sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Texto do amigo Filipe Linz 17 que deixou o AJDROSAIRENSE e foi para o Alvorense por motivos profissionais
Até já...
Porque foi tão importante para mim, não posso sair sem deixar uma palavra de gratidão para com o clube e para com as pessoas que me ajudaram nestes quase 9 anos com esta camisola vestida.
cheguei miudo, 16 anos na altura,para jogar na Inatel, lembro-me daquele 1º jogo em que entrei aos 70 min e marquei de cabeça o golo do empate a 1. Com o alcaria ruiva. Dois anos a seguir, lembro dos bons colegas que tinhamos, rubén, marrão, roberto, divertia-mos a jogar e a marcar, bom campeonato, e amigos para a vida. quem esquece aquele jogo em albernoa? debaixo de chuva intensa a perder 1-0, e que conseguimos dar a volta ao marcador. Golos de Roberto e Ruben! Lembram? Todos eles partiram, eu fiquei, vi passar mais alguns grandes jogadores, como o tadeu, o pedro, ou o Canilhas. Vi entrar e sair treinadores, uns com que ainda hoje cumprimento na rua com um "Olá mister".
Chegou o momento de jogar na 2º divisão, o primeiro ano, bons momentos, mas campeonato irregular da equipa do rosário que ficou a meio da tabela. Na epoca seguinte, aposta forte para subir, chegaram muitos jogadores novos, da terra, mas principalmente do algarve. Grandes jogadores, que demostraram ser grandes colegas, Zé, david, Hugo, Nelson, Daniel, joelson entre outros, que com o seu talento, transportaram este Rosairense para outro patamar. Quem não se lembra daquele jogo para a taça na cabeça Gorda? Que mostramos todo o nosso caracter, David, contra os Leões! 3 penaltys contra, expulsões e lesões e ganhamos 4-3. Ou aquele jogo em Mertola que com 10 ganhamos 3-1 em que o marinho chorava de alegria? Fomos campeões, no ultimo minuto em Messejana, mas com toda a justiça.
Festa e sonho realizado, subida á 1ª divisão era realidade.
1 ano equipa inexperiente, a cometer muitos erros que lhe custavam pontos, mas conseguimos sempre estar por cima da linha de água e a descida nunca foi um fantasma.
Epoca 2010-2011 Epoca de Sonho
Um treinador jovem e ambicioso, mas muito consciente do que é o futebol, que soube montar e motivar uma equipa. Com poucos reforços, Barradas, Vitor já na equipa e depois, Armindo, Carlinhos, Costa. consegui mudar a mentalidade da equipa, tornando-a numa equipa ganhadora e competitiva.
Cedo se começou a desenhar a caminhada triunfal, com a vitoria por 2-1 ao assumido candidato ao titulo Serpa. Para muitos uma vitoria inesperada, para o grupo de jogadores, era apenas o 1passo na certeza que tinhamos do nosso valor.
depressa se instalamos nos primeiros lugares da tabela, e no final da primeira volta, lembro de ouvir o comentador da Castrense dizer: já esgotei os elogios a esta equipa do rosário.
fomos ultrapassando cada obstaculo em direcção á final da Taça, sta Clara, cuba, Amareja, e aquela meia final louca com o Castrense, que demos a volta ao resultado na 2parte do prolongamento!
Na final, momento lindo, historico, um super jogador, Joelson, com uma super equipa, rosário.
dias depois, se duvidas existiam de quem era a equipa do ano, essas duvidas foram dicipadas em Aljustrel, Onde o rosairense venceu o campeão Despertar com toda a justiça e levando a Super Taça para o bar da liga! 4ºlugar no campeonato.
Obrigado por estes momentos todos e muitos mais que ficam na minha memoria para sempre.
