sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Liga Europa: Estoril e Rio Ave conhecem adversários

Decorreu esta sexta-feira, no Fórum Grimaldi (Mónaco), o sorteio da fase de grupos da Liga Europa. “Canarinhos” e vilacondenses já conhecem os seus opositores.
Liga Europa
O antigo internacional francês, Youri Djorkaeff, e o embaixador da edição deste ano da Liga Europa, o ex-guarda-redes polaco, Jerzy Dudek, definiram a sorte dos 48 clubes participantes.

O Estoril disputará os seus jogos no grupo E, juntamente com o PSV Eindhoven (Holanda), o Panathinaikos (Grécia) e o Dínamo Moscovo (Rússia).

Já o Rio Ave está incluído no grupo J, encontrando as formações do Dínamo Kiev (Ucrânia), do Steaua Bucarest (Roménia) e do Aalborg (Dinamarca).

Eis a composição de todos os grupos da Liga Europa:

Grupo A: Villarreal (Espanha), Borússia Mönchengladbach (Alemanha), Zurique (Suíça) e Apollon (Chipre)

Grupo B: Copenhaga (Dinamarca), Club Brugge (Bélgica), Torino (Itália) e Helsínquia (Finlândia)

Grupo C: Tottenham (Inglaterra), Besiktas (Turquia), Partizan (Sérvia) e Asteras (Grécia)

Grupo D: Salzburgo (Áustria), Celtic (Escócia), Dínamo Zagreb (Croácia) e Astra (Roménia)

Grupo E: PSV Eindhoven (Holanda), Panathinaikos (Grécia), Estoril-Praia (Portugal) e Dínamo Moscovo (Rússia)

Grupo F: Inter Milão (Itália), Dnipro (Ucrânia), Saint-Étienne (França) e Qarabag (Azerbaijão)

Grupo G: Sevilha (Espanha), Standard Liège (Bélgica), Feyenoord (Holanda) e Rijeka (Croácia)

Grupo H: Lille (França), Wolfsburg (Alemanha), Everton (Inglaterra) e Krasnodar (Rússia)

Grupo I: Nápoles (Itália), Sparta Praga (Rep. Checa), Young Boys (Suíça) e Slovan Bratislava (Eslováquia)

Grupo J: Dínamo Kiev (Ucrânia), Steaua Bucarest (Roménia), Rio Ave (Portugal) e Aalborg (Dinamarca)

Grupo K:Fiorentina (Itália), PAOK (Grécia), Guingamp (França) e Dínamo Minsk (Bielorrússia)

Grupo L: Metalist (Ucrânia), Trabzonsport (Turquia), Légia Varsóvia (Polónia) e Lokeren (Bélgica)
Fonte: FpF.PT

Seleção A: convocados para o Portugal-Albânia

O Selecionador Nacional divulgou ao início da tarde desta sexta-feira a lista de convocados para o primeiro jogo da fase de qualificação do Europeu de 2016.Vídeo integral da conferência de imprensa.
Seleção A


A lista de Paulo Bento:
Guarda-redes - Eduardo (D. Zagreb), Rui Patrício (Sporting) e Anthony Lopes (Lyon)
Defesas - João Pereira e Rúben Vezo (Valência), André Almeida (Benfica), Fábio Coentrão e Pepe (Real Madrid), Antunes (Málaga), Ricardo Costa (Al-Sailiya) e Neto (Zenit)
Médios - William Carvalho e Adrien Silva (Sporting), Miguel Veloso (D. Kiev), Raul Meireles (Fenerbahçe), João Moutinho (Mónaco), André Gomes (Valência) e Pedro Tiba (SC Braga)
Avançados - Nani (Sporting), Vieirinha (Wolfsburgo), Bruma (Galatasaray), Éder (SC Braga), Ivan Cavaleiro (Corunha) e Ricardo Horta (Málaga)
Clique aqui para ver o dossiê de imprensa do Portugal-Albânia, que inclui os programas das duas seleções
Mapa de internacionalizações
Foto FPF/Francisco Paraísopode ver o video no site da FpF.PT
Fonte: FpF.PT

Equipa com atirador de Beja ganha medalha de bronze


 Equipa com atirador de Beja ganha medalha de bronze
Equipa com atirador de Beja ganha medalha de bronze
Inês Patola 

