Futebol - Sub-19
Desenvolver competências
À
espera de uma seleção competitiva, Tomás Podstawski acredita que o jogo
diante do Qatar será um ótimo momento de preparação para os Sub-19
lusos.
A Seleção Nacional sub-19
concentrou-se segunda-feira em Santarém, onde prepara o encontro desta
quarta-feira, diante do Qatar, no Estádio Municipal de Rio Maior.
No segundo dia de trabalho, Tomás Podstawski fez a antevisão à partida, embora admita que a análise ao adversário apenas ficará completa ao final do dia, após reunião do grupo. "Ainda vamos reunir para melhor analisar o tipo de jogo que vamos encontrar. De antemão, sabemos que se trata de uma seleção muito competitiva, que gosta de sair a jogar e pressiona muito forte, o que vai fazer com que tenhamos de jogar mais rápido, a um ou dois toques, e com circulação rápida de bola. Será um bom jogo de preparação, até porque contamos com novos elementos e a vontade de ganhar está sempre presente."
O próprio desconhecimento relativamente à formaçao árabe e o facto de trazerem novos desafios são encarados pelo capitão da Equipa das Quinas como a melhor forma de promover o crescimento da equipa. "Todos estes jogos servem de preparação para a equipa. Ajudam-nos a ganhar novas experiências contra seleções que ainda não conhecemos muito bem, que possuem caraterísticas distintas, por isso só nos ajudam a desenvolver competências para podermos estar mais fortes em fases de competição com caráter mais sério, como serão o Torneio do Porto ou o de Elite. Temos de aproveitar estas oportunidades para melhorarmos a nível coletivo e individual, ao mesmo tempo que ganhamos mais confiança no grupo, que só aparece com a experiência, com mais treinos e mais jogos."
Com oito companheiros que espreitam a primeira internacionalização ao serviço dos sub-19, o médio português considera que o entendimento que já se faz sentir fora das quatro linhas facilmente transparecerá em campo. "O facto de alguns já terem sido chamados à Seleção Nacional, para este espaço de elite, mas noutros momentos, faz com que sejam jogadores de grande qualidade, que se adaptam facilmente ao nosso tipo de jogo. São jogadores com qualidade técnica, capacidade física e tática, por isso o entrosamento entre os jogadores acaba por ser mais fácil. Penso que têm sido bem integrados e, mesmo que tenhamos poucas sessões de treino, acabamos por fomentar a integração destes elementos fora de campo. Nos espaços mais lúdicos, no momento das refeições, quando conversamos e convivemos juntos, acabamos por reforçar os laços e isso facilita depois o nosso trabalho dentro de campo, porque vai refletir-se na nossa forma de jogar, na forma como nos movimentamos, como passamos a bola uns para os outros. Penso que as coisas estão a correr bem, foram dois treinos bastante intensos e competitivos, e gente nova traz sempre frescura e novas responsabilidades para os que cá estão, porque nos ajudam a perceber que não existem lugares cativos na Seleção Nacional e para garantirmos a nossa posição temos de dar sempre o máximo."
A partida diante do Qatar está agendada para as 15h00 desta quarta-feira.
No segundo dia de trabalho, Tomás Podstawski fez a antevisão à partida, embora admita que a análise ao adversário apenas ficará completa ao final do dia, após reunião do grupo. "Ainda vamos reunir para melhor analisar o tipo de jogo que vamos encontrar. De antemão, sabemos que se trata de uma seleção muito competitiva, que gosta de sair a jogar e pressiona muito forte, o que vai fazer com que tenhamos de jogar mais rápido, a um ou dois toques, e com circulação rápida de bola. Será um bom jogo de preparação, até porque contamos com novos elementos e a vontade de ganhar está sempre presente."
O próprio desconhecimento relativamente à formaçao árabe e o facto de trazerem novos desafios são encarados pelo capitão da Equipa das Quinas como a melhor forma de promover o crescimento da equipa. "Todos estes jogos servem de preparação para a equipa. Ajudam-nos a ganhar novas experiências contra seleções que ainda não conhecemos muito bem, que possuem caraterísticas distintas, por isso só nos ajudam a desenvolver competências para podermos estar mais fortes em fases de competição com caráter mais sério, como serão o Torneio do Porto ou o de Elite. Temos de aproveitar estas oportunidades para melhorarmos a nível coletivo e individual, ao mesmo tempo que ganhamos mais confiança no grupo, que só aparece com a experiência, com mais treinos e mais jogos."
Com oito companheiros que espreitam a primeira internacionalização ao serviço dos sub-19, o médio português considera que o entendimento que já se faz sentir fora das quatro linhas facilmente transparecerá em campo. "O facto de alguns já terem sido chamados à Seleção Nacional, para este espaço de elite, mas noutros momentos, faz com que sejam jogadores de grande qualidade, que se adaptam facilmente ao nosso tipo de jogo. São jogadores com qualidade técnica, capacidade física e tática, por isso o entrosamento entre os jogadores acaba por ser mais fácil. Penso que têm sido bem integrados e, mesmo que tenhamos poucas sessões de treino, acabamos por fomentar a integração destes elementos fora de campo. Nos espaços mais lúdicos, no momento das refeições, quando conversamos e convivemos juntos, acabamos por reforçar os laços e isso facilita depois o nosso trabalho dentro de campo, porque vai refletir-se na nossa forma de jogar, na forma como nos movimentamos, como passamos a bola uns para os outros. Penso que as coisas estão a correr bem, foram dois treinos bastante intensos e competitivos, e gente nova traz sempre frescura e novas responsabilidades para os que cá estão, porque nos ajudam a perceber que não existem lugares cativos na Seleção Nacional e para garantirmos a nossa posição temos de dar sempre o máximo."
A partida diante do Qatar está agendada para as 15h00 desta quarta-feira.
Fonte: FpF.Pt
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