Futebol - Sub-17
Concentração e seriedade
À espera de adversários fortes, a avançada Rita Cheganças aponta o caminho para o sucesso no Campeonato da Europa
Ao
terceiro dia do estágio em Rio Maior, começa a desenhar-se a estratégia
da Seleção Sub-17 para o Campeonato da Europa e a avançada Rita
Cheganças admite que já sente “o ambiente a aquecer”. “Estamos a treinar
cada vez com mais intensidade e temos conversado sobre o que nos
espera. Sabemos que a Áustria, a Itália e, sobretudo, a Inglaterra vão
chegar muito fortes”, explica, desvalorizando o triunfo por 2-1 sobre a
seleção italiana, na fase de qualificação: “Resultados passados não
contam para nada”.
Para a atleta do Clube Albergaria, “tudo será mais fácil se a equipa se apoiar na mensagem da professora” Susana Cova. Que mensagem? “Jogar com a máxima seriedade e muita concentração”. “Só assim conseguiremos ser uma equipa organizada. O resto, nós já temos: somos um grupo fixe, cheio de vida e com vontade de ir longe”, explica.
Da Treinadora Nacional das Sub-17, a jovem reúne as melhores referências: “A professora Susana fala connosco antes de cada treino. Olha-nos nos olhos e explica o que pretende de forma clara. Isso é muito bom”. Rita também reconhece que a vontade das jogadoras pesa na performance da seleção: “Em todos os estágios, tememos que seja a última vez que nos juntamos. Também por essa razão, queremos dar tudo em campo”.
“Sinceramente, o nosso desejo é atingir os três primeiros lugares no Europeu. Ficaríamos apuradas diretamente para o Mundial da Costa Rica [a decorrer em março]. É fazermos o que a professora pediu e jogarmos pela amizade que nos une. Somos mesmo uma família e gostávamos de manter o grupo ao mais alto nível por mais tempo”, reforça.
Destinos trocados
Avançada polivalente, pois tanto joga na ala direita como na esquerda do ataque, Rita Cheganças não esconde o sonho de ser “profissional de futebol”, embora também ambicione uma carreira em ciências forenses e criminais. “O meu ídolo é o Cristiano Ronaldo que, curiosamente, começou como extremo esquerdo como eu”, revela.
O futebol chegou à sua vida “por acaso”. Ninguém esperava que se tornasse futebolista e que o irmão mais novo [Bernardo, de 11 anos] enveredasse pelo balé. “Os meu vizinhos costumam dizer que os nossos destinos foram trocados. Acho o balé uma seca e ele não tem paciência para a bola. A única vez que jogou foi à baliza. Parecia o homem elástico a defender”, atira, a rir. Alguns familiares estarão presentes nos jogos em Inglaterra. “Primos e tios que vivem lá”. Espera "dar-lhes a alegria de festejar a vitória de Portugal”.
Transições defesa-ataque
A Seleção Sub-17 feminina realizou, esta quarta-feira, no Centro Desportivo de Rio Maior, mais um treino de preparação para o Europeu, que incidiu sobre as transições defesa-ataque. A equipa orientada por Susana Cova continuará a trabalhar de manhã até sábado, viajando no dia seguinte para Inglaterra (7h05).
Fonte: FpF.Pt
Para a atleta do Clube Albergaria, “tudo será mais fácil se a equipa se apoiar na mensagem da professora” Susana Cova. Que mensagem? “Jogar com a máxima seriedade e muita concentração”. “Só assim conseguiremos ser uma equipa organizada. O resto, nós já temos: somos um grupo fixe, cheio de vida e com vontade de ir longe”, explica.
Da Treinadora Nacional das Sub-17, a jovem reúne as melhores referências: “A professora Susana fala connosco antes de cada treino. Olha-nos nos olhos e explica o que pretende de forma clara. Isso é muito bom”. Rita também reconhece que a vontade das jogadoras pesa na performance da seleção: “Em todos os estágios, tememos que seja a última vez que nos juntamos. Também por essa razão, queremos dar tudo em campo”.
“Sinceramente, o nosso desejo é atingir os três primeiros lugares no Europeu. Ficaríamos apuradas diretamente para o Mundial da Costa Rica [a decorrer em março]. É fazermos o que a professora pediu e jogarmos pela amizade que nos une. Somos mesmo uma família e gostávamos de manter o grupo ao mais alto nível por mais tempo”, reforça.
Destinos trocados
Avançada polivalente, pois tanto joga na ala direita como na esquerda do ataque, Rita Cheganças não esconde o sonho de ser “profissional de futebol”, embora também ambicione uma carreira em ciências forenses e criminais. “O meu ídolo é o Cristiano Ronaldo que, curiosamente, começou como extremo esquerdo como eu”, revela.
O futebol chegou à sua vida “por acaso”. Ninguém esperava que se tornasse futebolista e que o irmão mais novo [Bernardo, de 11 anos] enveredasse pelo balé. “Os meu vizinhos costumam dizer que os nossos destinos foram trocados. Acho o balé uma seca e ele não tem paciência para a bola. A única vez que jogou foi à baliza. Parecia o homem elástico a defender”, atira, a rir. Alguns familiares estarão presentes nos jogos em Inglaterra. “Primos e tios que vivem lá”. Espera "dar-lhes a alegria de festejar a vitória de Portugal”.
Transições defesa-ataque
A Seleção Sub-17 feminina realizou, esta quarta-feira, no Centro Desportivo de Rio Maior, mais um treino de preparação para o Europeu, que incidiu sobre as transições defesa-ataque. A equipa orientada por Susana Cova continuará a trabalhar de manhã até sábado, viajando no dia seguinte para Inglaterra (7h05).
Fonte: FpF.Pt
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