A equipa portuguesa constituída por Carlos Maia, José Stofel e José Norberto Dias atirador do Clube de Caçadores do Baixo Alentejo, ganhou a medalha de bronze no Campeonato do Mundo de Fosso Universal
O campeonato realizou-se, no último fim-de-semana, em Lonato, Itália.
Na classificação geral, o atirador bejense José Norberto Dias classificou-se em 14º lugar com 190/200. 
Fonte:  http://www.vozdaplanicie.pt/

Moura Volei Clube prepara arranque da época 2014/2015

por
565547_468008833244684_644928132_nO Moura Volei Clube começou a preparar, no decorrer desta semana, o início de mais uma época desportiva. Os órgãos sociais do clube reuniram-se na última Terça-Feira no sentido de alinhavar os últimos pormenores com vista ao arranque da temporada 2014/2015.
A equipa sénior inicia os trabalhos de pré-época no próximo dia 1 de Setembro sob o comando técnico do treinador Quim Zé, que transita da época anterior juntamente com os adjuntos André Gonçalves e Luís Rico. Seguindo as linhas orientadoras do ano transacto, os Juniores serão também liderados pelo mesmo corpo técnico.
Os restantes escalões apenas deverão regressar ao trabalho durante o mês de Setembro, à excepção dos Iniciados Masculinos que arrancam também no próximo dia 1.
AGENDA – PRÉ-ÉPOCA 2014/2015
SENIORES MASCULINOS E JUNIORES MASCULINOS
Segunda a Sexta
19h30 – 21h30
Pavilhão Gimnodesportivo Municipal

Fonte: http://mouravoleiclube.wordpress.com/

Os embaixadores no sul


Alexandre Lança e Manuel Troncão são dois jovens jogadores com raízes no Alentejo, que desceram até à capital do Algarve para alimentarem o sonho de se tornarem profissionais de futebol.

Texto e fotos Firmino Paixão


Alexandre e Manuel são dois jovens futebolistas que têm entre si algo de semelhante. O gosto pelo futebol, a qualidade com que o praticam, o sonho que interiorizam, a ambição que revelam e a determinação com que agarraram a primeira oportunidade que lhes bateu à porta. O percurso é semelhante, sobretudo no cais de partida, o Despertar Sporting Clube, e no porto de chegada, o Sporting Clube Farense. O resto é a realidade de ambos fazerem parte do onze principal da equipa de juniores do Farense que disputa o Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, mas com a ilusão de que isso pode ser metade do sonho, porque a outra parte pertence ao destino, um destino que eles ajudam a moldar com o seu trabalho diário e o potencial de competência que exibem dentro do campo.
O Alexandre, médio ofensivo, tem 16 anos, tem as suas raízes em Ourique, clube onde se iniciou como jogador da bola e frequenta o 12.º ano do curso de Ciências e Tecnologia na Escola Secundária Pinheiro Rosa, em Faro.
“Tinha seis anos quando comecei a jogar nas escolinhas do Ourique Desportos Clube, fiz duas épocas de iniciado no castrense e rumei ao Despertar”, revelou. Sublinhando que o Farense foi a sua primeira grande oportunidade. “Descobri na Internet que o Farense estava a promover treinos de captação e fui experimentar, gostaram de mim e acabei por ficar em Faro. Já é um passo importante, ainda sou jovem, mas tenho o sonho de ser profissional de futebol, é para isso que trabalho todos os dias”. Vestir a camisola dum histórico do futebol nacional representa para o Alexandre “um bocado do sonho que já está a ser cumprido, o resto fica ainda no horizonte”. “Mas eu estou bem neste clube, quero continuar no Farense, sinto-me muito bem”. Por isso, não quer falar muito do futuro. “Não vou pensar muito no que pode estar no horizonte, sou jovem, se um dia surgir outro grande desafio, vou agarrá-lo como agarrei este. Sou ambicioso, o futuro é incerto, hoje estou aqui com a camisola do Farense, amanhã poderei estar noutro local qualquer, não sei … só penso em trabalhar com muito empenho e muita dedicação para que este meu percurso tenha a melhor direção possível”. O próximo passo, porém pode ser no próprio clube, revelou o jogador. “Poderei ser chamado à equipa principal a qualquer momento, tenho três colegas nesta equipa que já treinam com os seniores, porventura, será esse o meu caminho, vamos ver, vejo neles um exemplo”.
O outro exemplo destes jovens bem-sucedidos no futebol é o de Manuel Troncão, um nome que rima com Baleizão, onde tem as suas origens, poema que até podia ser entoado pelos “Bubedanas”, grupo coral bejense a que empresta o seu belo baixo tom. Mas a sua arte é também a do futebol: “Comecei nos escalões de formação do Desportivo de Beja e depois fui para o Despertar, onde fiz uma época como júnior e de lá saí para o Farense, é um clube de topo e espero que me projete para dar seguimento à minha carreira. Ela ainda é curta, mas tenho objetivos e o sonho de jogar em grandes palcos”, mas para já “o objetivo é ajudar a equipa de juniores, que disputa a 2.ª Divisão Nacional, depois se verá, somos ambiciosos, a meta é subir à 1.ª Divisão”. O Manuel está consciente de que “o futebol no Algarve tem mais visibilidade”. “Depois o Farense também é um grande clube, um histórico do futebol português, porém, se surgir alguma oportunidade terei que avaliar, mas eu estou muito contente por estar no Farense, estou feliz e faço aquilo que gosto que é jogar futebol”. Alexandre e Manuel são semelhantes, também na compleição física, concordou o Manuel “Somos jogadores parecidos, somos também amigos e temo-nos ajudado mutuamente, já nos conhecíamos e isso foi importante na nossa adaptação”. Mas quanto à sua titularidade na equipa, o avançado dos algarvios assume: “A equipa tem jogadores com muito valor, nós só pensamos em ajudar o clube, no entanto, julgo que temos qualidade para jogar na equipa titular, mas as opções são sempre do míster”.
O que dirá então o míster, Nuno Ramos, sobre estes dois embaixadores alentejanos no futebol do Sporting Farense? Pois bem … diz que “são jogadores tecnicamente evoluídos, jogadores que se encaixam perfeitamente na nossa forma de jogar, são dois miúdos que vieram dar mais qualidade à nossa equipa e reforçar um setor onde tínhamos maior fragilidade”. E porque no desporto a qualidade desportiva se deve aliar ao caráter e à personalidade, o treinador quis ainda referir. “Possuem todas essas qualidades, que aliam ao elevado potencial desportivo”.

