Futebol - Seleção A
Grupo enriquecido
Com
mais jogos disputados e mais anos de experiência na equipa, Edite
Fernandes saúda a entrada de novas jogadoras na Seleção Nacional
Feminina A.
Já com 109
internacionalizações cumpridas, a capitã da Equipa das Quinas admitiu
que, apesar do esforço de adaptação por que passa em cada renovação, a
qualidade das novas jogadoras é benéfico para o grupo.
"Primeiramente, trazem qualidade ao grupo, sem dúvida. Depois e tendo em conta que muitas destas 'novidades' vêm das Sub-19, trazem uma experiência internacional muito importante, que acaba por ser uma mais-valia para elas próprias e para a equipa. Obviamente, estas renovações significam que os grupos se tornam totalmente diferentes e para mim, que sou a mais velha, implica um esforço de adaptação diferente também, mas as transformações são necessárias e benéficas."
No segundo dia de trabalho da Seleção Nacional, Edite Fernandes abordou o arranque desta nova qualificação para o Mundial de 2015 com algumas cautelas. "Este é o primeiro estágio da época, depois de um período de férias, por isso chegámos animadas, com saudades e com muito boa disposição. Estamos apenas no segundo dia de estágio, mas penso que todas as jogadoras que recebem a notícia da convocatória pensam logo no desafio que têm pela frente e que equipa teremos de enfrentar. Olhando para o ranking, poderemos pensar que será um jogo fácil porque Portugal está umas posições acima da Grécia, mas essa não será a realidade. Este será o primeiro jogo, o nervosismo estará sempre presente, até nas jogadoras mais velhas, e estaremos fora de Portugal, por isso não poderemos contar com o apoio da família ou dos adeptos. Temos obrigação de ganhar, porque queremos coemçar a qualificação da melhor forma e porque sabemos que esta vitória nos moralizará, mas também estamos cientes das dificuldades. Não é a primeira vez que fazemos isto, sabemos as dificuldades que vamos encontrar, mas vamos trabalhar para conseguir a vitória, como sempre."
Confessando que a presença numa fase final de uma grande competição seria o melhor presente para tantos anos de carreira, a avançada lusa afirma que mantém a esperança que aconteça num futuro próximo. "Vou continuar a acreditar nessa possibilidade, enquanto houver esperança é possível chegarmos a uma fase final, mas é preciso mantermos os pés bem assentes na terra, porque o nosso grupo é difícil e, tratando-se de um Mundial, o número de equipas apuradas é substancialmente menor, o que reduz as possibilidades. Vamos trabalhar acreditando que é possível, vamos manter o sonho, mas cientes de que muita coisa pode acontecer, inclusive situações que muitas das vezes estão fora do nosso alcance e que podem condicionar a nossa prestação. Vamos pensar pouco a pouco e logo vemos quão longe podemos chegar."
As comandadas de António Violante cumprem esta tarde, pelas 17h30 mais uma sessão de treino em Rio Maior.
"Primeiramente, trazem qualidade ao grupo, sem dúvida. Depois e tendo em conta que muitas destas 'novidades' vêm das Sub-19, trazem uma experiência internacional muito importante, que acaba por ser uma mais-valia para elas próprias e para a equipa. Obviamente, estas renovações significam que os grupos se tornam totalmente diferentes e para mim, que sou a mais velha, implica um esforço de adaptação diferente também, mas as transformações são necessárias e benéficas."
No segundo dia de trabalho da Seleção Nacional, Edite Fernandes abordou o arranque desta nova qualificação para o Mundial de 2015 com algumas cautelas. "Este é o primeiro estágio da época, depois de um período de férias, por isso chegámos animadas, com saudades e com muito boa disposição. Estamos apenas no segundo dia de estágio, mas penso que todas as jogadoras que recebem a notícia da convocatória pensam logo no desafio que têm pela frente e que equipa teremos de enfrentar. Olhando para o ranking, poderemos pensar que será um jogo fácil porque Portugal está umas posições acima da Grécia, mas essa não será a realidade. Este será o primeiro jogo, o nervosismo estará sempre presente, até nas jogadoras mais velhas, e estaremos fora de Portugal, por isso não poderemos contar com o apoio da família ou dos adeptos. Temos obrigação de ganhar, porque queremos coemçar a qualificação da melhor forma e porque sabemos que esta vitória nos moralizará, mas também estamos cientes das dificuldades. Não é a primeira vez que fazemos isto, sabemos as dificuldades que vamos encontrar, mas vamos trabalhar para conseguir a vitória, como sempre."
Confessando que a presença numa fase final de uma grande competição seria o melhor presente para tantos anos de carreira, a avançada lusa afirma que mantém a esperança que aconteça num futuro próximo. "Vou continuar a acreditar nessa possibilidade, enquanto houver esperança é possível chegarmos a uma fase final, mas é preciso mantermos os pés bem assentes na terra, porque o nosso grupo é difícil e, tratando-se de um Mundial, o número de equipas apuradas é substancialmente menor, o que reduz as possibilidades. Vamos trabalhar acreditando que é possível, vamos manter o sonho, mas cientes de que muita coisa pode acontecer, inclusive situações que muitas das vezes estão fora do nosso alcance e que podem condicionar a nossa prestação. Vamos pensar pouco a pouco e logo vemos quão longe podemos chegar."
As comandadas de António Violante cumprem esta tarde, pelas 17h30 mais uma sessão de treino em Rio Maior.
Fonte: FpF.PT
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