Foto: Pedro Góis (SIC)
Quatro
equipas alentejanas apuraram-se hoje para a 2ª eliminatória da Taça de
Portugal: Eléctrico de Ponte de Sôr, União Montemor, Atlético de Reguengos e
Vasco da Gama.
Pelo
caminho ficaram Juventude de Évora, Aljustrelense, Monte Trigo e Moura.
O
sorteio da 2ª eliminatória, que se disputa a 16 de setembro, realiza-se na
próxima sexta-feira (31) pelas 15h30, na sede da Federação Portuguesa de Futebol.
Resultados
Oriental
(II) 2 – 1 Juventude de Évora (III)
União
de Montemor (III) 1 – 0 Oliveira de Frades (III)
Aljustrelense
(III) 0 – 1 Atlético Reguengos (III)
Sacavenense
(III) 3 – 0 Monte Trigo (III)
Castrense
(III) 0 - 2 Eléctrico Ponte Sôr (III)
Barreiro (III) 1 – 0 Moura (III)
Vasco
da Gama Vidigueira (III) 3 – 2 Caçadores das Taipas (III)
Entretanto,
a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou que vai distribuir cerca de
3.500.000 de euros entre os Clubes participantes na Taça de Portugal em
2012-2013, montante que representa um aumento de cerca de 20% em relação à
verba entregue no ano passado.
As
verbas, maioritariamente provenientes do acordo de cedência dos direitos de
transmissão da "prova-rainha" do futebol português (que vigora até ao
fim da época 2013-2014), serão distribuídas de forma diferente, revela fonte da
FPF.
"Por
exemplo, os clubes participantes na terceira eliminatória vão receber três
vezes mais do que recebiam a temporada anterior e, nesta época, ao contrário do
que acontecia, vai haver sempre prémio de participação entre a quarta
eliminatória e as meias-finais, independentemente de haver ou não transmissão
televisiva do respetivo jogo", explica a mesma fonte.
"Tivemos
a preocupação de aumentar as verbas para os clubes das competições não
profissionais que participem nas primeiras eliminatórias e garantir que os bons
resultados obtidos sejam sempre premiados, independentemente de haver ou não
transmissão televisiva dos jogos. São verbas que podem não ser muito elevadas
quando consideradas individualmente mas que constituem, de certeza, sobretudo nesta
altura de grande aperto financeiro, autênticos balões de oxigénio para os
clubes com menores recursos e menos fontes de receita. Esta era também uma
ambição manifestada pelos nossos sócios e foi um compromisso assumido na
campanha eleitoral pelo que me sinto particularmente agradado por aprovar mais
esta medida", acrescenta o presidente da FPF, Fernando Gomes.
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