Fonte:  http://da.ambaal.pt

Quero deixar a minha marca


Uma marca que potencie a ambição do plantel em assegurar rapidamente a manutenção na primeira divisão distrital e permita uma segunda meta que é a aproximação aos primeiros lugares da classificação.

Texto e foto Firmino Paixão

José Cavaco, 31 anos, antigo jogador do Cabeça Gorda, conhece a realidade do clube. Chegou este ano à presidência, após alguns anos na retaguarda como diretor desportivo, com um nível de proximidade ao plantel e ao treinador Celso Ramos, que lhe permite conhecer a qualidade dos jogadores, afinal responsáveis pela sua manutenção nos órgãos sociais do clube.


Um presidente novo, vida nova no Cabeça Gorda?É verdade, presidente assumido, porque tenho vindo a fazer este trabalho no clube há três ou quatro anos. Terminei a carreira de jogador no Cabeça Gorda, fiquei como dirigente, porque estava a ser muito difícil afastar-me dos relvados e deixar de “cheirar a bola”. Estava a ver que não conseguia lidar com isso e juntei-me então aos dirigentes que cá estavam, e tenho vindo a subir na hierarquia.


Revela uma enorme paixão pelo futebol, qual foi o seu percurso?Tenho uma grande paixão, até me estou a arrepiar. Comecei a jogar aos sete anos no CCD do Bairro da Conceição, com o senhor António Mareco, fiquei lá até aos iniciados e depois vim para a Cabeça Gorda no primeiro ano de juvenil. Fiquei até que o joelho não me deixou jogar mais, agora aqui estou como dirigente.


Convivia de perto com esta realidade enquanto vice-presidente, agora deu um passo mais largo e chegou à presidência do clube?Não perspetivava que isso pudesse acontecer. Já tinha anunciado que a época passada seria a minha última como dirigente, entreguei mesmo a minha carta de demissão antes de terminar o campeonato. Mas depois de a época terminar foram os próprios jogadores que me deram a volta. Vieram ter comigo com uma folha assinada por todos, dizendo que se eu saísse eles também iriam todos embora. Para que clube não ficasse a perder e eu não me auto flagelasse com essas culpas, aceitei continuar.


Evitou uma crise diretiva do clube, foi isso?Sim, porque ainda fizemos algumas reuniões, ninguém estava disposto a continuar com a equipa sénior, apenas com os miúdos da formação. Ainda fiz notar que o símbolo do Cabeça Gorda são os seniores, mas não vi ninguém com coragem de vir para a frente do clube.


