sábado, 6 de novembro de 2010

Campeonato Distrital de Infantis 4ª Jornada Série B

Disputou- se hoje a 4ª Jornada que teve os seguintes resultados:

GDAlmarelejense 1 Barrancos 3
Guadiana 5 S.Aleixo 0
Piense 5 GDCPSafara 1
Moura 13 Aldenovense 1

Classificação:

1º Moura  12 Pontos
2º Guadiana 9 Pontos
3º Barrancos 9 Pontos
4º S.Aleixo 4 Pontos
5º F:C:Serpa 4 Pontos
6ºAldenovense 3 Pontos
7º Piense 3 Pontos
8ºGDAmareleja 2 Pontos
9. CP.Safara 0 Pontos

Campeonato Distrital de Infantis 4ªJornada Serie A

Disputou-se a 4 Jornada deste Campeonato que teve os seguintes resultados:
FaroAlentejo 1 Bairro 3
Cuba 4 Ferreirense 2
GDCAlvito 0 NºSportinguista 3 
Despertar B 7 V.Gama 0
Classificação:

1ºDespertar A 9 Pontos
2º Cuba 9 Pontos
3º Despertar B 9 Pontos.
4º N Sportinguista Beja 6 Pontos
5º Bairro 6 Pontos
6ºV.Gama 4 Pontos
7ºGDCAlvito 3 Pontos
8º Ferreirense 1 Ponto
9º Faro Alentejo 0 Pontos

Campeonato Distrital de Juniores 2ª Jornada

Terminou a 2ª Jornada que teve os seguintes resultados:
Despertar 4 Moura 1
GDCPovoSafara 2 Castrense 0
São Domingos 1 F.C.Serpa 2
Aldenovense 2 D.Beja 4

Classificação:
1F.C.Serpa 6 Pontos
2º C:P:Safara 4 Pontos
2º S.Cuba 3 Pontos
4º Castrense 3 Pontos
5ºDespertar 3 Pontos
6º D.Beja 3 Pontos
7º Moura 1 Ponto
8º CA Aldenovense 0 Pontos
São Domingos 0 Pontos

Mineiro Goleado em casa em Futsal

O Mineiro Aljustrelense recebeu em sua casa no jogo a contar para a 4º Jornada do campeonato Nacional da 3ª Divisão de Futsal a quinta do conde e o resultado foi Mineiro 3 Quinta Conde 11
Classificação:
14ª Mineiro o Pontos

Ourique D.C.Novamente Goleado

Disputou-se a 9ª Jornada do Nacional de Juniores da 2ª Divisão em que o nosso Ourique D.C. foi de visita a Cidade Museu em Évora para defrntar o Lusitano. e o resultado foi :L.Evora 5 Ourique D.C. 1
Classificação:
12º Ourique D.C. 1 Ponto

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Jogos para o fim de semana de 5 6 e 7 de Novembro.


