Futebol - Sub-17
Futebol genético
Defesa Margarida Machado sonha com uma carreira semelhante à do pai, uma antiga figura do futebol nacional
Futebol
nos genes, ADN minhoto e uma grande vontade de se afirmar. Este é o
retrato fiel de Margarida Machado, uma das eleitas de Susana Cova para a
fase final do Campeonato da Europa Sub-17 feminino, que arranca no dia
26 de novembro, em Burton-On-Trent (Inglaterra).
No segundo dia do estágio das Sub-17 em Rio Maior, a defesa contou ao fpf.pt que entrou no futebol para imitar o progenitor: “O meu pai [Jorge Machado] foi jogador profissional e passou-me cedo o ‘bichinho’ da bola. Estreou-se na equipa principal do V. Guimarães em 1983/84. Sempre quis ter uma carreira como a dele. É a minha referência, nunca dispenso os conselhos dele”.
Margarida Machado tem a sensação de que começou “a caminhar e a jogar quase em simultâneo”. “Andava com uma bola atrás do meu pai e do meu padrinho, que também foi jogador quando era novo, no Sporting de Braga. Queria imitar os toques do meu pai e partia tudo com a bola”, disse, a bom rir.
Aos seis anos, levaram-na às escolas do Joane, em Famalicão, para fazer testes. O pai treinava nesse clube e suspeitava que a filha tinha talento. Acertou. A mãe ainda tentou desviá-la do futebol. E à irmã, que se iniciou no futsal e agora representa o mesmo clube da defesa, o Vilaverdense. Em vão: “A minha mãe não queria reviver o que passou com o meu pai. As pancadas, as dores, as queixas musculares. Mas já se mentalizou e até vê os nossos jogos na primeira fila. Lá em casa todos temos uma personalidade forte, tipicamente minhota”.
A jovem não tem dúvidas de que, para uma jovem, em qualquer atividade, é muito importante ter o apoio da família: “Assim é mais fácil perseguirmos os nossos sonhos”. No futebol, também é fundamental um ambiente de camaradagem. Aquilo que diz ter encontrado nas Sub-17: “Não podíamos ser mais unidas. Somos todas amigas e isso vê-se. Quando uma cai no treino, as outras ajudam-na a levantar-se. Fora dos treinos, juntamo-nos para cantar, dançar, falar de coisas que se passaram connosco”.
Na chegada ao Centro de Treinos de Rio maior, falaram do ‘show’ de talentos musicais que montaram no hotel de estágio em Fátima: “Fizemos um ‘Factor X’ dentro de um quarto, com júri e plateia. Havia quatro concorrentes para cantar e eu filmei tudo”, confessou.
“A partir de sábado, não haverá brincadeiras e as conversas serão outras”, avisou, assegurando que todas as jogadoras “estarão só focadas” no Europeu, onde esperam deixar “uma boa imagem” diante de adversários que “devem ser encarados com a máxima seriedade”.
Treino em dose dupla
A equipa comandada por Susana Cova cumpriu dois treinos nesta terça-feira, tendo em vista a participação no Campeonato da Europa de Inglaterra. Com todas as jogadoras disponíveis, a Treinadora Nacional aumentou a intensidade dos preparos, dando especial destaque à organização defensiva.
Recorde-se que Portugal está inserido no Grupo A do Europeu, juntamente com a Áustria, a Itália e a anfitriã Inglaterra. O primeiro jogo, diante da formação austríaca, está marcado para o dia 26 de novembro, às 20h00, em Telford.
Fonte: FpF.Pt
No segundo dia do estágio das Sub-17 em Rio Maior, a defesa contou ao fpf.pt que entrou no futebol para imitar o progenitor: “O meu pai [Jorge Machado] foi jogador profissional e passou-me cedo o ‘bichinho’ da bola. Estreou-se na equipa principal do V. Guimarães em 1983/84. Sempre quis ter uma carreira como a dele. É a minha referência, nunca dispenso os conselhos dele”.
Margarida Machado tem a sensação de que começou “a caminhar e a jogar quase em simultâneo”. “Andava com uma bola atrás do meu pai e do meu padrinho, que também foi jogador quando era novo, no Sporting de Braga. Queria imitar os toques do meu pai e partia tudo com a bola”, disse, a bom rir.
Aos seis anos, levaram-na às escolas do Joane, em Famalicão, para fazer testes. O pai treinava nesse clube e suspeitava que a filha tinha talento. Acertou. A mãe ainda tentou desviá-la do futebol. E à irmã, que se iniciou no futsal e agora representa o mesmo clube da defesa, o Vilaverdense. Em vão: “A minha mãe não queria reviver o que passou com o meu pai. As pancadas, as dores, as queixas musculares. Mas já se mentalizou e até vê os nossos jogos na primeira fila. Lá em casa todos temos uma personalidade forte, tipicamente minhota”.
A jovem não tem dúvidas de que, para uma jovem, em qualquer atividade, é muito importante ter o apoio da família: “Assim é mais fácil perseguirmos os nossos sonhos”. No futebol, também é fundamental um ambiente de camaradagem. Aquilo que diz ter encontrado nas Sub-17: “Não podíamos ser mais unidas. Somos todas amigas e isso vê-se. Quando uma cai no treino, as outras ajudam-na a levantar-se. Fora dos treinos, juntamo-nos para cantar, dançar, falar de coisas que se passaram connosco”.
Na chegada ao Centro de Treinos de Rio maior, falaram do ‘show’ de talentos musicais que montaram no hotel de estágio em Fátima: “Fizemos um ‘Factor X’ dentro de um quarto, com júri e plateia. Havia quatro concorrentes para cantar e eu filmei tudo”, confessou.
“A partir de sábado, não haverá brincadeiras e as conversas serão outras”, avisou, assegurando que todas as jogadoras “estarão só focadas” no Europeu, onde esperam deixar “uma boa imagem” diante de adversários que “devem ser encarados com a máxima seriedade”.
Treino em dose dupla
A equipa comandada por Susana Cova cumpriu dois treinos nesta terça-feira, tendo em vista a participação no Campeonato da Europa de Inglaterra. Com todas as jogadoras disponíveis, a Treinadora Nacional aumentou a intensidade dos preparos, dando especial destaque à organização defensiva.
Recorde-se que Portugal está inserido no Grupo A do Europeu, juntamente com a Áustria, a Itália e a anfitriã Inglaterra. O primeiro jogo, diante da formação austríaca, está marcado para o dia 26 de novembro, às 20h00, em Telford.
Fonte: FpF.Pt
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