Sucede a uma geração de presidentes que são nomes históricos no “Ferróbico”?Tenho essa consciência e também agarrei mais este projeto uma vez que não deixei marca no Ferróbico dentro do campo, por isso quero tentar deixar essa minha marca cá fora, como dirigente.


O que vai mudar na próxima época?Mudará muito pouco, para ser rigoroso. Mas tentaremos fazer uma época desportivamente melhor, subindo alguns lugares na tabela. Isso tem vindo a ser conseguido de ano para ano e queremos continuar nesse caminho.


O Celso Ramos manter-se-á como treinador?Tenho trabalhado sempre muito perto do Celso, quando cá cheguei até assumi as funções de dirigente e adjunto dele. Tenho acompanhado o seu trabalho e asseguro que é um dos melhores treinadores que temos no distrito.


E o plantel? Transitam todos os jogadores, existirão reforços?A maioria dos jogadores vai continuar, sairão um ou dois jogadores, porque não podem continuar devido a questões pessoais. Mantêm-se 16 jogadores da época passada e juntaremos mais quatro ou cinco atletas que serão fundamentais para que consigamos as nossas metas.


Uma equipa com qualidade para trabalhar para a manutenção?Eu já não digo a manutenção, porque isso é para quem está inseguro. Quando falo de manutenção é para a assegurarmos o mais rapidamente possível, depois sonharmos com os lugares cimeiros, juntarmo-nos aos denominados grandes na primeira metade da tabela.


Na Taça Distrito o clube tem alguma tradição e até já fez história na Taça de Portugal…Ainda não era nascido quando o clube fez esses brilharetes, mas em termos de Taça Distrito temos feito alguma mossa nos últimos anos, temos atingido as meias-finais e os quartos de final e esta época tentaremos chegar mais longe.


A que nível trabalham nos escalões de formação?Competiremos com uma equipa de infantis, tínhamos quatro pequenotes que subiam de escalão e que os treinadores não queriam perder, portanto, faremos um esforço para formar uma equipa de infantis com eles e com os restantes benjamins.


Os apoios são suficientes para equilibrar o orçamento do clube?Os apoios são poucos, a nossa sorte são os eventos que organizamos ao longo da época para angariarmos fundos, por isso costumo dizer que o músico Ruben Baião é o nosso patrocinador oficial. Sem isso não seria possível levar isto a bom porto, porque as despesas são muitas e as ajudas que recebemos da junta de freguesia e do município não seriam suficientes.

Fonte: http://da.ambaal.pt

“Guerreiros”

José Saúde

Vamos proclama-los como a tribo dos “guerreiros”! Homens que permanecem isentos às contingências de uma vida que já vai longa. Tiveram em comum o prazer pelo futebol. Foram idolatrados e aclamados como semideuses no interior das quatro linhas. O tempo encarregar-se-ia de os separar mas as suas imagens continuaram a brilhar numa sociedade desportiva que outrora os aplaudiu. “Guerreiros” que foram exímios jogadores de Beja. Deixaram as suas marcas no Desportivo, no Despertar e mais tarde nos escalões de formação da Zona Azul. A sua entrega aos emblemas da cidade foi sublime. Nada a obstar que requeira uma inusitada observação menos credível. Craques que transportaram consigo o nome da velha Pax Julia nos palcos nacionais. Alguns, envergaram as camisolas de grandes emblemas lusitanos; outros, defenderam com audácia os clubes da cidade. A sua peleja, visando enaltecer a agremiação que honradamente defenderam, fora elevada. Hoje, vergados ao peso da idade, são ilustres portadores de feitos desportivos que embelezam a montra das consagradas glórias do passado. Revejo as finezas de antigos campeões que dignificaram as cores que exibiram em franca apoteose. Para trás ficou um catálogo de enormes recordações. Todos, creio, sonharam por um reencontro com antigos companheiros. Um momento para reviver amigos que parecia dissipar-se num tempo sem tempo. A intensidade da vida moderna obriga a trajetórias impensáveis. Mas os “guerreiros” sonharam. Sonharam pelo reencontrar amizades passadas e pelas subtis conversas do balneário. Sonharam em partilhar pormenores dos velhos dérbis. Dos treinos e da receção aos novos craques. Das épocas de sonho, ou de maldição. No lampejar das estrelas escreviam-se inequívocos desejos. Faltava o clique. No próximo dia 20 de setembro, sábado, com o acolhimento aos convivas marcado para as 12 e 30 horas junto à piscina municipal de Beja, a tribo dos “guerreiros” reencontrar-se-á para um almoço/convívio, 13 horas, onde dissecarão velhas histórias que jamais se esquecerão.  

