Portugal e Brasil enfrentam-se no Mundial. Duas potências do futebol de formação reencontram-se na Nova Zelândia
Futebol Sub-20
Portugal e Brasil encontram-se na madrugada de
domingo, 02h00, no Estádio Waikato, em Hamilton. O vencedor tem lugar
assegurado nas meias-finais do Campeonato do Mundo da Nova Zelândia.
O confronto entre favoritos, como os jornais neozelandeses apontam, acrescentando a Alemanha ao lote de seleções mais fortes na Nova Zelândia, não é novidade para os dois países. Portugal, bicampeão mundial, em 1989 e 1991, e o Brasil, pentacampeão mundial, em1983, 1985, 1993, 2003 e 2011, já se enfrentaram por quatro vezes em fases finais do Mundial.
Só por uma vez, o vencedor de um encontro entre estas duas nações não se sagrou campeão mundial - no Qatar, onde o Brasil eliminou Portugal nas meias-finais, por 1-0, com um golo marcado nos últimos minutos perante nove portugueses, mas onde acabou por perder para a Argentina a final.
Em 1989, 1991 e 2011, repetimos, o vencedor deste duelo sagrou-se campeão mundial. Voltemos atrás. Arábia Saudita,1989. Um equipa que tem em Hélio Sousa, atual treinador nacional, o patrão do meio-campo enfrenta o Brasil nas meias-finais. Um golo solitário de Amaral qualifica Portugal para a final onde baterá a Nigéria e conquistará o seu primeiro título da história.
Dois anos volvidos estamos em Lisboa em nova final do Mundial. O Estádio da Luz regista a maior enchente da história dos Campeonatos do Mundo. A FIFA ainda hoje assinala o recorde nos 126 mil espetadores. Portugal, onde pontificam Brassard, Peixe, Figo ou João Pinto, não se consegue superiorizar no tempo regulamentar ao Brasil de Élber, Paulo Nunes ou Marquinhos.
Na decisão por grandes penalidades não se ouve um mosquito quando Rui Costa parte para a bola. O resto pode ser visto em imagens televisivas já pouco nítidas. O médio português a festejar o bicampeonato mundial agarrado às grades do velho Estádio da Luz.
Do quarto encontro entre duas das três seleções com melhor currículo em Mundiais - só a Argentina supera Portugal e Brasil com seis títulos - já se sabia que ia dar campeão. Estamos na Colômbia, em 2011, e joga-se a final do Mundial. A Geração Coragem, como foi apelidada a Seleção Nacional, enfrenta um Brasil cheio de talento - todos os especialistas são unânimes em considerar a seleção brasileira de 2011 como uma das melhores de sempre, mesmo tendo prescindido da estrela Neymar em vésperas da prova.
Portugal, liderado por Ilídio Vale e com Hélio Sousa como treinador adjunto, entra mal no jogo. Óscar, uma das estrelas atuais do Chelsea, marca aos cinco minutos. Alex repõe a igualdade aos nove. Numa batalha épica, Nelson Oliveira coloca Portugal em vantagem no segundo tempo. Quando faltam 12 minutos para Portugal levantar pela terceira vez á taça, o Brasil empata novamente por Óscar.
O prolongamento no Nemésio Camacho, em Bogotá, será funesto para uma das mais valentes seleções portuguesas. Óscar faz o hat-trick aos 111. Portugal adia o sonho.
Portugal e Brasil enfrentaram-se muitas outras vezes em jogos particulares ou no Torneio de Toulon - os registos apontam quatro vitórias brasileiras, duas portuguesas e dois empates - mas nenhum deste jogos tem o simbolismo e a marca de água do Mundial.
Domingo, às 02h00, duelo de gigantes na distante Hamilton. Um jogo para a história.
O confronto entre favoritos, como os jornais neozelandeses apontam, acrescentando a Alemanha ao lote de seleções mais fortes na Nova Zelândia, não é novidade para os dois países. Portugal, bicampeão mundial, em 1989 e 1991, e o Brasil, pentacampeão mundial, em1983, 1985, 1993, 2003 e 2011, já se enfrentaram por quatro vezes em fases finais do Mundial.
Só por uma vez, o vencedor de um encontro entre estas duas nações não se sagrou campeão mundial - no Qatar, onde o Brasil eliminou Portugal nas meias-finais, por 1-0, com um golo marcado nos últimos minutos perante nove portugueses, mas onde acabou por perder para a Argentina a final.
Em 1989, 1991 e 2011, repetimos, o vencedor deste duelo sagrou-se campeão mundial. Voltemos atrás. Arábia Saudita,1989. Um equipa que tem em Hélio Sousa, atual treinador nacional, o patrão do meio-campo enfrenta o Brasil nas meias-finais. Um golo solitário de Amaral qualifica Portugal para a final onde baterá a Nigéria e conquistará o seu primeiro título da história.
Dois anos volvidos estamos em Lisboa em nova final do Mundial. O Estádio da Luz regista a maior enchente da história dos Campeonatos do Mundo. A FIFA ainda hoje assinala o recorde nos 126 mil espetadores. Portugal, onde pontificam Brassard, Peixe, Figo ou João Pinto, não se consegue superiorizar no tempo regulamentar ao Brasil de Élber, Paulo Nunes ou Marquinhos.
Na decisão por grandes penalidades não se ouve um mosquito quando Rui Costa parte para a bola. O resto pode ser visto em imagens televisivas já pouco nítidas. O médio português a festejar o bicampeonato mundial agarrado às grades do velho Estádio da Luz.
Do quarto encontro entre duas das três seleções com melhor currículo em Mundiais - só a Argentina supera Portugal e Brasil com seis títulos - já se sabia que ia dar campeão. Estamos na Colômbia, em 2011, e joga-se a final do Mundial. A Geração Coragem, como foi apelidada a Seleção Nacional, enfrenta um Brasil cheio de talento - todos os especialistas são unânimes em considerar a seleção brasileira de 2011 como uma das melhores de sempre, mesmo tendo prescindido da estrela Neymar em vésperas da prova.
Portugal, liderado por Ilídio Vale e com Hélio Sousa como treinador adjunto, entra mal no jogo. Óscar, uma das estrelas atuais do Chelsea, marca aos cinco minutos. Alex repõe a igualdade aos nove. Numa batalha épica, Nelson Oliveira coloca Portugal em vantagem no segundo tempo. Quando faltam 12 minutos para Portugal levantar pela terceira vez á taça, o Brasil empata novamente por Óscar.
O prolongamento no Nemésio Camacho, em Bogotá, será funesto para uma das mais valentes seleções portuguesas. Óscar faz o hat-trick aos 111. Portugal adia o sonho.
Portugal e Brasil enfrentaram-se muitas outras vezes em jogos particulares ou no Torneio de Toulon - os registos apontam quatro vitórias brasileiras, duas portuguesas e dois empates - mas nenhum deste jogos tem o simbolismo e a marca de água do Mundial.
Domingo, às 02h00, duelo de gigantes na distante Hamilton. Um jogo para a história.
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