Tentei explicar estes 9 anos que vesti orgulhosamente cada segundo a camisola do Rosairense. Porém não consigo descrever a alegria que é entrar no balneário a seguir a uma vitoria e cantar a nossa musica, nao consigo descrever a alegria que é marcar um golo pelo Rosario (se for ao santa é X 1000) lol mas acho que consegui mostrar a gratidão aos colegas, dirigentes e adeptos deste clube que amo.
sempre que poder vou estar presente, na bancada com a camisola vestida a gritar o mais alto por voces. Como fiz quando estava lesionado.
cheguei miudo com 16 anos, saiu homem com 25, para outro clube, espero ser como escrevi no titulo, um ate já.
Obrigado
Manel, ruben, Jorge, Gilberto, direcção
Adeptos no geral
Oracio, andre, Ivo, e a gina, (só dá rosairense)
Mister David guerreiro.
e aos colegas todos, que pela 1ª vez, é ao contrario, eles ficam, e eu vou. Sabem que tem sempre aqui um amigo.
A.J.D.Rosairense para mim, sempre foi mais que um clube.
Abraço
Filipe Linz 17
Hoje celebra-se o 1º Aniversário do nosso blogue
Faz hoje dia 2 de Setembro, 1 ano que demos vida a mais um blogue desportivo. O nosso blogue tem tido a preocupação de informar em diversas áreas desportivas, reunindo toda a informação que acha ser a mais indicada. Têm sido milhares os visitantes que nos procuram dia-a-dia e são eles que nos fazem ficar orgulhosos e nos dão alento para continuarmos com o nosso trabalho.
Queremos portanto durante muitos mais anos continuar a informar com transparência e rigor e para isso contamos com todos aqueles que nos têm ajudado, quer na divulgação da informação, quer na pesquisa da mesma.
Com a ajuda de todos ficaremos ainda mais fortes.
Um grande Obrigado a todos...
Arbitragem - 1.ª Acção de Formação
Vai decorrer no próximo Sábado, dia 3 de Setembro de 2011, a 1.ª Acção de Formação para árbitros, da responsabilidade do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Beja.
Do programa consta:
Manhã: local - Complexo Desportivo Fernando Mamede em Beja
08H45 - Recepção
09H00 - Aquecimento / Preparação
09H15 - Exercícios preparatórios
10H30 - Pausa
11H00 - Exercícios de campo
12H00 - Final do trabalho de campo
13H00 - Almoço no BejaPark Hotel
Tarde: local - BejaPark Hotel em Beja
14H00 - Alteração/Leis Jogo e Regulamentos
15H00 - Conselho de Arbitragem
15H30 - Teste de vídeo
16H15 - Entrega de prémios / homenagem
17H00 - Quadro de árbitros - divulgação
17H15 - Encerramento e indicação dos grupos para trabalho a desenvolver
Fonte: A.F.Beja.com
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Antigo atirador bejense é o novo seleccionador nacional de fosso olímpico O mestre atirador de Beja
O mestre atirador de Beja
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TIRO DESPORTIVO. Depois de ter representado Portugal em cinco Jogos Olímpicos, antigo atirador bejense João Rebelo tem um novo desafio em mãos.
Em Belgrado, capital da Sérvia, fez-se ouvir o hino… de Portugal. Foi na passada semana, quando a jovem Ana Rita Rodrigues se sagrou campeã da Europa de juniores de fosso olímpico, uma das vertentes de tiro desportivo. Um título muito festejado e que teve o "dedinho" do bejense João Rebelo, antigo atirador que é desde o passado mês de Março o seleccionador (e treinador) da equipa das quinas de fosso olímpico.
"Sempre vivi o tiro como atirador e esta é uma experiência nova", admite ao "CA" João Rebelo, que foi contratado pela Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça (FPTAC) com um propósito bem claro: tentar garantir o apuramento de um atirador português para os Jogos Olímpicos de 2012, que decorrerão na cidade inglesa de Londres.
Uma meta que Rebelo assume ser "extremamente difícil" de alcançar tendo em conta o momento da modalidade em Portugal. "Mas esta era uma aposta aliciante e como tal aceitei. Porque apesar de termos poucos atiradores e pouca matéria-prima para trabalhar, achei que havia dois ou três atiradores em que valia a pena apostar", conta.