Fonte: http://da.ambaal.pt

Um tributo à comunidade


A etapa final do Circuito Regional de Voleibol de Praia “Volley Summer Alive”, organizado pela Associação de Voleibol do Alentejo, realiza-se amanhã no campo de jogos de areia de castro Verde.
Texto e foto Firmino Paixão



O campo de jogos de areia, construído pelo Município de castro Verde, junto às piscinas municipais, será o palco da grande final do Circuito Regional de Voleibol (Etapa Ouro), evento que amanhã reunirá todos os jogadores apurados nas etapas anteriores, que foram disputadas nas praias de Faro, Armação de Pêra e Ilha de Tavira, com organização da Associação de Voleibol do Alentejo a quem se juntam os apurados na Etapa de Bronze promovida na Praia da Rocha pelos Amigos do Voleibol de Portimão (10.º Torneio João José).
Paulo Pinho, presidente da Associação de Voleibol do Alentejo, justificou a razão da realização desta etapa final em castro Verde, longe da praia, mas numa caixa de jogos de areia. “Queremos devolver à comunidade de castro Verde, à autarquia e aos munícipes, o investimento que foi feito ao longo destes anos no Voleibol. Desde que cheguei à Escola Secundária de castro Verde também senti sempre muita abertura da parte das direções da escola para dinamizarmos a atividade”. E recordou: “Tivemos muitas vezes o apoio da autarquia para a deslocação dos atletas, também com o investimento da escola e é todo este resultado final que temos que devolver à comunidade, retribuir aquilo que ela também nos dá e temos muito gosto nisso, porque o aparecimento da associação também contribuiu, digamos, de forma mais ou menos indireta, para que o Município de castro Verde investisse num espaço que sabia que o movimento associativo iria dinamizar, como é o nosso caso”.
Paulo Pinho considera, no entanto: “Foi uma excelente opção, porque nós vamos fazer em castro Verde uma verdadeira Festa do Voleibol. Foi tudo preparado para que seja um palco desportivo de excelência, não tem a emoção da praia, não tem a visibilidade que a praia nos oferece, não tem o cheirinho a sal, será diferente, mas tem os outros ingredientes que são a força de vontade e o dinamismo da parte de todos os que estão envolvidos, desde a autarquia, a equipa do gabinete de desporto e os elementos da associação, todos apostados em promovermos uma verdadeira Festa do Voleibol”. O programa do certame abre às 9 horas para a receção dos participantes e às 10 horas terá início a competição

Fonte:  http://da.ambaal.pt

Moses bisou em Moura


Os dois golos do avançado ganês Moses Sakyi marcados aos 85’ e 90+3’ na vitória do Moura sobre o Praiense foram o segundo e terceiro tentos marcados na edição 2014/15 do Campeonato Nacional de Seniores.
Texto e fotos Firmino Paixão

O primeiro aconteceu no jogo, também antecipado da ronda inaugural, entre o Sousense e o Salgueiros 08, com vitória dos visitantes mercê do tento apontado por Digas, aos 55’ de jogo. O Moura cumpriu, não obstante o sofrimento de ter que esperar pelos cinco minutos finais de jogo para abrir as portas do triunfo, mas os três pontos ficaram em casa. O próximo jogo do conjunto de Bruno Ribeiro será no terreno do Lusitano de Vila Real de Santo António.
O Mineiro Aljustrelense abriu a prova no terreno do Atlético de Reguengos e acabou derrotado por três bolas a zero, resultado justo mas excessivamente pesado, que configura uma entrada menos auspiciosa no campeonato, embora tenha deixado por marcar algumas oportunidades que criou. Os reguenguenses Jorge Balixa (9’), Vítor Martelo (51’) e Miguel Lérias (80’) foram os construtores do resultado. Na próxima jornada o Aljustrelense receberá a formação do Angrense (Angra do Heroísmo).
Resultados (1.ª jornada): Moura-Praiense, 2-0; Angrense-Operário, 2-0; Quarteirense-‑Lusitano VRSA, 1-0 Ferreiras-Louletano, 2-0; Atlético de Reguengos-Aljustrelense, 3-0. Classificação: 1.ºs Atlético de Reguengos, Moura, Angrense, Ferreiras e Quarteirense, 3 pontos. 6.ºs Praiense, Lusitano VRSA, Operário, Louletano e Aljustrelense, 0. Próxima Jornada (31/8): Praiense-Ferreiras; Lusitano VRSA-‑Moura; Operário-Quarteirense; Aljustrelense-‑Angrense; Louletano-Atlético de Reguengos. 

