domingo, 30 de julho de 2017

Santaclarense tem novo treinador

O técnico José Alberto Gonçalves está de regresso a Santa Clara-a-Velha, para orientar o Santaclarense no campeonato distrital da 2ª divisão de Beja na próxima época de 2017-2018.
Depois de duas temporadas ao serviço do Amoreiras-Gare, onde chegou à fase final da 2ª divisão distrital, o treinador regressa à formação leonina com o objectivo de "fazer melhor que a época passada".
Queremos "ficar acima do quinto lugar obtido pelo clube em 2016-2017", assume José Alberto Gonçalves. 

Fonte:  http://www.jornalsudoeste.com/

Guadiana de Mértola tem novo treinador

O algarvio Nelinho vai ser o treinador do Guadiana de Mértola no campeonato distrital da 1ª divisão de 2017-2018, sucedendo no cargo ao técnico Mário Tomé.
O acordo entre o técnico e o emblema de Mértola foi garantido esta semana.
Nelinho chega a Mértola proveniente da formação do Lusitano de Vila Real de Santo António, tendo como prioridade a aposta numa equipa jovem "com base na formação do clube".

Fonte:  http://www.correioalentejo.com/

Noticias do Juventude de Evora

Dia 2 de Agosto Juvenis tem treino de capatação

A equipa de Juvenis do Juventude Sport Clube vai ter treinos de captação no próximo dia 2 de Agosto pelas 19:30.
O treino será ministrado no relvado natural do Estádio Sanches de Miranda pels técnico Carlos Clemente.

Informações de Inscrições e mensalidades 2017/18


Iniciados aquecem motores a ganhar




A equipa de Iniciados do Juventude de Évora que vai disputar o Campeonato Nacional 2017/18 deslocou-se na sexta feira a Vendas Novas onde no Estádio Municipal realizou um jogo frente ao Estrela (juvenis). A equipa treinada por Hugo Cansado venceu este primeiro jogo de treino por 1-2, os golos foram assinados por António Carvalho.

sábado, 29 de julho de 2017

Futebol de Formação - Equipas da AF Évora nos nacionais

Juniores (Início a 26 de Agosto)

2ª Divisão - Série D
Calipolense
Loures
Amiense
Nacional
Alverca
Sintrense
Ginásio Alcobaça
Torreense
Futebol Benfica
Eléctrico

2ª Divisão - Série E
Lus. Évora
Pinhalnovense
Oeiras
Praia Milfontes
Olhanense
Casa Pia
Amora
Portimonense
Linda-a-Velha
Farense

Juvenis (Início a 20 de Agosto)

Série D
Canaviais
Benfica
Vit. Setúbal
Estoril-Praia
Cova da Piedade
Amora
Belenenses
Real Massamá
Sp. Cuba
Oeiras
Barreirense
Olhanense

Iniciados (Início a 27 de Agosto)

Série F
Lus. Évora
Juv. Évora
Barreirense
Silves
Quarteirense
Juv. Campinense
Portimonense
Olhanense
Vit. Setúbal
Farense
Desp. Beja
Despertar

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Condolências à Família de Hugo Guerreiro

26/7/2017
ImagemFonte:
A Comissão Administrativa do Clube Desportivo de Beja vem desta forma expressar o seu mais profundo pesar pelo falecimento da D. Josélia Maria, mãe de Hugo Guerreiro, sócio, ex-atleta, ex-dirigente e avó da nossa atleta Mara Guerreiro. À família enlutada a Comissão Administrativa do Clube Desportivo de Beja apresenta as mais sinceras condolências.

 
 http://cdbeja.weebly.com/

|FC Pereirense| José Artur será o treinador!

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O FC Pereirense encontra-se de regresso ao segundo escalão da AF Beja, depois da última passagem na temporada 2010/11, tendo desde então competido no Campeonato de Futebol de 11 da Agência do Inatel de Beja.
A equipa será orientada por José Artur, que acumula funções no clube de Pereiras-Gare, tendo já garantido a continuidade de Jhonny Casillas e os reforços Mário Medronho (Sem Clube), Nuno Xarroco (ex-GDR Amoreiras-Gare) e Mamadu Sila.

|Inatel| GD Odivelas e Rituais D' Aldeia CF são as novidades para já!