Neste fim-de-semana disputa-se a 6.ª Jornada do Campeonato Distrital da 1.ª Divisão, com atenção especial para os jogos Ferreirense - Almodôvar e Milfontes - Despertar.
Também este fim-de-semana tem início o Torneio de Abertura de Futebol Feminino.
Na 3.ª Divisão Nacional joga-se a 7.ª Jornada.
Jogos:
Campeonato Distrital da 1.ª Divisão - 6.ª Jornada - 07/11/2010
CF Vasco da Gama - CA Aldenovense : Luís Cesário
SC Ferreirense - CD Almodôvar : César Leitão
FC Serpa - FC São Marcos : David Tripa
CD Praia de Milfontes - Despertar SC : Dário Dias
CD Beja - Piense SC : Cristiano Bexiga
FC Castrense - CDC Panoias : Filipe Aurélio
AJD Rosairense - CCD Br.º Conceição : Paulo Raposo
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Classificação:
1.º Despertar 15 pts.
2.º Castrense 10 pts.
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Camp. Nacional 3.ª Divisão - Série F - 7.ª Jornada - 07/11/2010
SCM Aljustrelense - GD Beira-Mar
CF Esperança Lagos - Moura AC
UD Messinense - SC Odemirense
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Classificação:
1.º Moura 11 pts.
2.º Aljustrelense 10 pts.
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Camp. Nacional Juniores “A”-2.ª Divisão-Série D - 9.ª Jornada - 06/11/2010
Lusitano GC - Ourique DC
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Camp. Nacional Juniores “B”- Série D - 12.ª Jornada - 07/11/2010
Louletano DC - Despertar SC
Camp. Nacional Juniores “C” - Série F - 11.ª Jornada - 07/11/2010
SC Odemirense - Lusitano GC
Moura AC - CF Vendas Novas
Vitória FC - Despertar SC
SC Cuba - CF Esperança Lagos
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Campeonato Distrital da 2.ª Divisão - Série A - 2.ª Jornada - 07/11/2010
Negrilhos FC - CDR Salvadense : Manuel Santos
FC Vale de Vargo - GD Amarelejense : José Sá
CF Guadiana - Alvorada FC : Frederico Narra
CRD Cabeça Gorda - SC Cuba : Bruno Vieira
Descansa: GDC Alvito
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Taça Distrito de Beja - Futsal - Série "A" - 2.ª Jornada - 05/11/2010
SA Almodovarense - Núcleo Sporting. Moura
Taça Distrito de Beja - Futsal - Série "A" - 3.ª Jornada - 10/11/2010
IP Beja - Núcleo Sporting. Moura
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Taça Distrito de Beja - Futsal - Série "B" - 2.ª Jornada - 06/11/2010
Barrancos Futsal - GDC Alcoforado
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Torneio de Abertura de Futebol Feminino - 1.ª Jornada - 06/11/2010
Casa Benfica Castro Verde - Ourique DC
SCM Aljustrelense - FC Serpa
 Fonte :A.F.beja

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

S.R.Entradense desiste do Campeonato Distrital de Juvenis

A AF Beja em comunicado informa que o clube SR Entradense, desistiu do Campeonato Distrital de Juvenis. Com esta desistência os clubes que jogavam contra este clube, descansarão nas mesmas.

Fonte Distrital de Beja

Glórias do passado e recente XX

(Carlos José Pratas Simão, 11/9/59, Trindade-Beja)
Guarda-redes





























 


74/75-Despertar Beja------juv.
75/76-Despertar Beja------juv.
76/77-Desportivo Beja-----jun.
77/78-Desportivo Beja-----jun.
78/79-Desportivo Beja-----III
79/80-Sporting Cuba-------III
80/81-F.C.Serpa-----------Dist.
81/82-Desportivo Beja-----Dist.
82/83-Ginásio Alcobaça----I
83/84-Nazarenos-----------II
84/85-Fafe----------------II
85/86-inactivo86/87-Desportivo Beja-----III
87/88-Sp.Ferreirense------Dist.
88/89-Desportivo Beja-----Dist.


Antes de se tornar no treinador de valor reconhecido no Baixo-Alentejo,onde já foi Campeão Distrital por duas vezes,Carlos Simão foi um guarda-redes de carreira não muito longa mas que o levou a representar clubes de norte a sul do país. Começando nos juvenis do Despertar de Beja,um clube com tradição nas camadas jovens,Carlos Simão,em 1982,saiu do Desportivo de Beja,clube que na altura se encontrava no Distrital,rumo ao Ginásio de Alcobaça,que tinha sido promovido á 1ª Divisão Nacional.
Ai,teve a companhia do seu irmão mais velho, José Romão,mas não teria muitas oportunidades de jogar visto que tinha á sua frente dois guardiões,Domingos e Jorge,com mais experiência de escalões superiores.
Viria a terminar a carreira no clube onde se iniciou,o "seu" Desportivo de Beja.
















