sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Quando o telefone toca...

O árbitro Dinis Gorjão, da Associação de Futebol de Beja, foi um dos 15 juízes que, entre 27 de julho e 5 de julho, frequentaram, em Rio Maior, o Curso de Formação de Elite Nível 3 para Árbitros de Futebol.

O curso daria acesso a um estágio ao mais alto nível nacional. Na altura foi noticiado que o juiz bejense não teria conseguido qualificar-se para as vagas existentes. Na última semana, o diário desportivo “A Bola” revelou que Dinis Gorjão terá sido preterido porque no momento em que concluía a prova de Sociologia Desportiva soou o seu telemóvel, contrariando o disposto Regulamento do Curso (proibição de aparelhos eletrónicos). Segundo aquele diário, Dinis Gorjão não atendeu o telemóvel (era um seu colega do Algarve a inteirar-se do andamento do estágio) e entregou de imediato o teste, posteriormente classificado com 92 valores. A decisão final contudo seria a anulação do teste de Gorjão, a respetiva desclassificação e a sua substituição na tabela de “Aptos”, revelou “A Bola”, por um árbitro portuense (familiar de um dirigente do Conselho Nacional de Arbitragem) que teria sido apanhado “no copianço” durante a realização dos testes. O incidente foi prontamente contestado pela AF Beja, cuja estrutura ameaçou demitir-se, acabando por apresentar um recurso, cuja decisão será conhecida no final desta semana. Dinis Gorjão só falará depois de saber o veredicto do Conselho de Justiça. FP

Fonte: http://da.ambaal.pt

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