A vitória de Ana Rita Rodrigues em Belgrado é um sinal de que algo está a mudar, mas para já a atiradora nestas contas por ser júnior. Daí que as esperanças "olímpicas" de João Rebelo estejam totalmente centradas em José Manuel Faria, João Paulo Azevedo e Paulo Hilário, atiradores com quem tem vindo a trabalhar nos últimos meses e cujos resultados obtidos na capital da Sérvia, onde estavam em disputa cinco vagas para Londres, não foram os desejados.
Com o tempo a correr, resta no calendário o Mundial da modalidade (agendado para Setembro, de novo em Belgrado), onde estará em disputa a última vaga disponível para as Olimpíadas. Uma espécie de "tudo ou nada" que faz João Rebelo manter vivo – com muito realismo à mistura – o sonho de ver um dos seus três atletas garantir o objectivo de viajar até Londres.
"Em três meses de trabalho os atletas passaram os seus resultados de [marcas de] 117 para 121, o que já nos dá alguma margem de confiança", sublinha.
De Los Angeles a Sidney
Continue ou não no cargo, a entrada de João Rebelo para seleccionador nacional de fosso olímpico é, para muitos, o corolário lógico na carreira daquele que foi um dos mais brilhantes atiradores da sua geração, contando no currículo diversos títulos nacionais e internacionais. Feitos a que junta a presença em cinco Jogos Olímpicos consecutivos, a primeira das quais há precisamente 25 anos, em 1984, na cidade norte-americana de Los Angeles.
"Ir aos Jogos Olímpicos é indescritível! É um sonho tornado realidade, em que parece que entramos noutro mundo onde tudo é diferente", conta o atirador bejense, que além de Los Angeles também representou Portugal nas Olimpíadas de Seul (em 1988, onde foi porta-estandarte da comitiva nacional na cerimónia de abertura), Barcelona (1992), Atlanta (1996) e Sidney (2000).
Tudo isto leva João Rebelo a reconhecer que teve uma carreira "muito positiva", ainda que nem sempre devidamente reconhecida na cidade que o viu nascer, crescer e formar família. "Pelo que fiz e pela dedicação que sempre tive ao desporto em prol do país, sinto que fui bastante esquecido pela terra em si. Inclusivamente até desprezado por algumas pessoas que convivem nesta terra", lamenta.
"Sempre vivi o tiro como atirador e esta é uma experiência nova", admite ao "CA" João Rebelo, que foi contratado pela Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça (FPTAC) com um propósito bem claro: tentar garantir o apuramento de um atirador português para os Jogos Olímpicos de 2012, que decorrerão na cidade inglesa de Londres.
Uma meta que Rebelo assume ser "extremamente difícil" de alcançar tendo em conta o momento da modalidade em Portugal. "Mas esta era uma aposta aliciante e como tal aceitei. Porque apesar de termos poucos atiradores e pouca matéria-prima para trabalhar, achei que havia dois ou três atiradores em que valia a pena apostar", conta.
A vitória de Ana Rita Rodrigues em Belgrado é um sinal de que algo está a mudar, mas para já a atiradora nestas contas por ser júnior. Daí que as esperanças "olímpicas" de João Rebelo estejam totalmente centradas em José Manuel Faria, João Paulo Azevedo e Paulo Hilário, atiradores com quem tem vindo a trabalhar nos últimos meses e cujos resultados obtidos na capital da Sérvia, onde estavam em disputa cinco vagas para Londres, não foram os desejados.
Com o tempo a correr, resta no calendário o Mundial da modalidade (agendado para Setembro, de novo em Belgrado), onde estará em disputa a última vaga disponível para as Olimpíadas. Uma espécie de "tudo ou nada" que faz João Rebelo manter vivo – com muito realismo à mistura – o sonho de ver um dos seus três atletas garantir o objectivo de viajar até Londres.