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O Campeonato de Futebol de 11 da Agência do Inatel de Beja já conta com algumas novidades para a próxima temporadas entre as quais o regresso de dois emblemas.
Ao que o "DistritalBeja" sabe o GD Odivelas já oficializou a sua inscrição no campeonato, marcando o regresso do futebol à aldeia do concelho de Ferreira do Alentejo. Também o Rituais D' Aldeia CF já se encontra a preparar o regresso ao campeonato após uma ano de ausência.
Quantos as continuidades estão certas as de Louredense FC, CCDR Quintos, FC Alvaladense, Ourique DC, GD Santa Luzia, Sanjoanense FC, GD Povoense, GD Garvão, GDR Relíquias, ACRS Campo Redondo, GEU Malavado, CDC Cavaleiro, ACRD Longueira, SRD Entradense, GC Sines, GDL Soneguense.
Saídas já confirmadas são FC Pereirense que ingressa na 2ª Divisão Distrital da AF Beja e o Serrano FC que segundo as informações que chegaram não terá equipa na temporada desportiva 2017/18.

Pesca desportiva: Joana Ramalho procura conquistar o título nacional


A mourense Joana Ramalho, de 19 anos, futura fisioterapeuta, campeã regional de esperanças e ex-campeã do mundo de juniores em pesca desportiva, cetro que conquistou em agosto de 2015, na Sérvia, persegue agora o título nacional que lhe falta no palmarés.

Texto Firmino Paixão

Fez uma entrada de campeã no presente campeonato nacional de esperanças, com uma captura de 19,980 quilogramas na primeira das duas provas realizadas na pista de pesca desportiva de Santa Margarida do Sado. Na segunda prova, uma produção mais modesta (1,230 quilogramas) fê-la cair para o quinto lugar da classificação. Mas isso não será limitador da ambição com que a Joana Ramalho partirá para Chaves, no rio Tâmega, onde disputará a 3.ª e 4.ª provas de um campeonato que concluirá em Montemor-o-Velho (rio Mondego), em meados de outubro.
Aluna da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal, onde frequenta o primeiro ano do curso de Fisioterapia, o seu sonho profissional, a atleta do Clube Mourense de Caça e Pesca Desportiva vai repartindo os compromissos académicos com a atividade desportiva, cujo gosto lhe foi incutido pelo pai, seu treinador e dirigente da Associação Regional do Baixo Alentejo de Pesca Desportiva, António Combadão.
Aos 17 anos, no calor do verão de 2015, ouviu e, se calhar, trauteou, a “Portuguesa”, enquanto a bandeira nacional subia ao mastro mais alto do pódio e a consagrava campeã do mundo sub/18, o primeiro conseguido por uma mulher. Um momento que ainda recorda com um brilhozinho nos olhos, sempre que lho afloram: “Vamos sempre sentindo os ecos desse sucesso. Na época passada Portugal teve outro campeão do mundo de juniores, o foco está agora mais virado para ele, e acho muito bem, mas existem ainda algumas lembranças, de vez em quando, nada que se assemelhe ao período pós-título, em que foi realmente de uma enorme alegria e de um grande de orgulho, especialmente pelo tributo das pessoas e entidades da minha cidade”.
Joana Ramalho reconhece que depois do mundial da Sérvia ganhou alguma notoriedade entre a comunidade da pesca desportiva nacional: “Tenho sentido isso, especialmente na época passada em que a pressão à minha volta era acrescida, porque se tratava de revalidar ou não o título anterior, o que não foi possível, aliás, nem estive presente nos campeonatos do mundo da época passada”. Mas, este ano, confia a pescadora mourense, as coisas poderão ser diferentes: “Estou a trabalhar bem, o objetivo é ser convocada para a seleção e depois se verá o que conseguirei, mas estou num escalão novo, um pouco mais difícil, já sou sub/23, estou entre pessoas que percebem muito da modalidade e têm grande valor, vamos ver, tentarei fazer o melhor”.
Joana Ramalho confessa que lhe falta no currículo “ganhar um título nacional, tenho títulos regionais e um título mundial mas, olhe… falta-me ser campeã nacional e falta-me um título coletivo a nível internacional, vamos ver se ainda os conseguirei”, assegura, com alguma esperança.
Para já luta pelo título nacional na categoria de esperanças: “Estou no quinto lugar, mas ainda faltam quatro provas, é muito cedo, ainda não existem certezas. Neste escalão sou a única mulher, estou sozinha nesta luta contra os rapazes”. E recordou: “Neste ano fui campeã regional de esperanças, mas somos poucos atletas, praticamente, neste escalão, era apenas eu e o António Nunes (Capba). Competimos dois ex-campeões do mundo”.
Inspirada pelo exemplo, e treinada pelas sábias doutrinas do pai, Joana Ramalho revela: “O meu pai é a minha fonte de inspiração e o meu exemplo na pesca desportiva, apoia-me muito, é a minha companhia. Sei que há pais difíceis enquanto treinadores, mas o meu, por acaso, até não é muito”. E será que está bem definida a fronteira entre o papel de pai e de treinador? “Mais ou menos. Sei que há quem se esqueça um pouco do papel de pai, mas o meu nunca se esquece, é exemplar no desempenho das duas vertentes, é compreensivo, ensina-me muito e ajuda-me bastante. É um bom pai e um grande treinador em todos os momentos”, assegura a jovem.
O Clube Mourense, cujo emblema traz ao peito, “é a nossa paixão, é o meu clube desde que comecei a pescar, foi no seio do clube mourense que nasci e cresci como atleta, é o meu emblema de eleição, será sempre”, garante. Sobre a longevidade da sua carreira na pesca desportiva, Joana Ramalho retorquiu: “Não sei e neste momento é uma pergunta para a qual não tenho resposta, sou muito jovem, gosto muito de pesca desportiva, sinto-me bem, as dificuldades vão crescendo, o meu tempo está a ficar cada vez mais limitado e estou um pouco longe de casa por causa dos estudos mas, enquanto for possível, contem comigo”. 