 

C.Simão em acção no Sporting de Cuba



O campeão sem modelos

Carlos Simão

O homem que acaba de somar o campeonato e a Taça do Distrito de Beja ao currículo não alinha em secretismos para justificar o seu sucesso. Para Carlos Simão, “mais do que a táctica, a técnica ou o talento, o factor mais importante do futebol é a inteligência”. E no ambiente das tácticas e das motivações, destacam-se três virtudes essenciais: “magia, criatividade e imaginação”.
Guiado por esta filosofia, Simão é hoje um dos mais cotados técnicos da região e já soma dois títulos distritais: um no FC Serpa e outro no Castrense. A isso se juntam taças e outras distinções, numa carreira nem sempre fácil, que já o levou aos principais emblemas do Baixo Alentejo.
Tudo começou em 1987 no Santa Vitória, pequeno clube do concelho de Beja que conseguiu impulsionar para o “Distritalão”. Ervidel, Cuba, Ferreira, Aljustrel, Serpa e Castro Verde já acolheram o seu trabalho, mas foi em Beja que teve a grande oportunidade de dar o salto. Depois de nas jornadas iniciais ajudar José Torres, na II Liga de 96/97, acabou por assumir o comando da equipa e deu provas de competência. Mas as incompatibilidades com o presidente, José António Chalaça, não permitiram grande sucesso. “Os jogadores protestaram a minha saída mas não havia relação entre mim e o presidente”, recorda.
Apesar da polémica, Penafiel e Famalicão piscaram-lhe o olho para uma carreira nacional, mas ficar perto da filha num momento complicado “soou muito mais alto”.
Hoje, Carlos Simão é um homem tranquilo. A caminho dos 49 anos, recorda os tempos felizes de uma “infância com dificuldades” no Bairro da Apariça, onde vivia com os pais e dois irmãos, António Simão e José Romão. “A maior riqueza foi a educação que tivemos”, garante.
Essa era a época de Eusébio e, nas “peladas” da sua rua, Carlos Simão mostrava alguma tendência para ser guarda-redes. Carvalho, Costa Pereira e José Henriques eram os seus ídolos e, por isso, tentava imitá-los. Hoje, curiosamente, garante não ter para destacar “um modelo de treinador”. E prefere seguir as suas ideias e dedicar-se aos treinos e aos jogos “como se fossem os primeiros” da sua vida.
Com uma filosofia muito própria, Simão defende que o treinador “é sempre um homem só que, além de ser um gestor de recursos humanos, gere sentimentos e emoções”. “É mais do que um psicólogo colectivo, também é um bom pai e um bom irmão”, advoga.
Entre os treinos e os jogos, o técnico campeão distrital tem uma pastelaria e é “um homem de casa” que gosta muito de ler – está neste momento a conhecer A Mancha Humana, de Philip Roth –, de ouvir Diana Ross e a grande música de Beethoven. “Gosto de música clássica, porque me toca no ouvido, faz-me arrepiar e dá-me alguma estabilidade emocional. Não consigo explicar porquê, mas sinto-me bem.”
Esta paixão tão erudita não o impede de lembrar com saudade os bailes da juventude, ao som dos brasileiros Roberto Carlos e Nelson Ned, numa altura em que a política o entusiasmava e, por isso, ajudou a fundar a Juventude Socialista no distrito de Beja. Hoje, afligido com o crescente nível da insegurança, é um português preocupado com “o desaparecimento da classe média” e a tendência que põe “os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres”.


Texto retirado do Site do Correio Alentejo
Fonte: Antigas Glórias do Futebol Alentejano http://algarvalentejo.blogspot.com/

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O diálogo é sempre o melhor caminho