"Em três meses de trabalho os atletas passaram os seus resultados de [marcas de] 117 para 121, o que já nos dá alguma margem de confiança", sublinha.
De Los Angeles a Sidney
Continue ou não no cargo, a entrada de João Rebelo para seleccionador nacional de fosso olímpico é, para muitos, o corolário lógico na carreira daquele que foi um dos mais brilhantes atiradores da sua geração, contando no currículo diversos títulos nacionais e internacionais. Feitos a que junta a presença em cinco Jogos Olímpicos consecutivos, a primeira das quais há precisamente 25 anos, em 1984, na cidade norte-americana de Los Angeles.
"Ir aos Jogos Olímpicos é indescritível! É um sonho tornado realidade, em que parece que entramos noutro mundo onde tudo é diferente", conta o atirador bejense, que além de Los Angeles também representou Portugal nas Olimpíadas de Seul (em 1988, onde foi porta-estandarte da comitiva nacional na cerimónia de abertura), Barcelona (1992), Atlanta (1996) e Sidney (2000).
Tudo isto leva João Rebelo a reconhecer que teve uma carreira "muito positiva", ainda que nem sempre devidamente reconhecida na cidade que o viu nascer, crescer e formar família. "Pelo que fiz e pela dedicação que sempre tive ao desporto em prol do país, sinto que fui bastante esquecido pela terra em si. Inclusivamente até desprezado por algumas pessoas que convivem nesta terra", lamenta.
João Rebelo | |
João Rebelo nasceu com o "dom" do tiro. É o próprio que o afirma e talvez assim se explique o sucesso deste bejense nascido há 50 anos na modalidade que cedo abraçou. Em 1979, quando tinha 18 anos, conquistou pela primeira vez o campeonato nacional e a Taça de Portugal em fosso olímpico e depois disso muitas mais vitórias se seguiram, com destaque para os títulos colectivos de campeão da Europa em 1985 e do Mundo em 1987, além do triunfo na Taça do Mundo no Koweit em 1999. Galardoado em 2000 pelo Governo com a medalha de honra de mérito desportivo, João Rebelo esteve em cinco Jogos Olímpicos e em 1989 estabeleceu um novo recorde mundial em 28 gramas. Texto de Carlos Pinto http://www.correioalentejo.com |
Beja sem provas nacionais de atletismo Era uma vez uma pista de tartan
O estado de crescente degradação do tartan da pista de atletismo do Complexo Desportivo Fernando Mamede, em Beja, não permite a realização de provas de cariz naciona
Há três anos ainda se disputaram em Beja os Campeonatos Nacionais da 3.ª Divisão. Nessa altura já o estado de conservação do tartan era questionável, mas atualmente, e segundo declarações do presidente da associação regional da modalidade, António Casaca, ao "Diário do Alentejo", "não podem vir para cá provas nacionais porque face ao estado de degradação da pista não há condições para trazer esses atletas". A implantação desta infraestrutura desportiva municipal data de 1999, tendo evoluído do piso de cinza para tartan.
O atual executivo da Câmara Municipal de Beja, pela voz do vereador com o pelouro do desporto, Miguel Góis, diz acompanhar esse problema desde o dia em que tomou posse. "Era um dossier que já conhecíamos, uma situação que, inclusive, está mencionada no nosso próprio programa eleitoral e é um problema que está identificado para ser resolvido", diz o autarca, adiantando que a partir do momento em que tomaram posse efetuaram "diligências junto dos gestores dos quadros comunitários e da Federação de Atletismo de Portugal" no sentido de apresentarem uma candidatura para financiamento da implantação de um novo tartan mas verificaram que "face aos prazos muito reduzidos que existiam para efetivação dessa candidatura a mesma não foi aprovada devido a não existir a maturidade do projeto".