Fonte: http://da.ambaal.pt

O sonho morreu na praia


O Clube Desportivo Praia de Milfontes e o Vitória de Setúbal jogaram na Praia do Ouro, em Sesimbra, uma partida que valia a qualificação para a fase final do Campeonato Nacional de Futebol de Praia.

Texto e fotos Firmino Paixão


A equipa do litoral alentejano entrou na partida com mais um ponto que o adversário direto e bastava-lhe não perder para entrar no grupo das oito melhores equipas nacionais que vão discutir a fase final e o título nacional em Espinho. Um jogo de futebol de praia tem três partes distintas de 12 minutos e o Milfontes andou na frente com vantagens de 1-0, 2-1, 3-2 e 4-2, mas no final da segunda parte já estava empatado a quatro bolas e, nos últimos doze minutos, sofreu dois golos, ficando afastado do objetivo histórico de disputar as finais. O treinador da equipa, Fernando Carvalho, confessou no final: “O nosso sonho morreu na Praia do Ouro, na primeira parte estivemos bem, na segunda também, chegámos a ter dois golos de vantagem, depois não soubemos guardar a vantagem, talvez por falta de experiência, não segurámos a bola cá atrás. Tivemos o passarinho na mão, deixámo-lo fugir, paciência, para o ano haverá mais e este percurso já foi muito bom”. O técnico assumiu a responsabilidade pelo resultado, referindo: “Os jogadores estão de parabéns e todos aqueles que nos apoiaram também estão de parabéns, se alguma coisa correu mal a culpa, de facto, foi minha, porque os jogadores estiveram muito bem, tiveram uma atitude digna, dignificámos o Praia de Milfontes e aquilo que representamos que é Vila Nova de Milfontes e o Município de Odemira, que nos tem apoiado”. Seria um feito histórico a equipa qualificar-se para a etapa final, concordou, mas lembrou: “Estamos há dois anos no futebol de praia, alguns dos jogadores competiram este ano pela primeira fez nesta modalidade, era importante para nós, era histórico para o clube, mas o que fizemos já foi bom, só que depois começámos a ambicionar um bocadinho mais, mas, infelizmente, a sorte não esteve do nosso lado”. Contudo este percurso era impensável no início da temporada e Fernando Carvalho considerou: “Foi um percurso muito bom, brilhante seria termos conseguindo a qualificação para a final, inicialmente, a nossa meta era ganhar jogo a jogo, caminhando passo a passo, mas depois quando as coisas começam a correr bem cresce a ambição e queremos chegar um bocadinho mais além, mas hoje, infelizmente, as coisas não nos correram bem e ficámos por aqui”. No entanto os ganhos são evidentes, os jogadores ganharam mais experiência na modalidade, a equipa consolidou-se e projetaram Vila Nova de Milfontes concordou o treinador: “Sim, saímos sempre a ganhar e aprendemos sempre com os erros, realmente houve ganhos, e sublinho que com esta participação consolidámos o nosso espírito de camaradagem que nos torna diferentes com amizade que consolidámos, mas vamos reagir positivamente e trabalhar para que na próxima época nos apresentemos ainda melhores”. Perspetivar a nova época é sinal de que o projeto vai continuar? “Sim, penso que a ideia da direção do Praia de Milfontes é dar continuidade a este projeto. Não sei quem ficará à frente do futebol de praia, mas acho que faz todo o sentido mantermos o projeto, quer ao nível do clube, quer ao nível da Associação de Futebol de Beja”. E faz, até como um exemplo positivo para que o futebol de praia seja dinamizado a nível distrital, concordou Fernando Carvalho: “Realmente, porque uma equipa que venha de um campeonato distrital para uma prova nacional como esta, trás sempre mais jogos, mais competitividade e mais experiência”, concluiu.


Plantel: Nuno Santos (Guarda-Redes 12); Hélder Gomes (2), Ricardo Santos (3), Gilson (4), Henrique Martins (5), Guilherme Cruz (6), Valter Encarnação (7), Rui Guerreiro (8), Mikó (9), Tiago Sobral (10), Sandro Conceição (11).

Fonte:  http://da.ambaal.pt