros emblemas. Mas isso não é tudo e seria muito injusto não reconhecer o trabalho sério e determinado que os seus dirigentes desenvolveram, especialmente nos últimos dois anos.
Com a presidência de Carlos Alberto Pereira, o FC Castrense honrou compromissos, introduziu o rigor, dinamizou a vida do clube e assegurou conquistas. Acreditamos que está agora num patamar sólido, que permite planear com rectidão o próximo futuro. Sem perder o fio à meada nem entrar em entusiasmos pouco razoáveis.
Aquilo que importa, agora e no próximo futuro, é continuar a conjugar ambição com rigor. E tirar partido daquela imensa alegria que o estádio acolhe todas as tardes, a partir das dezenas de crianças e jovens que ali praticam futebol.
Ter uma boa equipa de seniores é importante e os sócios gostam! Mas se essa equipa tiver um bom número de jogadores da terra, certamente que agradará muito mais e ajudará a encher a tal bancada que o treinador campeão lamenta ver muitas vezes pouco animada. Por isso, dar mais conforto, atenção e respeito a quem assegurará o futuro também tem de ser uma prioridade. E a resolução desse "calcanhar de Aquiles" só pode passar por encarar o futebol juvenil com mais e melhor empenho.
Nesta hora de conquista de mais um título de futebol distrital, vale a pena destacar essa realidade e vincar que o Castrense beneficia de condições que não são comparáveis às de outros emblemas. Mas isso não é tudo e seria muito injusto não reconhecer o trabalho sério e determinado que os seus dirigentes desenvolveram, especialmente nos últimos dois anos.
Com a presidência de Carlos Alberto Pereira, o FC Castrense honrou compromissos, introduziu o rigor, dinamizou a vida do clube e assegurou conquistas. Acreditamos que está agora num patamar sólido, que permite planear com rectidão o próximo futuro. Sem perder o fio à meada nem entrar em entusiasmos pouco razoáveis.
Aquilo que importa, agora e no próximo futuro, é continuar a conjugar ambição com rigor. E tirar partido daquela imensa alegria que o estádio acolhe todas as tardes, a partir das dezenas de crianças e jovens que ali praticam futebol.
Ter uma boa equipa de seniores é importante e os sócios gostam! Mas se essa equipa tiver um bom número de jogadores da terra, certamente que agradará muito mais e ajudará a encher a tal bancada que o treinador campeão lamenta ver muitas vezes pouco animada. Por isso, dar mais conforto, atenção e respeito a quem assegurará o futuro também tem de ser uma prioridade. E a resolução desse "calcanhar de Aquiles" só pode passar por encarar o futebol juvenil com mais e melhor empenho.
Fonte: http://www.correioalentejo.com
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