Ora, sendo que o importante é a beneficiação do equipamento, o que quererá dizer isto de maturidade do projeto? Miguel Góis explica: "Quer dizer que nós, e quando digo nós refiro-me à Câmara Municipal de Beja, nomeadamente quem nos antecedeu, se tivéssemos apresentado o projeto mais cedo, por exemplo em 2008, início de 2009, e lançado os procedimentos respetivos, essa candidatura teria sido aprovada, contudo não foi. Neste momento, como é público, não existem, no âmbito dos quadros comunitários, linhas de financiamento disponíveis para o efeito. Estamos em conversações estreitas com a Federação de Atletismo de Portugal, temos mantido uma atividade bastante efetiva na procura de soluções alternativas, algumas soluções que neste momento estão a ser utilizadas, nomeadamente na Andaluzia, para remodelação deste tipo de pisos", acrescenta o responsável.
As condições climatéricas da região são, por outro lado, muito agressivas para este tipo de matérias, mas diz Miguel Góis afirma: "Quando a obra foi realizada já se sabia que o Alentejo tinha este tipo de clima, as obras fazem-se tendo por base os pontos fortes e fracos que terão que ser previstos. Existem condições de manutenção que têm que ser respeitadas".
Quantificando o valor do investimento, Miguel Góis revelou: "Temos dois ou três níveis de intervenção e de volume financeiro consoante a intervenção a realizar. Se falarmos de uma remodelação completa os montantes rondarão os 500 000 euros, se falarmos de níveis diferentes como remodelação parcial ou apenas de alguns melhoramentos falaremos de valores significativamente mais baixos".
Perspetivando o momento em que essa intervenção se realizará, o vereador lembrou que "a questão é que não está aberta qualquer linha de financiamento ao nível de espaços comunitários ou programas de apoio ao investimento desportivo": "Temos o projeto pronto a ser submetido, quando abrirem essas possibilidades avançaremos", disse.
Oposição refuta acusações
Há três anos ainda se disputaram em Beja os Campeonatos Nacionais da 3.ª Divisão. Nessa altura já o estado de conservação do tartan era questionável, mas atualmente, e segundo declarações do presidente da associação regional da modalidade, António Casaca, ao "Diário do Alentejo", "não podem vir para cá provas nacionais porque face ao estado de degradação da pista não há condições para trazer esses atletas". A implantação desta infraestrutura desportiva municipal data de 1999, tendo evoluído do piso de cinza para tartan.
O atual executivo da Câmara Municipal de Beja, pela voz do vereador com o pelouro do desporto, Miguel Góis, diz acompanhar esse problema desde o dia em que tomou posse. "Era um dossier que já conhecíamos, uma situação que, inclusive, está mencionada no nosso próprio programa eleitoral e é um problema que está identificado para ser resolvido", diz o autarca, adiantando que a partir do momento em que tomaram posse efetuaram "diligências junto dos gestores dos quadros comunitários e da Federação de Atletismo de Portugal" no sentido de apresentarem uma candidatura para financiamento da implantação de um novo tartan mas verificaram que "face aos prazos muito reduzidos que existiam para efetivação dessa candidatura a mesma não foi aprovada devido a não existir a maturidade do projeto".
Ora, sendo que o importante é a beneficiação do equipamento, o que quererá dizer isto de maturidade do projeto? Miguel Góis explica: "Quer dizer que nós, e quando digo nós refiro-me à Câmara Municipal de Beja, nomeadamente quem nos antecedeu, se tivéssemos apresentado o projeto mais cedo, por exemplo em 2008, início de 2009, e lançado os procedimentos respetivos, essa candidatura teria sido aprovada, contudo não foi. Neste momento, como é público, não existem, no âmbito dos quadros comunitários, linhas de financiamento disponíveis para o efeito. Estamos em conversações estreitas com a Federação de Atletismo de Portugal, temos mantido uma atividade bastante efetiva na procura de soluções alternativas, algumas soluções que neste momento estão a ser utilizadas, nomeadamente na Andaluzia, para remodelação deste tipo de pisos", acrescenta o responsável.
