segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Contas aprovadas por larga maioria

A discussão e votação do Relatório de Gestão e Contas de 2013/2014, aprovado com apenas um voto contra, foi principal ponto da ordem de trabalhos da AG da FPF. Conheça alguns dos números deste documento.
FPF
A discussão e votação do Relatório de Gestão e Contas da Federação Portuguesa de Futebol na época 2013/2014 e a apresentação do relatório de atividades da época anterior foram os principais pontos da ordem de trabalhos da Assembleia Geral que decorreu este sábado (18 de outubro), a partir das 10h00, no auditório Manuel Quaresma da sede da FPF.
O Relatório de Gestão e Contas foi aprovado com 67 votos a favor e apenas um contra.
Na Assembleia Geral foram aprovados, por unanimidade, votos de louvor pelas prestações das seleções sub-21 - que garantiu o apuramento para o Euro-2015 apenas com vitórias - e sub-19, vice-campeã europeia.
Das contas apresentadas, relativas à época anterior, foi apurado um  resultado líquido positivo de 1 290 091,74 euros,  sendo que a maioria deste valor  (1 250.000 euros)  será canalizada para o apoio ao futebol não profissional, reforçando o apoio financeiro às deslocações das equipas do Campeonato Nacional de Seniores, assim como o pagamento das taxas de arbitragem e o financiamento dos seguros das atletas de futebol feminino.
O investimento nas seleções jovens nacionais também cresceu. O aumento do investimento na época anterior permitiu não só resultados de relevo (meias-finais dos sub-17 e final dos sub-19 nos respetivos campeonatos da Europa) como também um acréscimo da atividade de todas as Equipas das Quinas. Destaca-se, desta forma, participação de 454 jogadores nas diversas seleções de futebol, futsal e futebol de praia masculino e feminino, que realizaram um total de 163 encontros (entre partidas oficiais e particulares), somando 630 dias de estágio ao longo de toda a temporada. Os 157 097 atletas federados e os 7 293 jogos das competições organizadas pela FPF são registos que também merecem ser salientados.
A boa gestão financeira da FPF reflete-se, também, nas fontes das receitas angariadas, que provêm quase na totalidade (95%) da publicidade, da comercialização dos direitos da propriedade industrial e da cedência dos direitos de transmissão televisiva, bem como da UEFA e da FIFA, em função da participação nos campeonatos da Europa e do Mundo. Apenas uma pequena parte destas receitas são provenientes subsídios, atribuídos pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, destinados, fundamentalmente, à promoção da prática desportiva.
O ano 2013/2014 foi, também, aquele em que a FPF começou a usar as redes sociais para comunicar e interagir com a família do futebol, com um sucesso assinalável no "Facebook das Seleções de Portugal", que já atingiu um milhão de seguidores.
 A adesão dos portugueses aos jogos da Seleção Nacional A não pode ser menosprezada no sucesso da gestão das contas deste exercício, já que o aumento das receitas com bilhética - mesmo sem ter existido aumento dos preços - teve influência positiva para o resultado final.
Após a primeira Assembleia Geral, seguiu-se uma Assembleia Geral Extraordinária que teve como objetivo a alteração dos estatutos da FPF ao novo Regime Jurídico das Federações Desportivas, que resulta do decreto/lei n.º 93/2014 de 23 de junho, aprovados, também, por larga maioria.
Foto: FPF/Diogo Pinto
Fonte: FpF.PT

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