sexta-feira, 14 de novembro de 2014

História

José Saúde

Sendo a história uma narração de factos que não se aniquilarão com o evoluir do tempo, permanecendo para a eternidade biografias que relatam indesmentíveis realidades, vamos hoje debater uma temática que coloca o FC castrense na tribuna-mor das coletividades desportivas que honradamente souberam construir um futuro próspero. Comecemos pelos princípios. Manuel Joaquim Valadas, um homem que nasceu em castro Verde no dia 1 de setembro de 1909, integrou um grupo de rapazes da terra onde constavam o Eduardo Jorge, o José Costa, o Manuel Fernandes, o Cuba, o Francisco Silva, o Paco, o Cândido Alves, o José Baltazar, o José Alves e o José Cruz, entre outros, que fundaram aquele que terá sido o primeiro Football Club castrense. Em 1936, Manuel Batista Ramos foi um dos obreiros que esteve na origem do segundo castrense. José Colaço, conhecido vulgarmente como José Ricardo, figura de proa do Esperança nos anos 40, foi o homem que em castro Verde se colocou à proa de uma embarcação onde proliferavam nomes da urbe e que no dia 1 de abril de 1953 fundaram o atual FC castrense. Do Campo Branco chegam- -nos histórias encantadoras levadas ao êxtase pelo clube castrense. Recordo que o seu historial recente é maravilhoso. Na sede do concelho, nomeadamente, a autarquia e dirigentes da coletividade jamais se quedaram no sossego no que concerne à majestosa construção de novas infraestruturas. Atualmente a vila de castro Verde respira saudavelmente desporto. As modalidades evidenciam trabalho e os atletas entregam-se ao emblema que nobremente defendem. Carlos Pereira é um presidente que irradia a noção exata do dever cumprido. O último relatório e contas, época 2013/2014, é explícito: 324 atletas federados, cinco modalidades – futebol, atletismo, patinagem, hóquei em patins e jiu-jitsu – 23 títulos regionais e distritais coletivos, 49 individuais, um recorde distrital e um saldo positivo de 31 292, 21 euros. São exequíveis certezas de que a história do FC castrense está viva e recomenda-se. 

Fonte: http://da.ambaal.pt

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