As condições climatéricas da região são, por outro lado, muito agressivas para este tipo de matérias, mas diz Miguel Góis afirma: "Quando a obra foi realizada já se sabia que o Alentejo tinha este tipo de clima, as obras fazem-se tendo por base os pontos fortes e fracos que terão que ser previstos. Existem condições de manutenção que têm que ser respeitadas".
Quantificando o valor do investimento, Miguel Góis revelou: "Temos dois ou três níveis de intervenção e de volume financeiro consoante a intervenção a realizar. Se falarmos de uma remodelação completa os montantes rondarão os 500 000 euros, se falarmos de níveis diferentes como remodelação parcial ou apenas de alguns melhoramentos falaremos de valores significativamente mais baixos".
Perspetivando o momento em que essa intervenção se realizará, o vereador lembrou que "a questão é que não está aberta qualquer linha de financiamento ao nível de espaços comunitários ou programas de apoio ao investimento desportivo": "Temos o projeto pronto a ser submetido, quando abrirem essas possibilidades avançaremos", disse.
Oposição refuta acusações
Miguel Ramalho, vereador da oposição e membro do executivo da CDU, citado por Miguel Góis como responsável pela não apresentação atempada da candidatura do projeto de beneficiação do piso da pista, não deu grande relevância às declarações do atual vereador do desporto, alegando que estas desculpas já se tornaram recorrentes: "Na altura apresentámos as candidaturas que entendemos serem oportunas, agora este executivo está na câmara há dois anos e a desculpa para a sua inação é sempre a mesma. Não podem desculpar-se eternamente com o passado, porque este executivo até dispõe de possibilidades de recurso a financiamentos comunitários como nenhum outro teve na câmara de Beja. Em vez de candidatarem as Beja Wine Night e outro tipo de festas façam outras opções que seguramente serão mais corretas. O melhor é que cumpram as suas responsabilidades e os seus compromissos para não serem diariamente notícia pelos piores motivos", concluiu.
Textoe Foto de Firmino Paixão
Fonte: Diário do Alentejo
OURIÇOS VOLTAM AO TRABALHO!!!!
olá rapazes...vamos começar a epoca e os treinos estão já aí na próxima 3.feira no Pavilhaão de sta. maria entre as 22h e as 23h .
QUEM QUISER JOGAR FUTSAL É SÓ APARECER ESTAMOS A RECRUTAR JOVENS PARA CAPTAR OS TALENTOS DA NOSSA CIDADE.....E DAR MAIS FORÇA AO FUTSAL NA NOSSA CIDADE....APAREÇAM VENHA EXPRIMENTAR A FANTÁSTICA E FASCINANTE MODADLIDADE DE QUEM REALMENTE GOSTA DE JOGAR À BOLA...LIBERTEM O ricardinho que há em VOCES!!!!!!
QUEM QUISER JOGAR FUTSAL É SÓ APARECER ESTAMOS A RECRUTAR JOVENS PARA CAPTAR OS TALENTOS DA NOSSA CIDADE.....E DAR MAIS FORÇA AO FUTSAL NA NOSSA CIDADE....APAREÇAM VENHA EXPRIMENTAR A FANTÁSTICA E FASCINANTE MODADLIDADE DE QUEM REALMENTE GOSTA DE JOGAR À BOLA...LIBERTEM O ricardinho que há em VOCES!!!!!!
Publicada por Ouriços
Fonte: http://ouricosfutsal.blogspot.com/
Entrevista a Vitorino Cavaco, vice-presidente do Alvorada de Ervidel
Após mais de 25 anos como jogador, chegou a hora de arrumar as botas?
Sim penso que chegou a hora de arrumar as botas, pois a minha vida profissional não me permite dispor de tempo para trabalhar com a equipa durante a semana. O mister Zé falou comigo e segundo os objectivos dele, a minha condição neste momento não se encaixa nos seus planos de trabalho para esta temporada. Ao fim destes vinte e cinco anos também já é tempo de dar o lugar aos mais novos.
Como é conciliar a vida profissional e familiar com a actividade de vice-presidente do Alvorada?
