Futebol - Seleção A
Lutar pelo máximo
A
viver a primeira experiência ao serviço da Seleção Nacional feminina A,
Matilde Fidalgo garante entrega e empenho totais neste apuramento para o
Mundial de 2015.
A defesa lusa,
que em 2012 teve oportunidade de disputar a fase final do Europeu de
Sub-19, afirma não sentir uma pressão diferente por estar em causa o
apuramento para um Mundial e, sendo chamada a intervir, tudo fará para
marcar presença no Canadá em 2015.
"Ainda não senti que houvesse um espírito ou uma pressão diferente daquela que tivemos em 2012 no apuramento para o Europeu, mas também acabei de chegar ao grupo. Ainda não tenho real noção da dimensão deste apuramento, mas se nas Sub-19 lutámos pelo máximo que podíamos, que era chegar à fase final de um Europeu, aqui farei o mesmo e lutarei pela presença na final do Mundial, se for chamada a contribuir", explicou.
Tendo deixado o escalão de Sub-19 muito recentemente, Matilde Fidalgo admite alguma surpresa na chamada à Seleção A. "Estou obviamente muito feliz pela oportunidade e orgulhosa do que tenho feito, porque sinto que acaba por ser mérito próprio ter chegado aqui. É uma consequência do que tenho feito e do que tenho aprendido com os treinadores de topo com quem tenho trabalhado, mas não estava à espera que fosse tão rápido. Sou ambiciosa e queria chegar à Seleção A, mas realisticamente não esperava que esta oportunidade chegasse tão cedo. A presença no Europeu acabou por dar alguma visibilidade às Sub-19, mas não esperava que esta progressão acontecesse tão rápido."
Ciente da qualidade existente no grupo, a internacional portuguesa terá de lutar pela afirmação na Equipa das Quinas. "A panóplia de jogadoras é obviamente maior do que nas Sub-19, pelo que a concorrência também, mas antes de ganhar o meu espaço lá também tive de lutar e estou disposta a fazer o mesmo aqui. O ambiente ajuda-nos bastante, porque é agradável e as jogadoras mais velhas são muito recetivas a caras novas, por isso a minha tarefa em nada é dificultada."
"Ainda não senti que houvesse um espírito ou uma pressão diferente daquela que tivemos em 2012 no apuramento para o Europeu, mas também acabei de chegar ao grupo. Ainda não tenho real noção da dimensão deste apuramento, mas se nas Sub-19 lutámos pelo máximo que podíamos, que era chegar à fase final de um Europeu, aqui farei o mesmo e lutarei pela presença na final do Mundial, se for chamada a contribuir", explicou.
Tendo deixado o escalão de Sub-19 muito recentemente, Matilde Fidalgo admite alguma surpresa na chamada à Seleção A. "Estou obviamente muito feliz pela oportunidade e orgulhosa do que tenho feito, porque sinto que acaba por ser mérito próprio ter chegado aqui. É uma consequência do que tenho feito e do que tenho aprendido com os treinadores de topo com quem tenho trabalhado, mas não estava à espera que fosse tão rápido. Sou ambiciosa e queria chegar à Seleção A, mas realisticamente não esperava que esta oportunidade chegasse tão cedo. A presença no Europeu acabou por dar alguma visibilidade às Sub-19, mas não esperava que esta progressão acontecesse tão rápido."
Ciente da qualidade existente no grupo, a internacional portuguesa terá de lutar pela afirmação na Equipa das Quinas. "A panóplia de jogadoras é obviamente maior do que nas Sub-19, pelo que a concorrência também, mas antes de ganhar o meu espaço lá também tive de lutar e estou disposta a fazer o mesmo aqui. O ambiente ajuda-nos bastante, porque é agradável e as jogadoras mais velhas são muito recetivas a caras novas, por isso a minha tarefa em nada é dificultada."
Fonte: FpF.Pt
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