Texto: António Barriga / foto: DR
Despertar Sporting Clube vai a votos no próximo dia 25 de Maio
Senhor Presidente
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DESPERTAR. Luís Mestre é o único candidato a
suceder ao "histórico" Mariano Baião e já revelou ao "CA" os seus
objectivos para o clube.
Está à vista o fim do impasse directivo no seio
do Despertar! Os sócios do emblema bejense reúnem em Assembleia Geral
extraordinária no próximo dia 25, numa sessão que servirá para eleger
Luís Mestre como novo presidente do clube, sucedendo no cargo ao
"histórico" Mariano Baião.
"Com a saída de Mariano Baião, em Fevereiro, criou-se um vazio na figura do presidente e era preciso alguém avançar", confessa ao "CA" o único candidato assumido à liderança do clube, numa conversa onde aceitou falar sobre as suas motivações e objectivos, assim como dos problemas que o Despertar atravessa.
Luís Mestre pretende "manter a bitola dos últimos tempos" e no plano desportivo espera que o Despertar "continue a lutar pelos títulos e a manter as suas equipas nos campeonatos nacionais".
Financeiramente reconhece que o clube está a "passar por um período complicado", pois os "apoios da Câmara de Beja já não são os mesmos", o que dificulta bastante a vida da instituição.
O candidato a presidente define igualmente como objectivos do seu mandato "aproximar a cidade do clube" e "mostrar o trabalho que tem sido feito", principalmente ao nível do futebol, prometendo ainda que a formação vai continuar a ser a "grande bandeira" do Despertar.
Sobre a responsabilidade de poder vir a suceder a Mariano Baião, Luís Mestre sente que vai ser uma "herança pesada". Mas assegura que o grande objectivo é "continuar a desenvolver um bom trabalho" e tornar cada vez mais o Despertar "numa referência da região".
Época desastrosa
Em relação à equipa sénior e à sua passagem pela 3ª divisão nacional, Luís Mestre não tem dúvidas que financeiramente a época tem sido "um desastre", uma vez que as "taxas de jogo, a inscrição de jogadores, as deslocações e os almoços" são um "grande peso" para o orçamento do clube.
Ainda assim, em termos desportivos, o candidato à presidência do Despertar considera que participar no campeonato nacional foi "uma boa experiência para os atletas", garantindo de imediato que para o ano "não está causa a participação da equipa no distrital".
Já a pensar em 2012-2013, Luís Mestre defende a continuidade do técnico Felipe Felizardo, que diz "estar a fazer um bom trabalho" à frente do clube, em especial no "lançamento de novos jogadores dos juniores para os seniores".
Questionado sobre a possibilidade de o "Rasga" voltar brevemente aos campeonatos nacionais em seniores, Luís Mestre garante que neste momento o clube não pode pensar nisso, porque os "encargos financeiros ultrapassam os 20 mil euros por mês", o que é um preço "muito elevado" para o Despertar.
LUÍS MESTRE
candidato à presidência do Despertar
"Suceder a Mariano Baião vai ser uma herança pesada. Mas o grande objectivo é tornar cada vez mais o Despertar numa referência da região."
"Com a saída de Mariano Baião, em Fevereiro, criou-se um vazio na figura do presidente e era preciso alguém avançar", confessa ao "CA" o único candidato assumido à liderança do clube, numa conversa onde aceitou falar sobre as suas motivações e objectivos, assim como dos problemas que o Despertar atravessa.
Luís Mestre pretende "manter a bitola dos últimos tempos" e no plano desportivo espera que o Despertar "continue a lutar pelos títulos e a manter as suas equipas nos campeonatos nacionais".
Financeiramente reconhece que o clube está a "passar por um período complicado", pois os "apoios da Câmara de Beja já não são os mesmos", o que dificulta bastante a vida da instituição.
O candidato a presidente define igualmente como objectivos do seu mandato "aproximar a cidade do clube" e "mostrar o trabalho que tem sido feito", principalmente ao nível do futebol, prometendo ainda que a formação vai continuar a ser a "grande bandeira" do Despertar.
Sobre a responsabilidade de poder vir a suceder a Mariano Baião, Luís Mestre sente que vai ser uma "herança pesada". Mas assegura que o grande objectivo é "continuar a desenvolver um bom trabalho" e tornar cada vez mais o Despertar "numa referência da região".
Época desastrosa
Em relação à equipa sénior e à sua passagem pela 3ª divisão nacional, Luís Mestre não tem dúvidas que financeiramente a época tem sido "um desastre", uma vez que as "taxas de jogo, a inscrição de jogadores, as deslocações e os almoços" são um "grande peso" para o orçamento do clube.
Ainda assim, em termos desportivos, o candidato à presidência do Despertar considera que participar no campeonato nacional foi "uma boa experiência para os atletas", garantindo de imediato que para o ano "não está causa a participação da equipa no distrital".
Já a pensar em 2012-2013, Luís Mestre defende a continuidade do técnico Felipe Felizardo, que diz "estar a fazer um bom trabalho" à frente do clube, em especial no "lançamento de novos jogadores dos juniores para os seniores".
Questionado sobre a possibilidade de o "Rasga" voltar brevemente aos campeonatos nacionais em seniores, Luís Mestre garante que neste momento o clube não pode pensar nisso, porque os "encargos financeiros ultrapassam os 20 mil euros por mês", o que é um preço "muito elevado" para o Despertar.
LUÍS MESTRE
candidato à presidência do Despertar
"Suceder a Mariano Baião vai ser uma herança pesada. Mas o grande objectivo é tornar cada vez mais o Despertar numa referência da região."
Subsídios em atraso são "grave problema"
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Os atrasos no pagamento dos
subsídios da Câmara Municipal de Beja ao Despertar são, na opinião de
Luís Mestre, um "grave problema". O candidato à presidência do clube
espera que o Município "cumpra com o prometido, que faça o pagamento do
ano 2011 e que divulgue o valor do subsídio para 2012". Ainda sobre a
autarquia, Mestre diz que "o mal não é apenas os subsídios", sublinhando
que devia haver também um "maior cuidado no melhoramento das
infra-estruturas disponíveis", porque Beja "tem que dar o exemplo como
capital de distrito". Luís Mestre garante também que o clube está
preparado para fazer face à crise financeira, já que tem "rendimentos
próprios" e "espaços da sede alugados" a privados.
Fonte: http://www.correioalentejo.com/
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