Fonte: http://da.ambaal.pt

Rumo ao oriente


A seleção nacional de sub/24 feminina de basquetebol conclui amanhã, na cidade de Beja, a primeira de três etapas de preparação tendo em vista a sua participação na 29.ª Universíada de Verão, que se realizará em Taipé (Taiwan), de 19 a 30 de agosto próximo.

Texto e foto Firmino Paixão

O conjunto nacional, liderado pelo técnico Ricardo Vasconcelos, trouxe a Beja um conjunto de 14 atletas, de nove clubes, que voltarão a reunir-se para a realização de mais dois estágios, na cidade de Pombal, antes de rumarem a Taipé, no dia 13 de agosto.
A meio da semana chegou a Beja, também, a seleção nacional sub/18 feminina, que terminará amanhã igualmente um período de preparação de quatro dias, em que teve a oportunidade de realizar dois jogos com a sua congénere sub/24.
Os estágios destas equipas nacionais na capital do Baixo Alentejo foram apoiados pela Câmara Municipal de Beja e pelo Beja Basket Clube. Sobre este importante evento desportivo em que Portugal vai estar representado, o selecionador nacional, Ricardo Vasconcelos, explicou ao “Diário do Alentejo”: “As Universíadas são, basicamente, os Jogos Olímpicos de estudantes universitários. Estamos a falar de medalhados olímpicos e coisas no género, é um evento com uma dimensão muito grande”. E revelou que: “A Federação teve a ideia de trabalharmos em Beja, porque estivemos aqui este ano com uma seleção mais jovem, gostámos do que vimos e gostamos também que toda a gente veja o que estamos a fazer”, disse, pormenorizando que, “obviamente, quando se trabalha junto ao litoral, as pessoas, como as de Beja, terão mais dificuldade em ver o nosso trabalho, portanto, disponibilizámo-nos para que todos os treinadores passassem aqui pelo pavilhão e pudessem falar connosco, para perceberem como é que trabalhamos”.
Já quanto aos objetivos que o conjunto nacional levará para Taiwan, além de uma forte ambição, o técnico adiantou: “É muito difícil estabelecer isso, porque, se calhar, como nós, outras seleções não conseguirão cooptar todas as jogadoras que são universitárias. Não sabemos, exatamente, qual é a adversidade que vamos encontrar, sabemos que é altíssima, obviamente que falamos de equipas como o Canadá, o Japão e a Coreia do Sul, que estão no nosso grupo”. O técnico adiantou ainda: “Temos a certeza que existirá qualidade, porque são equipas que estão habituadas a jogar mundiais, coisa que nós não estamos, por isso é difícil traçar aqui hoje um objetivo, porque não tivemos ainda hipótese de observar a qualidade de quem vamos defrontar”. Contudo, sublinhou, “somos ambiciosos e vamos jogar de forma muito séria, desde logo, porque temos que dignificar o País. A seleção é de universitárias, mas é nacional, é uma amostra das jogadoras que atuam na liga ou que jogam no estrangeiro, mas que estudam, portanto, não nos resta outra hipótese senão sermos o mais sérios possível”.
Sobre a presença da seleção sub/18, com a qual disputou dois jogos no Pavilhão de Beja, Ricardo Vasconcelos sublinhou: “Nesta altura do ano é sempre muito difícil conseguir jogos, tivemos dificuldade em conseguir jogos treino e como tínhamos uma equipa de sub/18 a acabar o estágio de preparação para o Europeu, para elas veio muito a jeito ter jogado connosco, porque puderam limar as últimas arestas e ver como estão preparadas iniciar uma competição como o Europeu sub/18. Para nós foram dois jogos que vieram bem a calhar, porque irmos para uma prova destas sem ritmo competitivo, seria muito complicado”.
Uma oportunidade de ouro, concordou o técnico nacional, para os atletas locais vivenciarem experiências diferentes e conviveram com jogadoras de grande gabarito: “Sem dúvida, aos jogadores e jogadoras o que lhes interessa é ver atuar as referências, estão aqui algumas das melhores jogadoras do País e, acima de tudo, as melhores desta idade, universitárias, que serão uma referência para os jovens atletas locais, podendo até, além de as verem jogar, aproveitarem a oportunidade de estarem com elas, conviverem, fazerem fotografias. Foi, certamente, uma grande oportunidade para ajudar também no crescimento desses atletas”, concluiu.


