José Saúde
1 347 jogos, 2 833 atletas em competição
espalhados pelas modalidades de futebol e futsal, 45 clubes em
atividade, cerca de 60 árbitros que semanalmente dirigiram os jogos nos
diversos escalões, a que acresce a componente feminina que decididamente
se entrega com furor à prática do dito desporto-rei, bem como à
circunstância do futsal, perfazem um rol de acontecimentos que elevam
bem alto o nome da AF Beja aos píncaros do acessório desportivo
regional. A noite da pretérita sexta-feira, 12, ficou inadiavelmente
marcada por um conjunto de recíprocos acontecimentos entre clubes,
atletas, árbitros regionais e antigos internacionais, técnicos,
jornalistas e da entrega de títulos, coletivos e individuais, que
ditaram a efetiva razão daquela que foi a XXIII Gala dos Campeões. Numa
sala repleta de gentes que fazem do futebol a sua colossal dedicação, o
evento foi deveras merecedor de rasgados elogios, tendo em conta que
este se integrou também nas comemorações dos 90 anos da AF Beja.
Sensibilizou-‑me a causa humana donde se erigiu similarmente a
impressionabilidade para a comunicação social que mereceu honras de um
particular destaque e de grande nobreza. O sucesso constatado foi
acompanhado por personalidades nacionais e regionais que assistiram ao
rubro a uma noitada de inigualáveis júbilos desportivos, sobressaindo
uma lista imensa de justos galardoados. No momento de apegos
desportivos, de amizade e de onde se absorveu, na minha opinião, a
inequívoca realidade que fora simplesmente de confraternização, também
autárquica, ficou-me a mágoa da ausência de um representante da Câmara
de Beja, membro da comissão de honra, naquele singular convívio.
Desportivamente restou, porém, a certeza de que a gala da AF Beja ficou
marcada pela inevitabilidade que novas rotas se propõem à descoberta de
novidades que anualmente fazem do órgão máximo do futebol distrital um
cais seguro onde desembarcam imutáveis emoções.
Fonte: http://da.ambaal.pt
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