A Associação de Futebol de Beja (AFB) tem um novo elenco directivo, liderado pelo Prof. José Luís Ramalho. Devo confessar que a sua candidatura e eleição não me entusiasmou. Fiquei mesmo com algumas reservas. Naturalmente que reconheço mérito para liderar e dirigir a esta destacada figura bejense, porém desconhecia-lhe qualquer interesse pelo mundo do futebol distrital. Como bejnse atento à realidade do nosso futebol, decidi esperar para ver.
Volvidos alguns meses de trabalho deste novo executivo, registo com agrado que a AFB está a trilhar um caminho de aproximação aos clubes filiados, se interessa pelos seus problemas, quer ouvir e quer dialogar. É esse claramente o objectivo das "reuniões descentralizadas", como a que ocorreu no passado dia 28 de Outubro; foi bom saber que a AFB aceitou colocar a hipótese de reduzir o valor das taxas de organização, que se preocupa com os valores pagos pelos clubes com o policiamento dos recintos de jogo (muitas vezes a receita da bilheteira nem para isso chega), que conhece a sobrecarga dos campos de futebol, claramente insuficientes para a utilização de todas as equipas e escalões; a oferta de bolas também é um bom indicador da vontade de colaborar com os filiados.
Espero sinceramente que continuem com esta postura e que as medidas a tomar vão de encontro às necessidades dos clubes, de modo a que estes vejam na  AFB uma instituição que os defende e que os apoia. Mesmo que isso implique alguns custos financeiros para os cofres da AFB.
Para já, parece não restarem dúvidas que o novo Presidente e a sua equipa estão no bom caminho e merecem um voto de confiança!

Crónica de António Gonçalves Romão

Fonte: SportAlentejo

Respeito pela equipa de arbitragem

O respeito que se deve ter pela equipa de arbitragem por parte de todos os intervenientes, desde jogadores a treinadores passando também pelos dirigentes tem sido um dos temas mais discutidos nos últimos anos nos seminários e formações da UEFA. É uma das principais preocupações no futebol actual. A imagem do árbitro e o que dela transparece continua a ser um ponto a capitalizar e a melhorar a curto prazo.
Um árbitro deve tentar perceber como é visto, qual o feedback que pode transparecer, (positivo, negativo ou completamente neutro), que imagem tem os outros de si para estar preparado. Talvez possamos concluir que no início do jogo tudo esteja bem, não havendo antecedentes marcantes no passado há harmonia entre todos. Quando é que esta acaba? Quando uma equipa se sente prejudicada numa decisão capital! Tudo o que ia bem acaba logo virando um problema.
Também a relação dos adeptos do futebol connosco não é pacífica, criticar um árbitro é um acto banal.
E como é que nós conseguimos explicar às pessoas que temos a certeza que vamos errar, que é inevitável, como transmitir essa mensagem? Quem compreende? Como é que as pessoas podem perceber os nossos erros sem perder o respeito por nós. Nada fácil.
Ninguém aceita ser prejudicado e quando tal acontece mais do que uma vez, é considerada uma perseguição sistemática ao clube e a comunicação social é usada a preceito para cada um se valer das suas razões colocando logo pressão nos próximos jogos como que dando o alerta de que para com eles estão em dívida. Aos árbitros exige-se imparcialidade, idoneidade, justiça, competência e qualidade e não que nunca errem e que acertem sempre nas suas decisões. Humanamente é pouco exequível.
O Futebol não foi inventado pelos árbitros nem para os árbitros, mas não se concebe a sua existência sem a presença destes, isto porque o ser humano não se auto-disciplina quando confrontado com a paixão e com a vontade e a ânsia de vencer. Não existindo um cenário perfeito tem que existir compreensão. O aparecimento do árbitro no jogo foi natural e necessário.
Ganhar ou perder. Ter sucesso ou insucesso. Ser bem ou mal sucedido. Tudo na vida pode ter uma barreira muito linear.
Numa competição o papel do árbitro é, ou deverá sempre ser, secundário. O centro das atenções é o jogador, o artista do espectáculo. Menosprezem no sentido positivo a presença do homem do apito.
É importante uma reeducação das pessoas na sua relação com os árbitros, que muito têm mudado a sua postura e conduta nas últimas décadas. Quer-se mais e melhor. Têm existido mudanças, embora pouco reconhecidas.
Quem perder um jogo, que não se perca também no jogo do respeito!

Dinis Gorjão