O
passivo do clube rondará, neste momento, «os dois milhões de euros»,
mas, com a subida à II Liga e obrigatória criação de uma nova SAD, a
segunda na história do Farense, «com certeza não faltarão investidores
interessados».
António Barão é o presidente Farense há quatro anos e pegou no clube
numa altura em que a extinção do emblema de Faro, devido à difícil
situação financeira, era uma possibilidade muito forte.
Mas, passados estes anos e depois de uma avaliação profissional às
contas do Farense, um passivo que anteriores direções colocaram acima
dos 10 milhões de euros está agora bem menor.
A entrevista foi originalmente para o ar ontem e pode ser ouvida na íntegra no sábado às 12 horas em 102.7 FM ou no site da RUA FM.
Na conversa, o dirigente do Farense falou dos 103 anos celebrados há
pouco e do percurso do clube. Em foco, estiveram os anos menos bons, mas
também o futuro, uma vez que «o pior já passou».
Hoje, o Farense é gerido «com cuidado» e de forma a não dar passos
maiores do que as pernas. Os ordenados estão em dia e «o ativo é bem
maior do que o passivo», o que significa, segundo António Barão, que o
clube que dirige «é dos que goza de maior saúde financeira em Portugal.
«O nosso passivo ronda os 2 milhões de euros e os nossos ativos devem
andar próximo dos 12 milhões», revelou.
Quando faltam duas jornadas para o fim do campeonato Nacional da II
Divisão, onde o Farense é segundo na Zona Sul com menos um ponto que o
líder Mafra, é legítimo sonhar com a promoção. Ambas as equipas têm
feito um excelente campeonato, mas só o primeiro irá para a II Liga.
António Barão mostra-se convicto de que o Farense vai subir e que o Mafra vai escorregar em Fátima, já no próximo fim-de-semana.
Ao Farense, pede-se que ganhe os dois jogos que faltam, o último dos
quais a 28 de abril, no Estádio de São Luís, contra o Leiria.
Fonte: http://www.sulinformacao.pt
Fonte: http://scfarense1910.blogspot.pt/
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