Neste momento está a ser muito complicado conciliar porque a localidade onde exerço a minha actividade profissional dista de Ervidel cerca de 100 Kms, deslocando-me a casa só aos fins-de-semana e como é normal a família está em primeiro lugar embora muitas das vezes também saia prejudicada com o tempo despendido no Clube. Durante a semana estou em permanente ligação com a Direcção, o Mister e os Atletas, uma vez que me foi atribuída a função de director desportivo.
Falemos então do plantel do Alvorada de Ervidel para a época que agora começa.
É um plantel que dá garantias de sucesso?
É um plantel que dá garantias de sucesso?
Não tenho dúvida que é, uma vez que a maior parte do plantel permanece da época transacta o que lhes irá dar maior entrosamento e rendimento dentro de campo. Penso que os reforços irão ser uma mais valia para a equipa pois são atletas oriundos do futebol primo divisionário do nosso distrito o que trará a experiência necessária que tem faltado nos últimos anos à nossa equipa.
Para a direcção do clube o que é uma época de sucesso?
Uma época de sucesso é conseguirmos construir uma equipa homogénea que consiga ganhar jogo a jogo, e sempre com os primeiros lugares no horizonte.
O Alvorada joga na 2ª Divisão há 10 anos, sem nunca ter alcançado a 2ª fase do campeonato, o que tem falhado?
Bem penso que o que tem falhado tem sido mesmo os golos! (Risos)
Tem sido difícil recrutar jogadores fora de Ervidel? O que o clube lhes oferece?
Sim tem sido muito difícil, por um lado porque geograficamente estamos localizados numa zona onde existem várias equipas o que faz com que os atletas se dividam, por outro lado porque o nosso campo é pelado e os atletas preferem campos relvados o que torna a prática do futebol mais apetecível.
Principalmente o que o clube oferece aos seus atletas é a oportunidade de jogarem futebol num grupo de amigos.
Se eu fosse um ponta de lança que fizesse 25 golos por época, como me convenceria a vir jogar para Ervidel?
Para o Alvorada os atletas estão todos no mesmo patamar. A forma de te convencer seria convidar-te a fazer parte de um grupo de amigos em que de certeza te irias divertir tanto dentro como fora das quatro linhas.
Como vê o figurino do campeonato distrital da 2ª divisão, agora com uma só série de 13 equipas?
Desportivamente o campeonato só a uma série torna-o mais competitivo, as equipas que tropeçarem nos primeiros jogos ainda têm hipóteses de recuperação na tabela classificativa, o que no antigo formato era mais difícil derivado ao reduzido número de jogos.
Financeiramente será de certeza menos vantajoso pois o campeonato será muito mais longo, o que fará aumentar as despesas do clube.
Comente a frase «mister José Mestre forever».
Forever não direi porque ninguém é insubstituível, mas no entanto, espero que o Mister Zé fique no Alvorada por muitos e bons anos, uma vez que está a elaborar um trabalho de grande qualidade no clube, espelhando assim o grande Homem que é, tanto como treinador mas também como pessoa.
Deixe uma mensagem aos sócios e simpatizantes do Alvorada.
A minha mensagem vai no sentido de apoiarem a nossa equipa, a ajuda dos sócios simpatizantes e amigos é fundamental para nos tornarmos mais fortes e assim cumpriremos os nossos objectivos. Publicada por Alvorada
Fonte: http://alvoradafc.blogspot.com/
FC Castrense joga sábado em Ferreiras!
A equipa de Castro Verde, comandada pelo Bejense Francisco Fernandes, é a equipa que confirmou ser candidata ao titulo distrital.
No próximo sábado o Castrense, desloca-se até ao Estádio da Nora (em Ferreiras) pelas 18horas, para defrontar a equipa do FC Ferreiras, que disputa a 1º Distrital da Associação de Futebol do Algarve, lembro que esta equipa Algarvia tem vindo a tentar a subida de divisão desde há dois anos.
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