O Torneio de Futebol Infantil Beja Cup 2019, certame organizado pelo Clube Desportivo de Beja que vai decorrer em meados do próximo mês de junho, foi oficialmente apresentado com a presença do seu “patrono”, o treinador bejense Francisco Agatão.
Rui Carraça, membro da comissão administrativa do clube, fez uma
retrospetiva da prova, cuja primeira edição se realizou em 2014, em dois
dias e com a participação de 26 equipas, de 14 clubes, num total de 300
atletas, crescendo de uma forma progressiva e exponencial para as 68
equipas, de 30 clubes, e 1000 atletas, com que contou na edição
anterior. Na edição deste ano, que se realiza nos dias 15 e 16, 22 e 23
de junho, estão anunciadas 60 equipas, de 32 clubes, e um total de 900
atletas, nos escalões de sub/7, sub/8 e sub/14 (15 junho), sub/14 (16
junho), sub/10, sub/11 e sub/12 (22 e 23 de junho).
O dirigente frisou que o torneio é organizado principalmente para os atletas do clube, porque, “infelizmente, nem todas as famílias têm possibilidade de levar os seus filhos a competir noutro tipo de torneios”. Nesta perspetiva, adiantou: “Tentamos trazer aqui equipas com algum nome e com níveis competitivos completamente diferentes das nossas e daquelas com quem estamos habituados a competir”.
O Beja Cup é um torneio que consegue mobilizar muita gente, entre atletas e familiares, pessoas que têm gostado da forma como têm sido recebidas nesta cidade e esse, disse Rui Carraça, “foi o click do Beja Cup”. E lembrou: “Neste ano mantivemos os mesmos escalões mas reduzimos ligeiramente o número de equipas para que as pessoas que cá vêm consigam estar bem, porque a logística está no limite da capacidade”.
Rui Carraça sublinhou aquilo que tem sido o papel de voluntariado de cerca de uma centena de pais de atletas que colaboram na organização e sem os quais não seria possível a organização, à semelhança das instituições públicas e privadas que são suporte deste evento (Crédito Agrícola, Câmara Municipal de Beja, União de Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira, União de Freguesias de Santiago Maior e São João Batista, Junta de Freguesia de Beringel, Regimento de Infantaria 1, Instituto Politécnico de Beja e Instituto Português do Desporto e Juventude).
Francisco Agatão, que apadrinha a competição, confessou: “Mais do que congratular-me com o facto de, mais uma vez, ver o meu nome associado a este excelente evento, gostaria de valorizar aquilo que é o trabalho gigantesco que estes dirigentes fazem todos os anos para aumentarem o nível competitivo das crianças, interagindo com outras realidades”.
Por outro lado, recordou: “A cidade de Beja acolhe em dois fins de semana pessoas que aqui são recebidas de uma maneira simplesmente fantástica e que partem com o desejo de voltar, e esse é o trabalho que esta organização faz e que me deixa feliz e orgulhoso”.
Agatão mostrou vontade de não estar presente no Beja Cup, porque seria sinal de que estaria com o Praiense (clube que conduziu à vitória na série D, qualificando-se para a poule de subida) na final do Campeonato de Portugal, mas, garantiu: “Se isso vier a acontecer, não estarei fisicamente presente, mas estarei desejando que tudo corra com normalidade”.
Fonte: Facebook de Rui Fernandes e de Firmino Paixao
Texto e fotos Firmino Paixão
O dirigente frisou que o torneio é organizado principalmente para os atletas do clube, porque, “infelizmente, nem todas as famílias têm possibilidade de levar os seus filhos a competir noutro tipo de torneios”. Nesta perspetiva, adiantou: “Tentamos trazer aqui equipas com algum nome e com níveis competitivos completamente diferentes das nossas e daquelas com quem estamos habituados a competir”.
O Beja Cup é um torneio que consegue mobilizar muita gente, entre atletas e familiares, pessoas que têm gostado da forma como têm sido recebidas nesta cidade e esse, disse Rui Carraça, “foi o click do Beja Cup”. E lembrou: “Neste ano mantivemos os mesmos escalões mas reduzimos ligeiramente o número de equipas para que as pessoas que cá vêm consigam estar bem, porque a logística está no limite da capacidade”.
Rui Carraça sublinhou aquilo que tem sido o papel de voluntariado de cerca de uma centena de pais de atletas que colaboram na organização e sem os quais não seria possível a organização, à semelhança das instituições públicas e privadas que são suporte deste evento (Crédito Agrícola, Câmara Municipal de Beja, União de Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira, União de Freguesias de Santiago Maior e São João Batista, Junta de Freguesia de Beringel, Regimento de Infantaria 1, Instituto Politécnico de Beja e Instituto Português do Desporto e Juventude).
Francisco Agatão, que apadrinha a competição, confessou: “Mais do que congratular-me com o facto de, mais uma vez, ver o meu nome associado a este excelente evento, gostaria de valorizar aquilo que é o trabalho gigantesco que estes dirigentes fazem todos os anos para aumentarem o nível competitivo das crianças, interagindo com outras realidades”.
Por outro lado, recordou: “A cidade de Beja acolhe em dois fins de semana pessoas que aqui são recebidas de uma maneira simplesmente fantástica e que partem com o desejo de voltar, e esse é o trabalho que esta organização faz e que me deixa feliz e orgulhoso”.
Agatão mostrou vontade de não estar presente no Beja Cup, porque seria sinal de que estaria com o Praiense (clube que conduziu à vitória na série D, qualificando-se para a poule de subida) na final do Campeonato de Portugal, mas, garantiu: “Se isso vier a acontecer, não estarei fisicamente presente, mas estarei desejando que tudo corra com normalidade”.
Fonte: Facebook de Rui Fernandes e de Firmino Paixao
Texto e fotos Firmino Paixão



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