José Saúde
Sendo a história uma narração de factos que não
se aniquilarão com o evoluir do tempo, permanecendo para a eternidade
biografias que relatam indesmentíveis realidades, vamos hoje debater uma
temática que coloca o FC castrense na tribuna-mor das coletividades
desportivas que honradamente souberam construir um futuro próspero.
Comecemos pelos princípios. Manuel Joaquim Valadas, um homem que nasceu
em castro Verde no dia 1 de setembro de 1909, integrou um grupo de
rapazes da terra onde constavam o Eduardo Jorge, o José Costa, o Manuel
Fernandes, o Cuba, o Francisco Silva, o Paco, o Cândido Alves, o José
Baltazar, o José Alves e o José Cruz, entre outros, que fundaram aquele
que terá sido o primeiro Football Club castrense. Em 1936, Manuel
Batista Ramos foi um dos obreiros que esteve na origem do segundo
castrense. José Colaço, conhecido vulgarmente como José Ricardo, figura
de proa do Esperança nos anos 40, foi o homem que em castro Verde se
colocou à proa de uma embarcação onde proliferavam nomes da urbe e que
no dia 1 de abril de 1953 fundaram o atual FC castrense. Do Campo Branco
chegam- -nos histórias encantadoras levadas ao êxtase pelo clube
castrense. Recordo que o seu historial recente é maravilhoso. Na sede do
concelho, nomeadamente, a autarquia e dirigentes da coletividade jamais
se quedaram no sossego no que concerne à majestosa construção de novas
infraestruturas. Atualmente a vila de castro Verde respira saudavelmente
desporto. As modalidades evidenciam trabalho e os atletas entregam-se
ao emblema que nobremente defendem. Carlos Pereira é um presidente que
irradia a noção exata do dever cumprido. O último relatório e contas,
época 2013/2014, é explícito: 324 atletas federados, cinco modalidades –
futebol, atletismo, patinagem, hóquei em patins e jiu-jitsu – 23
títulos regionais e distritais coletivos, 49 individuais, um recorde
distrital e um saldo positivo de 31 292, 21 euros. São exequíveis
certezas de que a história do FC castrense está viva e recomenda-se.
Fonte: http://da.ambaal.pt
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