Seleção nacional de sub/24 femininos
: CRCQ Lombos (3): Ana Carolina Rodrigues, Carolina Gonçalves e Josephine Filipe; Marian University, (EUA) (2): Jéssica Almeida e Joana Soeiro; Académico FC (2): Isabel Costa e Joana Cortinhas; AD Vagos (2): Inês Pinto e Joana Canastra; SL Benfica (1): Inês Viana; Olivais FC (1): Ana Granja Santos; Gdessa (1): Maianca Umabano; CJ Boa Viajem (1): Sara Ressureição; AD Ovarense (1): Sofia Pinheiro. Comitiva – dirigente: Sidónio Fernandes. Selecionador: Ricardo Vasconcelos. Treinadores convidados: Roberto Simões e José Guerreiro. Team manager: Inês Antunes. Fisioterapeuta: Ana Bárbara Rol.

Fonte: http://da.ambaal.pt/

FC Serpa


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José Saúde
Numa incursão às calendas da história, constata-se que Serpa já era habitada antes do domínio romano, porém, foi em 1166 que D. Afonso Henriques a conquistou aos mouros. Num périplo feito ao local, constata-se que no ano de 1295 D. Dinis mandou reconstruir o castelo e edificar as muralhas, mais tarde, em 1513, D. Manuel concedeu-lhe a carta de foral e o povoado, rico em pastorícia e artesanato, desenvolveu uma enorme atividade comercial. Nesta sintética correria biográfica verifica-se que, em 1674, D. Pedro II, ainda na condição de príncipe regente, conferiu-lhe o título de “Vila notável”. E é ao fixarmo-nos neste afamado desígnio que somos conduzidos para o cosmos desportivo, afiançando que na “notável vila”, hoje cidade, sempre despontaram eloquentes deuses da bola. Em 1937 deu à estampa o Club Foot-Ball Serpense, sendo que para trás ficava a presença de dois conjuntos que se defrontavam entre si: “Os Gatos” e o “Vitória”. A 2 de dezembro de 1938 fundou-se o Futebol Clube de Serpa, uma agremiação que paulatinamente se consolidou no tempo. Aliás, nos anais da gesta futebolística sul alentejana, fica narrada a inegável certeza que na época de 1956/1957, e com João Diogo Cano em presidente, um homem que investiu uma fortuna com o futebol da sua terra, o clube sagrou-se campeão nacional da terceira divisão num jogo disputado em Coimbra, sendo a equipa vencida o Vila Real de Trás-os-Montes. Teixeira da Silva e Coureles carimbaram os golos do sucesso. Avivando memórias, recorro, com a devida vénia, a uma foto de um 11 que efetuou um jogo na segunda divisão nacional e onde se regista os nomes das estrelas em campo: Garcia, Osvaldo, Zé Ferreira, Sardinha, Eduardo, Manuel Baião, Patalino, Coureles, Teixeira da Silva, Cecílio e Dionísio. É óbvio que o prodígio criou raízes profundas e o povo, atento, jamais abdicou de um penetrante afeto a um emblema que ao longo do percurso conquistou a afeição das suas gentes. E se a voz uníssona da plebe entoou bem alto a sua crença, a realidade diz-nos que os serpenses contabilizam um infindável número de troféus. Com a época 2017/2018 à porta, o FC Serpa, um dos históricos da AF Beja, prepara-se para entrar em pleno no palanque competitivo regional.

Fonte: http://da.ambaal.pt/